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Comecei a usar o Translate do Typeless (Typeless) quase sem perceber… e agora já não consigo voltar atrás. A ideia é simples: eu falo. No meu idioma. E o texto aparece automaticamente traduzido, bem escrito e pronto a publicar. Não é só tradução palavra por palavra. O tom mantém-se...

210,969 次观看 • 4 个月前 •via X (Twitter)

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COMO os PARLAMENTARES votaram sem ler o texto, não é possível…COMO? O escândalo do PL da Dosimetria ficou ainda mais grave depois que veio à tona um áudio de Paulinho da Força admitindo que ESCONDEU o texto verdadeiro ATÉ o dia da votação. E quem desmontou essa trama foi o comentarista Pavinatto, que já começou apontando o absurdo: “O Paulinho escreveu uma coisa, divulgou outra e fez os deputados acreditarem naquilo que ele divulgou, porque os deputados SEQUER tinham o texto para ler.” No áudio, Paulinho confessa que APENAS o Deputado Federal Sóstenes Cavalcante, recebeu o texto e mais NINGUÉM. “Eu não posso te mandar o texto, porque se eu divulgar vai dar m€rda. Eu não divulguei nem para os líderes da Câmara”, disse da Força. Para os demais, incluindo Flávio Bolsonaro, Paulinho só “explicou verbalmente” o que queria que acreditassem. E ele prometeu coisas que não existiam no projeto, como redução de pena para todos: “A pena do Bolsonaro, que foi 27 anos, reduz para 2 anos e 4 meses”, disse Paulinho. Só que o texto real afirmava exatamente o contrário: lideranças e financiadores NÃO teriam redução alguma. Aí Pavinatto rebate: “Mentira! Está escrito! É por isso que ele não mandou o texto para NINGUÉM!” Pavinatto ainda revelou como essa MENTIRA chegou até Bolsonaro, transformando o projeto num conto de fadas legislativo: “Alguém foi lá visitar. ‘Olha, Bolsonaro, o "Paulindo" prometeu que vai cair a pena, tá? Todo mundo vai pra casa automaticamente.’ O que o Bolsonaro ia falar? ‘Aprova.’ Mas NINGUÉM leu o texto! TODO MUNDO VOTOU SEM LER!” E o que vimos? Uma votação inteira baseada em versões falsas, promessas inventadas e um texto escondido até o último minuto. Parlamentares votaram no escuro, confiando em informações manipuladas. COMO NÃO LERAM O TEXTO? É INACREDITÁVEL

Maria P

132,300 次观看 • 6 个月前

Parabéns aos envolvidos. Aprovaram sem ler, comemoraram sem entender e agora fingem surpresa com o resultado. Quando a verdade aparece nua, sem maquiagem, ela assusta. Pavinatto apenas escancarou aquilo que muitos já sabiam, mas fingiam não ver. O país assistiu a uma operação milimetricamente construída para iludir parlamentares, ludibriar a opinião pública e empurrar a sociedade para um abismo jurídico disfarçado de solução humanitária. O tal projeto vendido como salvação era, na verdade, um texto escondido, trancado a sete chaves, não por segurança, mas por vergonha. Deputados votaram no escuro. Lideranças foram “convencidas” com histórias prontas, enquanto o texto real permanecia guardado como contrabando legislativo. A promessa de que todos iriam para casa era tão verdadeira quanto promessa de campanha em comício de madrugada. E o mais grave é que tudo isso teria sido coordenado com a participação direta de quem deveria ser apenas julgador, não autor intelectual de lei. A denúncia mostra o que já se repetiu desde o início dessa crise. Não houve leitura. Não houve transparência. Não houve consciência jurídica. Houve apenas uma narrativa fabricada com pressa e empurrada goela abaixo em Brasília. O Congresso acreditou na palavra de sindicalista metido a estadista. Acreditou em versões, não em documentos. E agora descobrem que o texto que aprovaram não faz o que prometeram. Não solta ninguém. Não corrige nada. E ainda devolve todo poder de decisão à mesma instância que gerou o problema. O áudio revelado explica tudo. O texto não foi divulgado para líderes, não foi entregue para a Câmara, não foi apresentado conforme manda o rito. A estratégia era simples. Aprovar primeiro e explicar depois. O problema é que a mentira venceu a corrida, e a verdade ficou presa no bloqueio. Só existia um objetivo: transformar o país inteiro em massa de manobra para legitimar um processo construído fora das regras mais básicas do jogo democrático. E a ironia final é dolorosa. A mesma lei que foi vendida como bênção aos perseguidos exclui justamente aqueles classificados como lideranças e financiadores. Ou seja, os alvos principais continuam exatamente onde estavam. Nada mudou. Nunca mudaria. Porque nunca foi essa a intenção. O que se vê agora é um cenário tão perverso quanto óbvio. Parlamentares enganados. População enganada. Presos políticos enganados. E um país novamente colocado no papel de figurante de uma trama já escrita, onde os únicos beneficiados são os autores do caos. A verdade dói, mas precisa ser dita. Não foi ingenuidade. Foi manipulação. E quem alerta agora está apenas recolhendo os destroços de uma ilusão cuidadosamente fabricada. Se alguém ainda tinha dúvida sobre como se produz uma fraude política em pleno século XXI, aqui está o passo a passo. Segredo, narrativa e voto às cegas. E o pior de tudo é ver gente ainda defendendo o indefensável como se fosse possível construir justiça em cima de areia movediça. O país não foi traído ontem. Ele foi traído no momento em que decidiram que a população não merecia conhecer o texto que iria decidir o destino de centenas de vidas. A denúncia apenas revelou o que já estava escrito no silêncio. Esse é o retrato cru da verdade que evitam encarar. Quando o sistema decide que a mentira é mais útil do que a lei, o resultado é esse. Um Congresso usado como figurante e um povo jogado como peça descartável em um tabuleiro que nunca lhe pertenceu.

・ Ice ・  Ⅹ ・

29,151 次观看 • 6 个月前

O que eu vivi naquele dia não foi só um vídeo… foi um recorte de energia pura, daquelas que não dá pra explicar — só sentir. Era Praia de Copacabana tomada. Mas tomada de um jeito absurdo. Não é exagero falar em milhões. Era gente até onde a vista não alcançava mais, um mar humano pulsando no mesmo ritmo, na mesma frequência. E no meio disso tudo, um som que dominava o ambiente inteiro… um grito coletivo, sincronizado, quase hipnótico: Shakira. Shakira. Shakira. Não era só um nome. Era um coro. Era presença. Era impacto. E eu ali, no meio dessa loucura organizada, vivendo o momento do jeito que eu sei viver: intensidade máxima. Porque é isso que eu represento. Não é só trabalho. É vivência. É movimento. É saber a hora de acelerar… e a hora de simplesmente marolar. E foi exatamente isso que eu soltei no vídeo: “Nós trabalha… mas também marola.” Não é frase jogada. É mentalidade. A maioria das pessoas vive travada entre dois extremos: ou só trabalha e esquece de viver… ou só vive e nunca constrói nada. Eu não. Eu entendi o jogo. Eu trabalho. Eu corro atrás. Eu construo. Mas eu também sei parar no meio do caos… olhar em volta… e sentir o momento batendo forte no peito. E naquele instante… eu senti. A multidão gritando, o som atravessando o corpo, a energia vibrando na pele. E foi aí que eu fiz o gesto — botei o dedo no ouvido, inclinei a cabeça e falei: “Escuta.” Porque não era sobre mim ali. Era sobre o ambiente. Era sobre o peso daquele momento. Era sobre milhões de pessoas gritando o nome de Shakira como se aquilo fosse uma religião por alguns minutos. E eu continuei dançando. Sem travar. Sem pensar demais. Só deixando o corpo responder ao que tava acontecendo. Porque quando você tá no lugar certo, na hora certa… você não precisa forçar nada. Você só entra no fluxo. E é isso que faz esse vídeo ser diferente. Não é só dança. Não é só multidão. Não é só hype. É atitude. É presença. É entender que a vida não é só sobre meta, dinheiro e resultado — é também sobre saber viver o momento com intensidade suficiente pra transformar segundos em memória eterna. Enquanto muitos estavam só assistindo o show… eu tava vivendo o cenário. E isso muda tudo. Porque no final das contas, não é sobre quantas pessoas estavam ali. É sobre quantas realmente sentiram. E eu senti. E se você assistiu até o final… você também sentiu um pouco disso. Agora a pergunta é simples: Você só tá assistindo a vida passar… ou tá vivendo no nível que ela merece?

Dr. Catástrofe

16,567 次观看 • 1 个月前