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Como Funciona o sistema start-stop da Honda PCX, chamado oficialmente de Idling Stop System, desliga o motor automaticamente após três segundos de parada. Vantagens •Economia: Reduz o consumo de gasolina em áreas urbanas com muito trânsito. •Menos poluentes: Mantém o veículo sem emitir gases enquanto está parado. •Botão liga/desliga:...

43,351 次观看 • 23 天前 •via X (Twitter)

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👻🚗Carro fantasma? - O silêncio da noite tranquila da última terça-feira (3) foi quebrado pelo som do carro dando partida na garagem da casa da psicóloga Lucélia Pires Targino, 38 anos, moradora do bairro Alto Umuarama, em Uberlândia (MG). O detalhe - para ela, assustador - é que na residência só estavam ela e o cachorro, que também estranhou ao ouvir o barulho do motor do carro da família, que passou a se deslocar sem nenhum condutor. A câmera de segurança da casa registrou a cena. Primeiro o veículo deu um tranco para trás e, minutos depois, para frente. No segundo momento, apesar da tentativa de Lucélia de impedir o avanço, o veículo continuou em movimento, derrubou o portão e invadiu a rua. “Eu escutei, de repente, o meu carro dando partida, como se alguém tivesse ligado ele. Eu me assustei, pensei que tinha alguém levando o meu carro. Meu cachorro correu e virou até a cabecinha porque ele achou estranho também. Eu já cheguei desconfiada. Foi quando eu vi que não tinha ninguém”, relembrou Lucélia. ➡️O engenheiro eletricista Jorge Paulo explicou ao g1 que, apesar de o veículo ter se movimentado, o motor de combustão não chegou a ligar. Ou seja, o carro não estava “funcionando” de fato. O que entrou em ação foi apenas o motor de partida, responsável por dar o impulso inicial para ligar o veículo. Esse motor elétrico, também chamado de arranque, pode fazer o carro se mover lentamente em caso de falha elétrica, especialmente quando o veículo está engatado. Nessa situação, o sistema pode receber energia de forma indevida e acionar o motor de partida sem que a chave seja girada na ignição. Com isso, o carro pode se deslocar por alguns metros, mas sem aceleração e sem controle, como no episódio registrado pela câmera. Veja mais no #g1. #carro #minasgerais #sobrenatural #g1local

g1

143,414 次观看 • 6 个月前

O debate completo ainda não saiu, mas eu queria aproveitar e fazer um comentário sobre esse corte aqui. O Mamãe Falei e o Loconte estão discutindo dois pontos diferentes sem deixar isso claro. O Arthur tá olhando pelo prisma econômico, ou seja, quanto de valor o barbeiro gera por hora trabalhada. Já o Loconte tá olhando do ponto de vista da produtividade física, que é quantos cortes ele faz nesse mesmo tempo. Só que isso muda tudo. Porque produtividade física é cadência de trabalho, já produtividade econômica é rentabilidade do tempo. Um barbeiro que faz 5 cortes por hora, mas cobra R$ 10 cada, tá produzindo fisicamente mais que um que faz 3 cortes por hora a R$ 60. Mas adivinha qual tá ganhando mais? O segundo. Ou seja: o corte por hora mede esforço. O valor por hora mede resultado. Um pode parecer mais produtivo, mas o outro de fato gera mais riqueza. O ponto do Arthur é esse e dentro da lógica econômica, ele tá certo. E do ponto de vista da produtividade física, o loconte está certo. Agora se o Loconte estiver aplicando essa lógica à produtividade econômica, ele passa a medir o desempenho errado com o instrumento certo. Porque na economia o que interessa não é quanto você faz, mas quanto vale o que você faz. Pra produtividade econômica, o foco muda: o tempo vira capital, e o corte é só o meio. Um barbeiro pode cortar menos e lucrar mais, e isso não é contradição, é otimização de valor. Então, se o Loconte estiver jogando o argumento da quantidade dentro do campo da economia, ele até pode parecer coerente à primeira vista, mas está medindo esforço como se fosse resultado. E aí a análise fica torta, porque no fim das contas o que sustenta o negócio não é a tesoura, é o faturamento por hora.

Lopez

450,632 次观看 • 10 个月前

Um passeio que deveria ser motivo de prazer rapidamente se transformou em um verdadeiro pesadelo no trânsito. Um motorista que gravava o seu trajeto a bordo de um carro clássico esportivo azul, em meio a uma rodovia movimentada, vivenciou momentos de pânico após o veículo apresentar uma pane repentina e pegar fogo. No registro em primeira pessoa, é possível ver o condutor desfrutando da viagem em meio aos outros carros, até que o motor do automóvel perde a potência abruptamente. Visivelmente surpreso e repetindo “eu não acredito” , ele consegue encostar o carro no acostamento da rodovia. O que parecia ser apenas um simples problema mecânico revelou-se um cenário desesperador: ao desembarcar e verificar a parte dianteira, o motorista encontrou o motor do carro já em chamas. Em uma tentativa angustiante e arriscada de salvar o veículo, o homem pega uma espécie de pano cinza e tenta abafar o fogo diretamente sobre as ferragens, gritando em desespero para que as chamas parassem. Sem sucesso na contenção inicial com o tecido, o vídeo registra o motorista recuando e clamando por socorro aos caminhões e veículos que passavam em alta velocidade. Com os braços erguidos e acenando freneticamente para a rodovia, ele grita repetidamente “Fogo!”, na clara esperança de conseguir um extintor emprestado. O vídeo termina no ápice da tensão, retratando perfeitamente o desespero de ver uma paixão automobilística ser ameaçada pelas chamas em questão de segundos. Fonte: breakingnewsnoticias / @canalcurva1 Mas não é obrigado por lei os carros terem extintores de incêndio?

Valentina Stevanni 🇧🇷🇺🇲🇮🇹

70,996 次观看 • 1 个月前

O Dr. José Nasser foi direto ao ponto que muitos evitam até mencionar em voz alta. Ivermectina. Fenbendazol. E mais do que isso, ele trouxe algo que muda completamente o nível da discussão: pesquisas sendo conduzidas no Japão, dentro de um ambiente científico sério, analisando justamente esses mecanismos que o debate público tenta empurrar para a margem. Não é conversa de internet. É laboratório. É via celular. É bioquímica. Ele não fala em milagre. Ele fala em processo. Em como essas substâncias podem interferir em vias como Wnt, mTOR, inflamação e no próprio microambiente tumoral. Ou seja, nos pilares que sustentam o crescimento e a sobrevivência das células cancerígenas. E aqui começa o desconforto real. Se existem estudos, se existem sinais biológicos plausíveis, se existem pesquisas acontecendo — inclusive no Japão — por que o debate é automaticamente fechado? Por que certas substâncias são descartadas antes mesmo de serem amplamente investigadas em larga escala? A resposta não está apenas na medicina. Está no modelo. Porque estamos falando de compostos baratos, fora de patente, que não alimentam a engrenagem bilionária da indústria. E isso muda completamente o interesse em torno deles. Nasser não afirma cura. Ele não vende solução fácil. Ele levanta algo muito mais perigoso para o sistema: a necessidade de investigar sem filtro, sem tabu, sem bloqueio prévio. E isso deveria ser o básico. Mas hoje, questionar virou risco. Investigar virou resistência. E propor caminhos fora do padrão virou quase um ato de afronta. Então a pergunta que fica não é se funciona ou não. É outra. Quem decidiu que isso não pode nem ser testado com a seriedade que merece?

・ Ice ・  Ⅹ ・

18,437 次观看 • 4 个月前