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Como transformar a maior dor da sua vida em amor e serviço ao próximo? Essa é a história do Régis. Depois de perder a esposa e as três filhas em um dos crimes mais brutais da história recente do Brasil, ele poderia ter desistido de tudo. Mas o Régis...

10,741 просмотров • 1 месяц назад •via X (Twitter)

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Poliana Rocha agora tenta apagar o que ela mesma disse. Após transformar em anedota televisiva a história de ter levado um adolescente pobre da Bahia para sua casa em Goiânia, tratá-lo como “irmão temporário” do filho e depois simplesmente “devolvê-lo”, ela grava um vídeo afirmando que foi mal interpretada e ameaça processar quem a “caluniou”. Mas não há calúnia quando as palavras saíram da própria boca. O que chocou a sociedade não foi invenção da internet, foi o relato cru de uma mulher que se orgulhou em público de transformar a vida de um adolescente em experiência passageira, como se fosse um objeto descartável. Dizer que “não contou a história toda” não muda o fato central: retirar um menor de idade de sua família, sem respaldo legal, para brincar com seu filho e devolvê-lo quando perdeu a “utilidade”, é grave. Pior ainda é tratar essa situação como entretenimento de programa de auditório. O problema não é a “interpretação” das pessoas, mas a prática em si e o modo banalizado com que ela foi exposta. Crianças e adolescentes não são bonecos que a elite pode usar para suprir carências afetivas e, quando cansar, devolver para a realidade dura da pobreza. Quem deveria estar pedindo desculpas é Poliana ao jovem, à sua família e à sociedade. E mais, deveria refletir sobre o que significa privilégio e responsabilidade, em vez de se colocar como vítima de “mal-entendidos”. Porque, no fim das contas, a verdadeira violência não está nos comentários das redes, mas no que ela própria fez questão de narrar. Nos comentários está o vídeo para quem ainda não assistiu.

Beta Bastos

202,262 просмотров • 11 месяцев назад

O que o Nando Moura faz nesse “conto de Natal” é de uma perversidade difícil de engolir. Ele pega a própria tragédia pessoal, a dor da perda de um filho, mistura com Bíblia, versículo, cara de piedoso… e no meio desse cenário, mente por edição para se passar de vítima. No vídeo dele, ele sugere que Orlando Lima 🇦🇲🇹🇼 estaria rindo da morte do filho dele. Quando a gente vê o trecho completo, aparece outra coisa: o Orlando deixa claro que NÃO brinca com morte de filho, diz que não consegue nem imaginar essa dor, se mostra solidário e fala que isso nem deveria virar piada. Quem é que corta justamente essa parte para transformar uma risada idiota de superchat em “olha como zombam do meu filho morto”? O próprio Nando. Ele mesmo. O mesmo sujeito que fala de “natureza perversa”, de “Jesus no coração”, de “agradecer pelo sofrimento”, mente deliberadamente, distorce fala alheia, usa a fé como cenário e a própria tragédia como escudo emocional para atacar desafetos e manipular a audiência. Isso não é só incoerência. Isso é mau caráter em estado puro. É gente que veste a fantasia de cristão perseguido para esconder o fato de que vive de enganar, recortar contexto e posar de mártir. Uma coisa é sentir dor pela perda de um filho. Outra, bem diferente, é transformar essa dor em arma narrativa para mentir sobre os outros e faturar engajamento com choro, Bíblia e trilha sonora. Aí não é vítima. Aí é o nível mais baixo de perversidade: usar o que há de mais sagrado na vida para fazer teatro e manipular quem acredita em você.

Miguel 𓃠

11,627 просмотров • 8 месяцев назад

BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,439 просмотров • 1 год назад