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Conquistar não é suficiente. É preciso saber seduzir. #voltaire ♠️ Vem pra minhas plataformas, escolha no link abaixo, telegram ou privacy ou onlyfans: #ensaiosensualplussize #ensaiofotografico #bodypositive #plussize #gordalinda #gordinha #bbwlovers

5 Kommentare

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Rodrigo Cabral..vor 2 Jahren

queria sentir vc no meu cacete

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O tal do magrin🍆vor 2 Jahren

😋

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World Travelervor 1 Jahr

Yummy

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性的倒錯者セージvor 1 Jahr

Damn 🥵🥵🥵🥵🥵

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R4fazvor 1 Jahr

perfeição😍

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💌: Bonita ou com dentes bonitos? E: Eu teria que escolher os dois… não consigo decidir entre eles. Mas, se realmente tivesse que escolher um, escolheria dentes bonitos, porque gosto de alguém que tenha uma boa saúde bucal. Quando a pessoa sorri ou dá risada, transmite confiança e fica muito charmosa. 💌: Carinhosa/grudenta ou teimosa? E: Eu diria grudenta. Se for teimosa, pode dar um pouquinho de vontade de dar uns tapas, sabe? 😂 Mas se for grudenta, eu me derreto completamente. Tipo, depois de eu chegar em casa cansada do trabalho, a pessoa vem até mim, fica toda carinhosa e agarradinha… aí, o que ela quiser, pode pegar 🙂‍↕️ 💌: Extrovertida ou quieta? E: Gosto de alguém que se sinta à vontade para se expressar. Se for quieta demais, talvez eu precise dar um passo para trás primeiro, porque não gosto muito de pessoas que são difíceis de se aproximar. Quando alguém é muito quieto, fica difícil saber o que quer, o que está pensando ou do que precisa. 💌: Você prefere alguém que age pela razão ou pela emoção? E: Gosto de pessoas sensatas, mas às vezes também é preciso usar os sentimentos junto com a razão. Mas, se tivesse que escolher apenas um, escolheria alguém mais racional. 💌: Você é boa em fazer surpresas ou em prestar atenção aos detalhes? E: Ah, nos dois! Vou escolher os dois, porque acho que ambos são muito importantes. 💌: Boa em cozinhar ou em tirar fotos? E: Boa em tirar fotos, porque a P’Fah já gosta de cozinhar. Eu posso cozinhar para você… não tem problema se você não souber cozinhar. Mas seria ótimo ter alguém que fosse boa em tirar fotos, porque, no dia a dia e também quando estamos trabalhando, geralmente é a P’Fah quem tira as fotos. Então, se a pessoa for boa em fotografia, seria muito legal. #Engfaแบรนด์รังนกแท้สวยที่1 #อิงฟ้ามหาชน #EngfaWaraha Engfa Waraha (ตัวจริง)

Engfa Waraha Brasil Official Fan 🇧🇷

49,055 Aufrufe • vor 21 Tagen

O Escândalo do TORS: A IA do STF que Transforma Críticas em Prisões Políticas No Brasil de 2025, onde a democracia deveria ser o pilar de tudo, surge um dos maiores absurdos da era digital: o programa TORS, ou Tecnologia de Otimização de Redes Sociais, uma ferramenta de inteligência artificial montada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para farejar qualquer postagem que desagrade aos poderosos. Não é teoria da conspiração – é fato exposto em vazamentos como a Vaza Toga 2, que revelam como essa máquina de vigilância classifica opiniões em "positivas", "negativas" ou "neutras", servindo de base para decisões de prisão. E o alvo? Principalmente opositores de direita, bolsonaristas e qualquer um que critique o governo Lula ou os ministros do STF. Uma postagem de 2018, criticando o PT, já foi suficiente para manter um cidadão atrás das grades por "periculosidade". Isso não é justiça; é caça às bruxas high-tech. Imagine o esquema: palavras-chave como "censura", "fake news" ou até menções ao Bolsonaro disparam alertas no sistema. A IA varre redes sociais 24 horas por dia, gerando relatórios em PDF cheios de prints, links e análises que viram "provas" irrefutáveis. Contratado de uma empresa exclusiva chamada Fasius, o TORS não é pra combater desinformação de verdade – é pra mapear e punir quem ousa pensar diferente. A equipe de Kusahara, braço-direito do ministro Alexandre de Moraes, usa exatamente esses rótulos pra decidir: "positivo" significa algemas; "negativo", talvez uma chance de liberdade condicional. Pessoas idosas, sem histórico de violência, presas só por um tweet antigo? É o que os arquivos do 8 de Janeiro mostram, com uma força-tarefa secreta no WhatsApp fabricando dossiês ilegais baseados em biometria e scans de perfis. E o mais revoltante: o STF se coloca como árbitro supremo da "verdade". Eles definem o que é fato ou mentira, ignorando a Constituição Brasileira que garante liberdade de expressão no artigo 5º. Decisões recentes ampliam a responsabilidade das plataformas como X, Facebook e Instagram, forçando remoções sem notificação prévia pra "discursos de ódio" ou "prejudiciais" – mas quem julga o que é prejudicial? Os mesmos que criaram o TORS. Passam por cima de direitos fundamentais, transformando o Judiciário em censor-mor. Recentemente, o STF firmou acordos com big techs pra "combater desinformação", mas na prática, isso vira munição pra calar vozes dissidentes. Onde fica o equilíbrio de poderes? Sumiu, trocado por algoritmos que julgam almas. Essas revelações são provas irrefutáveis de uma ditadura do Judiciário em formação. O STF pegou a máquina do Estado – financiada pelos impostos suados dos brasileiros – e a virou contra o próprio povo. Nós pagamos pra desenvolver essa IA, e ela nos espiona, nos rotula e nos ameaça. É perseguição política disfarçada de tecnologia de ponta, ecoando abusos que lembram regimes autoritários, mas com likes e retweets como delatores. O Brasil não pode aceitar isso calado. É hora de cobrar transparência total, investigações independentes e o fim desse monstro digital. Novamente, A MINHA PARTE EU FAÇO, que é ir atrás de informações sobre como o sistema persegue pessoas utilizando as redes sociais. Porém, SOZINHO, eu não tenho poder de fazer isso chegar pra quem deveria investigar. ⚠️Compartilhe, debata, pressione: a liberdade não cai sozinha. 🇧🇷 Embaixada EUA Brasil Secretary Marco Rubio Donald J. Trump Department of State U.S. Immigration and Customs Enforcement Christopher Landau USA em Português Jason Miller María Elvira Salazar 🇺🇸

O Sóciotário 🇧🇷

64,059 Aufrufe • vor 11 Monaten

Tava esperando alguns detalhes pra falar do eventos com o 737-9 da Alaska. Bom! Em primeiro lugar o que se sabe é que o avião tinha só 2 meses de uso,o que soltou foi um tampão (lá nos EUA chamado tecnicamente de "plug"), Ocorre que dependendo da configuração escolhida pela empresa e consequentemente o número de paxs a bordo, ali pode ser uma porta ou não. No caso da Ryanair ali tem uma porta, no caso da Alaska não. Então leva uma porta falsa, ou seja a fuselagem que é fabricada em série, tem um corte ali, e aí se instala ou não a porta de acordo com o operador da aeronave. Isto posto,vamos aos fatos Neste caso a Boeing manteve o plug(não sei se é instalado na fábrica da fuselagem, que não é a Boeing, ou pela própria boeing) e este tampão tem processos de instalação e verificação próprios, por ser componente estrutural não deve haver checagem recorrente pela manutenção da empresa, sendo reservada esta verificação a grandes inspeções estruturais em hangar, o que não era o caso de um avião novo. Portanto algo de ruim vem ocorrendo dentro dos processos do fabricante americano. Tivemos recentemente casos de ferramentas esquecidas dentro de locais selados, parafuso mal preso no leme entre outros casos já amplamente divulgados. O fato é que já faz uns anos as ações de redução de custos com dispensa de empregados mais experientes, e portanto, mais caros como também mudança de planta de fabricação, terceirização de serviços, tem se mostrado desastrosas para a imagem da empresa. Lançar um modelo novo sempre traz problemas inesperados, que somente o uso vai revelar, mas estes problemas que tem ocorrido mostram que os processos de qualidade têm sido muito afetados, não são problemas não previstos, mas sim processos mal executados e isto numa área sensível como como a aviação pode trazer consequências sérias a segurança, e é tudo que a China gostaria de ver ao se lançar na disputa deste duopolio ocidental onde Boeing e Airbus reinam absolutas por muito tempo. A embraer atua em um segmento abaixo onde apenas poucos produtos das duas se sobrepõe. Agora é esperar a investigação, mas todos os 737-9(com plug) estão no chão aguardando orientações. É mais um revés que a fabricante americana sofre por ter feito a opção de revitalizar um modelo antigo, ao invés de lançar um novo...

fernandopamplona

75,568 Aufrufe • vor 2 Jahren

Há dias em que a fé pesa. Não porque ela tenha ido embora, mas porque o mundo se impõe com força demais. As adversidades se acumulam, as decepções se repetem, e o coração, cansado, pergunta em silêncio se ainda vale a pena crer. É nesses momentos que a fé deixa de ser um discurso bonito e passa a ser uma escolha diária - difícil, imperfeita, profundamente humana. Somos falhos. Frágeis. Esperamos apoio de quem julgávamos ser nosso principal amparo e encontramos frieza. Confiamos, abrimos o peito, e a resposta vem em forma de silêncio, indiferença ou ausência. Dói especialmente quando isso vem de onde jamais se esperaria. A decepção não nasce apenas do que acontece, mas de quem acontece. E isso fere fundo. Ainda assim, é justamente aí que a fé se revela mais necessária. Não como negação da dor, mas como abrigo dentro dela. Aproximar-se de Deus não exige força; exige verdade. Chegar cansado, confuso, até mesmo descrente por instantes, e ainda assim dizer: “estou aqui”. Deus não é conforto apenas quando tudo vai bem - Ele é consolo quando tudo parece desmoronar. Buscar essa proximidade todos os dias é reconhecer que não damos conta sozinhos. Que precisamos de colo, direção e de um silêncio sagrado para reorganizar o que o mundo bagunça. A fé não nos torna imunes às quedas, mas nos impede de permanecer no chão. Crer, portanto, não é fechar os olhos para a realidade. É atravessá-la com esperança, mesmo quando ela parece ilógica. É aceitar que haverá frieza, perdas e desencontros, mas decidir não permitir que isso nos roube a essência. É preciso crer. Não porque seja fácil, mas porque é necessário. Porque, no fim, quando tudo falha, é a fé - frágil, insistente e diária - que nos sustenta e nos lembra que nunca caminhamos sozinhos. Sempre que posso, procuro, insisto. Como neste momento, sento, converso com Ele e continuarei insistindo, com toda a minha insignificância, em demonstrar meu respeito e, sem jamais desistir, espalhar a mensagem - do meu jeito -, mas com a certeza de que Deus está aqui, do nosso lado. Imbituba / SC Igreja Nossa Senhora Aparecida - Vila Alvorada Praça 02 de Julho

Carlos Bolsonaro

208,207 Aufrufe • vor 7 Monaten

Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.
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Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.

William Alves

793,059 Aufrufe • vor 1 Jahr

Na saga da paradinha ele ficou inspirado demais mesmo... rsrs Texto do meu marido 👇 "No video que postei muito irá se falar quando eu afirmo que relações em que ambos são novidades um para o outro tudo acontece de forma mais fluída e é verdade. Quando conhecemos alguém é normal querer agradar o outro, porque o ser humano é assim. Quando você está há anos com alguém, já temos certeza da conquista do outro e o amor é sólido. Nós podemos e nos sentimos à vontade para dizer não porque sabemos que isso não vai impactar no que o outro pensa de nós. Eu sei que, como eu compartilho coisas que são fora da “normalidade”, terão comentários que não têm nada a ver com o assunto porque muitas pessoas analisam tudo através das próprias crenças e não através da realidade das relações humanas. E justamente aí mora a grande confusão. Muita gente interpreta essa diferença como falta de amor, quando na verdade, muitas vezes, é exatamente o contrário. A intimidade construída ao longo dos anos cria um espaço seguro onde ninguém precisa representar um personagem para ser aceito. Você pode discordar, não estar no clima, mudar de ideia e ainda assim saber que continua amado, desejado e respeitado. No começo de qualquer relação existe uma vontade natural de impressionar, agradar e mostrar a melhor versão de si mesmo. Com o tempo, as máscaras caem, a rotina aparece e o que sobra é a verdade de quem aquelas pessoas realmente são. É nessa fase que o relacionamento deixa de ser uma conquista e passa a ser uma escolha diária. Por isso, quando eu digo que uma novidade costuma fluir de forma mais leve, não estou dizendo que ela é melhor, mais intensa ou mais importante. Estou apenas falando sobre uma característica natural do comportamento humano. Comparar o entusiasmo da novidade com a profundidade de uma história construída ao longo de anos é comparar coisas completamente diferentes. Quem vive uma relação longa sabe que o verdadeiro conforto não está em ouvir “sim” para tudo. Está em ter liberdade para ouvir um “não” sem que isso coloque em dúvida o amor, o respeito ou a parceria que existem entre duas pessoas. Talvez o maior sinal de amor não seja fazer tudo para agradar alguém. Talvez seja ter segurança suficiente para ser você mesmo, dizer o que pensa, impor limites quando necessário e ainda assim saber que o outro continuará ao seu lado. Porque ser amado pela sua melhor versão é fácil. Especial mesmo é ser amado pela sua versão real. " Vocês concordam com ele?

BrazilianHotwife

104,800 Aufrufe • vor 3 Monaten

🧠🎥 Porque o show de Truman é perturbador pra mim: “O Show de Truman” me perturba até hoje porque, de alguma forma, sinto que ele toca em algo que eu mesmo já questionei em silêncio. Não é só sobre um homem preso dentro de um reality. É sobre aquela sensação estranha de não saber se a vida que a gente leva é realmente nossa, ou apenas o resultado das expectativas, rotinas e pressões que fomos aceitando sem perceber. Sempre que penso no Truman, penso no medo dele — porque é um medo que eu entendo. O medo de que tudo ao redor seja artificial. O medo de confiar em pessoas que talvez não sejam quem demonstram ser. O medo de descobrir que você viveu tanto tempo cercado por uma “verdade” inventada. O filme mexe comigo porque, no fundo, eu já tive momentos em que senti que estava vivendo no automático, seguindo um roteiro invisível, repetindo dias que pareciam cópias uns dos outros. E é perturbador imaginar que, como Truman, talvez a gente só perceba que algo está errado quando uma peça sai do lugar — um detalhe pequeno, mas suficiente para fazer tudo desmoronar. A parte que mais me abala é ver Truman batendo com o barco na parede do “céu”. Aquilo me pega porque representa exatamente o choque de quando a gente finalmente encontra os limites da vida que achava que controlava. É aquele instante em que você percebe que muita coisa que parecia natural… nunca foi. E talvez o que mais incomode seja saber que, mesmo depois de descobrir a verdade, escolher atravessar a porta exige coragem. Uma coragem que nem sempre eu tenho.

cris ㋛

239,374 Aufrufe • vor 9 Monaten

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 Aufrufe • vor 8 Monaten