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Gilmar Mendes reabre processo ligado ao caso Master, diz comentarista Um vídeo divulgado nas redes sociais afirma que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teria determinado o desarquivamento de um processo relacionado ao chamado "caso Master", envolvendo o Banco Master, com o objetivo de beneficiar o ministro Dias Toffoli. No conteúdo, o autor sustenta que a medida representaria uma forma de "blindagem" institucional. Entretanto, até o momento, é necessário verificar nos registros oficiais do STF o teor exato da decisão, sua fundamentação jurídica e o contexto processual do eventual desarquivamento. Processos podem ser reabertos por diferentes razões legais, como conexão com novos fatos, revisão de decisões anteriores ou superveniência de elementos processuais. Não há, até o momento, decisão judicial que reconheça irregularidade ou prática ilícita por parte dos ministros citados nesse contexto específico. O episódio envolve três dimensões relevantes 1. Técnica processual Desarquivamento não implica, por si só, favorecimento. É preciso examinar a fundamentação jurídica e a competência do relator. 2..Narrativa pública Termos como "blindagem" carregam forte carga política e ampliam a repercussão fora do campo estritamente jurídico. 3. Impacto institucional Casos que envolvem ministros do STF geram inevitável debate sobre transparência, imparcialidade e controle recíproco entre Poderes. A avaliação definitiva depende da análise integral da decisão e dos autos processuais correspondentes.

Maria P

55,823 просмотров • 2 месяцев назад

A terceira fase da Operação Compliance Zero, que prendeu hoje o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, revelou fatos extremamente graves sobre a atuação da organização criminosa investigada. As mensagens encontradas no celular do banqueiro indicam a existência de uma espécie de milícia ultraviolenta organizada para intimidar e praticar violência contra jornalistas. À época da tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, em abril do ano passado, já havíamos apresentado pedido de apuração à Comissão de Ética da Presidência da República diante de indícios de irregularidades na compra do Master pelo BRB em abril de 2025. Agora, com os novos fatos revelados a partir do conteúdo das mensagens do celular de Vorcaro, como o envolvimento de Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, chefe e adjunto do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central, que mantiveram interlocução direta e frequente com o banqueiro, em um quadro que sugere subordinação da autarquia reguladora aos interesses do banco para favorecer as fraudes do Master, reforça-se a necessidade de apurar o envolvimento pessoal de Roberto Campos Neto. Por isso, estou apresentando uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República para investigar o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por omissão dolosa na fiscalização bancária e os indícios de que norma editada durante sua gestão teria facilitado fraudes praticadas pelo Banco Master.

Lindbergh Farias

15,006 просмотров • 4 месяцев назад

A rapper Nicki Minaj protagonizou um dos episódios mais inesperados do ano ao usar sua visibilidade global para denunciar a perseguição sistemática a cristãos na Nigéria e em outras partes do mundo, durante uma participação no AmericaFest, evento organizado pela Turning Point USA (TPUSA) ao lado de Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, morto brutalmente. Em um ambiente politicamente conservador e distante do circuito tradicional da indústria musical, Minaj levou o debate para além do entretenimento e expôs uma crise humanitária frequentemente ignorada. A Nigéria é hoje um dos países mais letais para cristãos, com massacres, sequestros e expulsões forçadas atribuídos a grupos extremistas islâmicos, como Boko Haram e milícias armadas fulani - dados amplamente documentados por organizações internacionais. O gesto chama atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo risco assumido. Nicki Minaj tinha tudo a perder e nada a ganhar, em termos comerciais, ao tocar em um território considerado “inconveniente” pela elite cultural. Não houve lançamento, campanha ou benefício financeiro associado, o que estava em jogo era apenas a integridade de se posicionar. Em uma indústria marcada pelo silêncio seletivo e pela militância calculada, alguém precisava ser a primeira. E foi ela. A repercussão foi imediata; em apenas três dias, Nicki Minaj ganhou milhares de novos seguidores no X (antigo Twitter), com crescimento contínuo também em outras plataformas. Atualmente, ela é a rapper que mais ganha seguidores diariamente nas redes sociais - um indicativo de que o público respondeu à coragem do posicionamento. Enquanto causas alinhadas a agendas progressistas e woke recebem apoio massivo de celebridades, a perseguição a cristãos segue marginalizada no debate cultural. Ao romper esse bloqueio, Minaj não apenas iluminou uma tragédia ignorada, como desafiou a cumplicidade da indústria musical.

Karina Michelin

57,850 просмотров • 7 месяцев назад

Ontem foi um dia muito especial para a nós da São Paulo Digital e toda a mídia segmentada tricolor, pois pela primeira vez tivemos acesso ao presidente do SPFC, Harry Massis, em uma conversa que durou 3 horas, que contou, também, com a intermediação do diretor de comunicação Felipe Espíndola. Antes de qualquer análise, parabenizo Felipe e Massis pela iniciativa. Foi muito boa e salutar para a imagem do clube e da atual gestão. Considero fundamental que essa ação seja realizada com uma frequência programada, pois a mídia como um todo não só faz a retransmissão de informações do clube, como realiza uma divulgação GRATUITA da imagem do São Paulo. Ou seja, marketing orgânico indireto. Tratar bem a imprensa significa mais inserções para a instituição e seus patrocinadores. Fica a sugestão. Sobre o bate papo, todos os canais presentes já subiram conteúdos recentes passando um resumo das informações que Massis disponibilizou. Até por isso, focarei nesse conteúdo em seis pontos que achei bem interessantes para trazer minha análise e debater com vocês, e, na sequência, mostrar uma conclusão sobre o que observo do futuro tricolor após esse bate papo. Dos seis apontamentos, dois são POSITIVOS, um CURIOSO e três NEGATIVOS. POSITIVOS: Primeiro - Uma pergunta realizada pela colega Jessica, do Resenha São Paulina, instigada por Massis, sobre a politica de acesso de crianças a jogos no Morumbi, além de ter sido muito boa, mostrou um lado humano do presidente São Paulino bem legal e satisfatório. Nesse questionamento, ela citou que até o início da gestão Casares, o São Paulo permitia entrada gratuita de crianças de até 7 anos para assistir os jogos. Essa regra foi alterada na gestão JC, passando a exigir ingresso, independente da idade. Massis ficou surpreso com o questionamento, mas declarou que ele próprio verá essa questão, avaliando possibilidade de mudanças para que “a família volte para o estádio”. Considero muito positiva essa pauta até para a formação de novos torcedores e vejo como boa a resposta e preocupação de Massis com o tema. Segunda - Questionei Massis sobre a declaração do conselheiro José Rubens Macedo, do grupo Força São Paulo (Olten), quando disse, um dia antes da votação que expulsou Dedé: “… Devemos voltar às nossas tradições. Lavar nossa roupa suja em casa. Não nos submeter a influenciadores…”, e perguntei sobre o que ele achou dessa declaração e se ele, Massis, era favorável a velha política de se resolver as coisas intramuros no São Paulo. Sua resposta foi bem direta. Massis disse que a colocação do conselheiro foi inadequada e que ele não vê mais os assuntos sendo resolvidos intramuros no clube. Que é ao contrário, boa parte deles precisam ser expostos para análise da opinião pública. Pode ser que ele tenha dito isso para “agradar” a mídia que lá estava presente. Contudo, independente do que levou ele a responder isso, Massis colocou um posicionamento de impacto sobre o tema, em que, se acontecer o contrário, será duramente cobrado e criticado. Segue o fio 🧶 nos comentários.

Ramoni Artico

16,366 просмотров • 9 дней назад