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Continua que tá dando certo! Prioridade do PT é tentar calar uma manifestação pacífica da direita. A “caminhada pela liberdade”, liderada por Nikolas Ferreira, incomodou tanto que virou alvo de pedido de intervenção estatal. Curioso: quando é militância de esquerda bloqueando rodovias, tudo vira “ato democrático”. O avanço da...

27,217 просмотров • 6 месяцев назад •via X (Twitter)

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Já que esse post virou o assunto da Bolha hoje, fiquei pensando um pouco sobre a questão cultural da "direita" hoje. Dos últimos 10 anos pra cá, a direita é representada, entre boomers, pelo "Monster truck rally"; e entre jovens pelo Gamergate incel - duas culturas essencialmente Low Status. O resultado é que todos os espaços culturais sérios foram apropriados pela esquerda. Em algum momento, ser de esquerda virou sinônimo de ler livros, de ser bem-pensante e educado. O aspiracional virou exatamente a festa do vídeo do Daniel. Para entender um pouco das origens disso, vale voltar à análise que o Tom Wolfe faz em 'Radical Chic' - um longo ensaio sobre a festa organizada pelo Leonard Bernstein (compositor da Broadway) em homenagem aos Panteras Negras. Lendo o texto, fica claro que o movimento de esquerda nas elites tinha uma função de status claro: diferenciar a elite cultural/intelectual da elite econômica. Priests vs Merchants A boa notícia pra gente é que a classe comerciante hoje em dia não é necessariamente de direita como era há 50 anos atrás. 90% da população mundial vive basicamente numa era de pós-escassez e a esquerda virou a defensora do status quo econômico que é basicamente o social-liberalismo. O social-liberalismo é uma grande competição de slop. As grandes empresas produzem ou viabilizam slop e disputam entre si quem é melhor em vendê-lo. Mídia e advertising são os maiores negócios do mundo (essa é toda a fonte da receita do Google, Facebook, TikTok). Ao mesmo tempo, o dinheiro oriundo da taxação dessas empresas financia o welfare da população que usa seus produtos. É uma grande gincana sem significado. Nesse mundo de massificação extrema, a "contracultura" acaba sendo o luxo com discrição. A estética 'old money' que surgiu no TikTok é um prenúncio disso; grandes marcas como Channel e Hermés começaram a criar clubes de leitura e até comprar editoras. Podemos ter uma nova cultura de direita que seria right-wing coded? Essa festa que achei no TikTok dá a entender que sim. Mas precisamos pensar mais sobre isso: a "vitória cultural" da esquerda é um processo de décadas, talvez séculos, com algumas poucas exceções no meio do caminho como o Brasil dos anos 50. O século 20 estava repleto de grandes artistas e filósofos de direita, de Salvador Dali a Jorge Luís Borges - por que, então, virou consenso que essa classe é de esquerda? Como isso se tornou high status? Uma nova matriz cultural precisa ser imposta de cima pra baixo, inclusive para a militância de qualquer movimento político de direita. Esse é um dos projetos mais importantes dos próximos anos.

Eumenes

11,338 просмотров • 7 месяцев назад

É por isso que se borram de medo e precisam matar o Presidente Bolsonaro! Quando você duvidar do mau-caratismo da grande imprensa, e de políticos de esquerda observe como eles passam pano para Maduro. Veja as imagens de pessoas comuns comemorando a liberdade e compare com a narrativa oficial. Nada — absolutamente nada — do que vem da mídia tradicional deve ser aceito sem desconfiança. Onde a Globo e seus satélites estiverem alinhados com a esquerda, eu estarei do lado oposto. A história já mostrou demais para fingirmos ingenuidade. Quem fala em “moderação” geralmente já abriu mão da própria vontade de ser livre. O teatro das tesouras voltou com força total. O velho truque retórico de que “a polarização precisa acabar” reaparece sempre que o sistema precisa desarmar você — e vai funcionar, se você permitir. Os chamados moderados não querem liberdade; querem poder. E muita gente continua se deixando enganar por frases como “a imprensa está acordando” ou “dessa vez a imprensa acertou”. Não me façam rir. Não é a imprensa que está despertando — é você que ainda está dormindo. Eu quero um país livre de covardes e tiranos. O Brasil é do povo brasileiro. Não é de políticos, não é de partidos, não pertence a oligopólios financeiros, não pertence a grupos de mídia, nem a artistas vendidos a todos eles. É por isso que Jair Bolsonaro é tão perseguido. É por isso que muita gente da direita torce o nariz, chama-o de radical, ridiculariza: “ain, o Bozo fala palavrão”, “ain, o Bozo é genocida”, “ain, o Bozo é homofóbico”. No fundo, o que existe é medo. Muito medo de um homem que tem coragem de dizer o que ninguém diz: que o Brasil dorme distraído e ludibriado, sem perceber que está sendo subtraído por diálogos cabulosos e tenebrosas transações, feitas longe do olhar do povo. AQUI É JAIR BOLSONARO PORR@@@@

MarioFrias

59,152 просмотров • 7 месяцев назад