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🚨 CURIOSIDADE: Bebe precisou vender a música para poder lança-la (como ft). Bebe estava na plateia, se assustou ao perceber que sua música seria apresentada. Porém, como grande fã de Britney, se sentiu lisonjeada, mas, triste por não ter sido informada. Bebe não é azarada!💗

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O maior problema da teoria de Adorno são os adornianos da opinião pública. Esses intelectuais usam Adorno simplificada (as vzs inconscientemente) para deslegitimar e problematizar gêneros musicais ou até dizer, como o Safatle já disse, que "É o fim da música". O Adorno que eu leio não é tão “fim dos tempos’ assim. No Fetichismo da Música e Regressão da Escuta, Adorno já começa dizendo algo mais ou menos assim: "falar em decadência musical é coisa mais velha que andar pra frente". Pois é, certos intelectuais atrapalham o entendimento do que Adorno trouxe e "indústria cultural" não é um adjetivo usado para inferiorizar gêneros musicais, é uma análise de como TODA A ARTE é vendida e consumida no capitalismo. E isso vale até pra música clássica! Adorno, assim como o doido do Thiagson, também era bem crítico da música clássica de seu tempo. Enxergamos como contraditório o que ainda não conseguimos estabelecer alguma conexão. Adorno não é um inimigo do Funk ou do Sertanejo, ele tem umas ideias que podem nos ajudar. E vamo continuar ouvindo! Pq funk e gostoso demais! Ninguém lê o mesmo livro, ninguém vê o mundo da mesma forma, afinal, o aprendizado é um processo autoral. Não se vê o mundo como ele é, mas vemos o mundo como somo. O Adorno que leio não é igual ao que muita gente de esquerda fala dele. Não se trata de defender Adorno, até porque o capitalismo mudou e as formas de se comercializar arte mudaram que contrariam muito a teoria do Adorno, teoria que nunca foi testada na pratica, como mostrou a Tia DeNora. Mas, se trata de conectar mundos e pensamentos. Aliás, outra coisa que ninguém diz sobre Adorno é que ele "é um obstáculo pra análise Marxista da música", como escreveu Adam Krims… Adorno acreditava no poder da música. É como se a música pudesse transformar a sociedade, ao contrário do que uma análise materialista diria: "é a organização social é quem define a música" Chega de surpresas por hoje! Vamos às referências. Dialética do Esclarecimento de Adorno e Horkheimer Fetichismo na Música e Regresão da Escuta de Adorno After Adorno de Tia DeNora Marxist music analysis without Adorno: popular music and urban de Adam Krims

Thiago B. A. de Souza (Thiagson)

25,827 Aufrufe • vor 1 Jahr

Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 Aufrufe • vor 8 Monaten

É chocante ver como a cultura pop mudou: em 1986, Madonna revoltou abortistas ao lançar uma música condenando o aborto e defendendo a vida. Na canção "Papa Don't Preach" (parte de seu terceiro disco "True Blue"), a cantora contava a história de uma adolescente grávida de um homem que a abandonou, decidida a manter seu bebê e não abortar. Ela canta: "Você me alertou, entrei em uma confusão enorme. Por favor, papai, não brigue comigo, estou muito encrencada, mas já decidi, vou ter o bebê. Meus amigos pedem para eu desistir (abortar), dizem que eu tenho que curtir a vida, mas preciso de um bom conselho, papai, não brigue comigo. Já decidi, vou ficar com o bebê." Um dos maiores sucessos de sua carreira, a música liderou a parada Billboard Hot 100 por duas semanas e fez sucesso no mundo todo. Assim, é óbvio que os defensores do assassinato de bebês inocentes ficaram revoltados. Na época, a instituição de esquerda Planned Parenthood, que usa dinheiro público para realizar abortos, se revoltou. Em uma entrevista ao New York Times, o diretor Alfred Moran afirmou: "Madonna oferece o caminho para a eterna pobreza às adolescentes, sugerindo que ter um bebê é a coisa certa a se fazer. Essa música é muito destrutiva." Moran também anunciou que a organização estava tentando censurar a música, impedindo que rádios e canais de TV tocassem a música e exibissem seu videoclipe, além de exigir que a gravadora Warner Bros. Records ajudasse a financiar abortos (como "desculpa"). Consultada sobre isso, Madonna afirmou que não tomaria um lado político, dizendo que sua única função era cantar. É óbvio que não estou dizendo que a cantora é cristã ou defensora da vida; nada disso. Ao longo de sua carreira, Madonna mostrou exatamente o contrário, defendendo todo tipo de barbaridade (como o aborto). Mas um fato como esse é importante para que entendamos como a guerra cultural se configura, ficando cada vez mais intensa e degenerada ao longo das últimas décadas. Antes havia espaço para vozes dissidentes da extrema esquerda, mas hoje seria impossível ter uma estrela pop sequer lançando qualquer conteúdo anti-aborto. Nos anos 80, as coisas eram diferentes. E mesmo após ser revelado que a instituição vende partes desmembradas de bebês mortos (sim, isso mesmo), a Planned Parenthood segue firme na defesa do assassinato de bebês, usando suas grandes conexões com o Partido Democrata e Hollywood.

Paulo

330,312 Aufrufe • vor 2 Jahren