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DA SÉRIE: Esse vídeo me quebra. O PODER DO GANHA-GANHA Sigam Vozes do Brasil O QUE ACONTECEU Um influenciador encontrou um restaurante vazio. Entrou, almoçou, gravou um vídeo, pagou e divulgou o negócio, sem cobrar nada. Dias depois, voltou ao mesmo lugar e encontrou um cenário bem diferente. O...

261,458 просмотров • 13 дней назад •via X (Twitter)

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🇧🇷 DA SÉRIE: Este vídeo me quebra. Sigam Vozes do Brasil Toda vez que um empreendedor conta sua história, ela se parece com a de milhões de brasileiros. São pessoas que abriram um negócio assumindo riscos, investindo o próprio dinheiro e enfrentando uma das maiores cargas burocráticas e tributárias do mundo. É esse empreendedor que hoje responde por grande parte dos empregos formais gerados no país. Durante décadas, o Brasil apostou em políticas voltadas para grandes grupos econômicos, com crédito subsidiado, incentivos fiscais e a estratégia dos chamados “campeões nacionais”. Enquanto isso, milhões de pequenos e médios empresários continuaram enfrentando dificuldades para abrir empresas, contratar, investir e crescer. Para quem empreende, as prioridades costumam ser claras: 1️⃣ Menos burocracia para abrir, manter e expandir um negócio. 2️⃣ Um sistema tributário mais simples, transparente e previsível. 3️⃣ Segurança jurídica para investir sem o receio de mudanças constantes nas regras. IMPACTO Toda economia precisa de regras. A discussão é qual deve ser o papel do Estado. Uma visão defende uma atuação mais ativa do governo, com incentivos e políticas industriais para determinados setores. Outra entende que o Estado deve concentrar seus esforços em criar um ambiente mais simples e competitivo, permitindo que as empresas disputem mercado em igualdade de condições, sem escolher vencedores. Independentemente da visão adotada, quem costuma sentir primeiro o peso da burocracia, dos impostos e da insegurança regulatória é o pequeno e médio empreendedor. Em um país onde pequenas e médias empresas geram grande parte dos empregos, qual deve ser a prioridade: ampliar a atuação do Estado na economia ou criar um ambiente mais simples para quem empreende? 🎥 Instagram: walter_folly

Vozes do Brasil

34,942 просмотров • 15 дней назад

O vídeo de um rapaz fazendo um desabafo sobre a dificuldade de enriquecer, ou mesmo de sobreviver, no Brasil viralizou porque retrata uma realidade inquestionável. Por que um americano precisa trabalhar em média 22 minutos para comprar um Big Mac, enquanto um brasileiro precisa de quase 3 horas de trabalho? A esquerda aponta para a "exploração". Os ricos explorariam os pobres, logo, o Estado precisa intervir para tomar recursos dos ricos e dá-los aos pobres, promovendo a "justiça social". Ora, se esse fosse o motivo, o pobre do país onde o socialismo avançou menos deveria estar pior. Acontece o contrário: onde o Estado protege propriedade, contratos, concorrência e investimento, e onde tributa e regula sem sufocar a produtividade, os trabalhadores tendem a ter salários reais mais altos. Na prática, o que separa um país rico de um pobre não é o grau de "exploração", e sim instituições que protegem quem produz, em vez de um Estado socialista que vive de capturar quem trabalha. Há muitos motivos para o desastre brasileiro, mas o principal deles é justamente o perfil parasitário da elite política, que escraviza o povo sob a desculpa de promover justiça social. O mais irônico, e trágico, é que o discurso socialista engaja especialmente aqueles que são os mais prejudicados pelas políticas de esquerda. E o problema tende a aumentar. Conforme as dificuldades crescem, a mentalidade interventora segue a sua lógica: é preciso intervir ainda mais. "A pobreza não foi vencida porque a intervenção ainda não foi suficiente." Logo, o Estado eleva impostos e regulações, espremendo ainda mais o grupo cada vez menor de empreendedores que produzem quase toda a riqueza. PS: por que o Big Mac é um bom termômetro? Porque o produto é praticamente idêntico no mundo todo, mesmo sanduíche, mesma montagem, mesmo padrão de qualidade, o que elimina a distorção de comparar coisas diferentes. E porque ele embute, num único item, toda a cadeia de uma economia: carne, pão, energia, aluguel, salário do funcionário, impostos e logística. Medir quanto tempo de trabalho alguém precisa para comprá-lo não revela preço, e sim poder de compra real, ou seja, quanto o salário daquela pessoa de fato rende.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

183,550 просмотров • 1 месяц назад