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Dá uma força em curtir e compartilhar. Metida gostosa e, mão na buceta e a melhor mamada que já ganhei em toda minha vida. Cara, na semana retrasada sai com uma seguidora que se diz tímida no direct, mas de tímida na cama não tem nada, caralho. A vadia...

17,791 views • 1 month ago •via X (Twitter)

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“Deus estava comigo mesmo antes de eu estar com Ele” Vi esse depoimento da Luíza Possi, não a conheço, não sei a história toda, mas me identifiquei muito. Fui chamada de fanática e até de louca quando estava no Brasil. Muitos amigos se afastaram, e sob o olhar humano eu percorri um caminho totalmente solitário. Me chamaram de louca quando deixei para trás um nome estabelecido na profissão, para me “aventurar” nos EUA com uma filha de 11 anos, sem ter certeza alguma do futuro, “virou crente fanática e pirou”, foi o que ouvi. Me falaram que seria muito difícil exercer a minha profissão nos EUA, e que eu acabaria em subemprego. Nunca entenderam que eu nunca caminhei sozinha, que Deus sempre esteve ao meu lado, Ele era meu confidente, o meu amigo e também o autor e o avalista de todas as decisões. Eu o convidei para gerenciar toda a minha vida, para fazer morada em mim, a Ele entreguei tudo o que tenho, o que penso, o que sou, e em troca recebi algo de valor imensurável, a Sua presença. Ter Deus ao seu lado é ter a certeza da vitória, e ela pode não ser hoje, mas será amanhã. Deus não impede que você caia, mas ele te levanta depois das quedas. Todos o que me chamaram de fanática e de louca presenciam as minhas conquistas, um sucesso que não é meu, mas da presença de Deus na vida de uma pessoa. Essa força imensa que brota dentro de nós só tem uma explicação, Ele ! Deus está disponível à todos, sem exceção, basta que o convidem, e Deus já está com você mesmo antes de você estar com Ele. ✨

🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣

58,507 views • 1 year ago

Vamos falar um pouco sobre os mundinhos Kierun Pipittayaphongsa e Pheemanus Tantiburanakorn: Kie não é uma personagem comum como as outras. O modo dela lidar com o mundo e todo mundo é completamente de uma forma particular. Antes da Pock, ela não gostava de manter contatos com as outras pessoas, pelo menos não de um modo que essas pessoas pudessem fazer parte da vida dela. Mas quando ela conheceu a amiga, passou a ter alguém com quem podia compartilhar tudo e era completamente entendida pela Pock. Mas como ela sempre deixou bem claro, ela SEMPRE foi gentil e atenciosa com todo mundo, pois ser dessa maneira deixava as pessoas felizes, mesmo que para ela não fizesse diferença nenhuma em sua vida. Mas quando conheceu a Pheem, ela soube que era verdadeiro assim que bateu o olho. Não é a toa que ela teve dificuldades de se expressar, de falar o que estava sentindo, pois ela nunca precisou ser verdadeira sobre seus sentimentos com ninguém, mas quando se tratava de Pheem, tudo era de verdade. Ela sempre foi charmosa e atraia muito atenção, então meio que levava isso como uma diversão do seu dia a dia, mas nada que fosse realmente levar a sério. Então, quando começou a lidar com seu verdadeiro alguma coisa com a Pheem, a gente pode perceber como ela vai amadurecendo essas atitudes, principalmente com a ajuda da Pock. A Pheem já é outra coisa completamente diferente. Ela teve uma infância difícil, onde praticamente foi criada pela rigidez e ausência do pai e pela prima, depois que foi morar com eles. Ela sempre foi impedida de fazer tudo que queria, pois pelos olhos do pai ela precisa ser perfeita para poder herdar a empresa da família no futuro. Com isso, sempre que ela queria algo, precisava fazer tratos dando algo que o pai desejava em troca de viver o que queria. Isso foi muito bem falado e visto na série. Agora a gente mergulha na relação das duas, onde uma é privada de fazer TUDO por causa do pai e pelo receio dela de acabar sozinha por ser apenas ele que tem como família e temos a Kie que é péssima em se comunicar e, quando sente algo que não consegue expressar, simplesmente se esconde no próprio mundo para acalmar os turbilhões de sentimentos ruins que sente. Estamos lidando com duas personagens REAIS com vidas totalmente diferentes, que sempre buscam se encaixar na vida da outra, mesmo que seja dificil pelas coisas ao redor. E não, a Kie nunca flertou com a Sine. Se você for ver pelos OLHOS DA KIE, a única coisa que ela buscava em Sine era alguém que pudesse conversar de qualquer coisa que não fosse do que ela estava fugindo naquele momento. Sine talvez seja uma das garotas com segundas intenções que talvez ela mais se importou, mas nunca a enxergou com qualquer outros olhos que não fosse a vontade de tê-la como amiga. #รักปากแข็ง #SWSHGL

NICOLAS | JURÍDICO KIEPHEEM

42,998 views • 11 months ago

Confira o emocionante relato de Atticus sobre o dia em que ele dividiu o palco com Lady Gaga. 🖤 "Eu comecei a dançar no meio da multidão. No momento em que ouvi ela dizer: 'Ok, me traga o de laranja, venha para o palco.' Não havia mais ninguém de laranja ao meu redor. Então, eu empurrei a multidão até a frente do palco. Eu estava provavelmente na metade do caminho para trás. Comecei a escalar a barreira, e os seguranças tentavam entender o que estava acontecendo. Eles me ajudaram a subir para o palco. 'Apagão' não é a palavra certa, porque eu estava tão consciente. Consigo ver o palco, vejo as escadas, vejo as luzes. Eu já tinha dançado isso o suficiente, confiava em mim para saber como fazer. Então, tentei me encaixar com os dançarinos, eles fizeram um trabalho incrível de me guiar, há partes do vídeo onde eles me indicam para qual direção ir. E então, de repente, paramos na frente e as luzes se acendem, o grito acontece, coisas começam a ser jogadas no palco. Eu aproveitei a oportunidade, alguém jogou um grande buquê de flores. E isso não é uma encenação. De novo, no piloto automático, eu não pensei. Me ajoelhei, segurei as flores para ela. E, de repente, ela me beijou. Nunca na vida imaginei que beijaria a Gaga. Bem, agora já posso dizer que fiz isso. E agora? Volto para a multidão? Como encontro meus amigos? A Gaga me pega pelo braço. Aí é que acontece a verdadeira mágica. Gaga diz para o segurança dela: 'Pega para ele uma pulseira, eu quero falar com ele depois do show.' O segurança me leva aos bastidores. Fui recebido por, quero dizer, os dançarinos são maravilhosos. Ainda falo com alguns deles até hoje. Eles vieram e começaram a me parabenizar, o que foi super legal. Eu conheci todos eles. E depois, eles me levaram até a Gaga, que entrou e disse: 'Meu Deus, você é tão fabuloso!' Isso mudou a minha vida. E começamos a conversar, tiramos uma foto, ela assinou minha jaqueta e eu ainda tenho a jaqueta até hoje, aqui mesmo, a famosa jaqueta laranja. E na parte de trás, está escrito "Work it, Scheiße!". Passei a noite toda colocando essas tachinhas. Eu realmente roubei isso de uma garota da escola e mandei uma mensagem para ela no Facebook perguntando: 'Posso ficar com ela?' Porque eu mudei a jaqueta. Foi uma experiência mágica. Então, voltamos para Austin. As coisas pareciam normais, exceto pelo fato de que eu não via a hora de contar essa história para alguém. Acordei na manhã seguinte, meio grogue, tinha ficado a noite toda acordado, e meu celular tinha tipo 4.000 notificações, meu Facebook explodiu, eu tinha 600 solicitações de amizade, estava tomando café da manhã e todo mundo já sabia meu nome, o que foi tão louco."

Lady Gaga Source

31,404 views • 10 months ago

As Marcas que o Tempo Não Apaga Havia no tapete uma “obra de arte” que ela não pediu para desenhar. Linhas vermelhas, tortas, livres, a grafia imperfeita de quem ainda não sabe que o mundo tem bordas. A criança chorava no canto da sala, esperando a tempestade. E a mãe ficou ali parada, olhando para aquele risco comprido que atravessava o branco como uma ferida pequena, e sentiu dentro do peito a coisa estranha que é amar alguém que ainda não entende o que custou aquele tapete. Quantas vezes eu pedi. Mas a pergunta, feita em voz alta, já era outra coisa, não raiva, não exatamente. Era o cansaço de quem ama demais e dorme de menos. Era a roupa que não acaba, o chão que não fica limpo, o nome sendo chamado sem parar como se ela fosse uma fonte e não uma pessoa. Thomas S. Monson disse uma vez algo que parece simples até o dia em que deixa de ser: as marquinhas de dedos em cada superfície recém-limpa, os brinquedos espalhados, as pilhas de roupa, vão desaparecer. E você vai sentir muita falta. A mãe não acredita nisso numa terça-feira de manhã com café frio e atraso na escola. Ela acredita numa noite de domingo, quando a casa está quieta demais, e ela passa pela sala e vê o tapete já limpo, já branco de novo, e sente, sem entender direito de onde vem, uma espécie de luto pequeno. Porque o risco sumiu. Porque a criança cresceu um pouco mais. Porque o tempo não pede licença e não devolve nada. Clarice escreveu que “amar é uma espécie de desaprender.” Talvez seja isso. Desaprender a precisar que tudo fique no lugar. Desaprender a contar as vezes que pediu. Aprender, no lugar disso, a olhar para o caos com os olhos levemente fora de foco, até que a bagunça vire abundância, até que o risco vire arte, até que a voz que chama o nome dela pela décima vez num dia se torne, mais tarde, a coisa que ela mais vai querer ouvir. O tapete vai ficar limpo de novo. E ela vai desejar, com uma dor que não tem nome, que alguém riscasse tudo outra vez. “A maternidade é a maior criação, e a que mais escapa das nossas mãos, dia após dia, em pequenas e irreversíveis despedidas.”

JAMES WEBB

75,889 views • 3 months ago

Hayley sobre Future: "Tinha uma música que a gente costumava tocar. Era a última faixa do álbum autointitulado, chamada Future. E nós realmente só tocamos ela por um período, naquela turnê e acho que no cruzeiro que costumávamos fazer. A música se chamava Future e era meio que nós abraçando aquela parte fracassada da gente, aquela que só quer guitarras pesadas e arrastadas… A música dura, sei lá, quantos minutos? Quero dizer 11 minutos, mas não sei se chega a tudo isso. E decidimos fazer exatamente isso no palco. Chegamos até ao ponto de reproduzir aquela coisa do The Smiths, em que eles abaixam totalmente o volume e depois ele volta aos poucos. A gente fez isso na mixagem. Toda noite eu chorava em algum momento, sem entender exatamente o motivo. Às vezes acho que a música nos permite entrar em contato com uma espécie de sentido profético ou intuição. Existe uma razão para nos conectarmos com músicas específicas - e não precisam ser músicas que você escreveu. Acho que existe uma razão para você ter conexão com o seu artista favorito, sabe? Mas, para mim, com essa música em particular, eu não percebia o quão profética ela era. Porque eu pensava: 'Já passamos pelo pior, já vimos de tudo. Perdemos membros da banda e essa é a pior coisa que poderia acontecer comigo.' E então Future foi escrita depois disso… e, caramba, minha vida ficou ainda mais louca depois. Sinto que meu corpo já sabia disso, e é por isso que aquela música era tão catártica todas as noites no palco. Eu tinha dificuldade até de olhar para o público. Mas eu também amava aquilo, sabe? Eram lágrimas boas."

Paramore Brasil

48,444 views • 2 months ago