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▶️ Daniela Lima: "clima no Supremo é de guerra", dizem ministros Em conversa com cinco integrantes da Corte, jornalista relata que Fachin soube apenas informalmente, ontem, da ordem de Mendonça para a PGR se manifestar sobre achados da PF envolvendo Moraes.

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Crise no STF - A crise no STF - Supremo Tribunal Federal escalou nesta quinta-feira (3). Dois dias depois de ser citado como destinatário de dezenas de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes, em um ato de retaliação, pediu a abertura de uma investigação contra o colega André Mendonça. No documento, Moraes afirma que há fortes indícios de abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos inquéritos que apuram as fraudes do Banco Master e os descontos ilegais no INSS. O presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin, se manifestou nesta quinta-feira (3): disse que quer ouvir Moraes e Mendonça em cinco dias úteis. A Transparência Internacional cobrou uma investigação imediata e independente. Já o decano do Supremo, Gilmar Mendes, defendeu que delegados da Polícia Federal sejam impedidos de trabalhar nos gabinetes dos ministros. A proposta foi feita durante uma conversa com o presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin. Gilmar Mendes defendeu que delegados da Polícia Federal sejam proibidos de atuar nos gabinetes dos ministros como servidores cedidos. A informação foi divulgada primeiro pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo. Atualmente, dois delegados da PF assessoram o ministro André Mendonça em casos como o do Banco Master e das fraudes no INSS. O ministro Alexandre de Moraes também é assessorado por dois delegados da PF. Segundo interlocutores, André Mendonça resiste à proposta de retirada dos delegados. Esse foi um dos motivos da tensão entre ele e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que defende a saída dos delegados dos gabinetes. As 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro para Alexandre de Moraes vieram a público na terça-feira (1º), quando o ministro relator André Mendonça retirou o sigilo. Nelas, segundo o relatório da Polícia Federal, Vorcaro pede conselhos e ajuda ao ministro para conter ações da PF e do Ministério Público Federal contra o Banco Master. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a nulidade da investigação. Segundo Gonet, que é citado no relatório em mensagens que mostram proximidade com Vorcaro, Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem autorização do plenário do Supremo para investigar outro ministro da Corte. No Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, já deixou claro que não pretende abrir o processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Veja mais no #g1. #notícias #stf #alexandredemoraes #andrémendonça

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