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Daniela Lima traz à tona: André Mendonça extrapola. Despacha direto com delegados dos casos Master e INSS, orienta linha de investigação, cobrou dados sobre Roberta Luchsinger e colocou a PF no próprio gabinete. Nada disso é praxe. Nem Moraes foi tão longe, dizem colegas dele.

172,396 次观看 • 4 天前 •via X (Twitter)

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O cerco contra Lulinha começa a se fechar em Brasília. O que começou como uma investigação sobre fraudes bilionárias no INSS agora avança perigosamente em direção ao núcleo da base governista - e já provoca forte tensão dentro do Palácio do Planalto. A Polícia Federal confirmou a substituição do delegado que conduzia o inquérito responsável por pedir medidas investigativas contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A troca ocorreu justamente no momento em que a investigação aprofundava suspeitas sobre movimentações financeiras, contratos e conexões empresariais envolvendo pessoas próximas ao filho do presidente. A mudança causou incômodo imediato no ministro do STF André Mendonça, relator do caso. Segundo relatos publicados pela imprensa, Mendonça sequer havia sido previamente informado da alteração no comando da investigação e convocou reuniões para exigir explicações da PF de Andrei Rodrigues. Testemunhas afirmam que o ministro demonstrou preocupação com possíveis interferências políticas e com o impacto da troca em negociações de delações e acordos em andamento. O ponto mais sensível da investigação envolve a empresária Roberta Luchsinger, apontada em relatórios e quebras de sigilo autorizadas pelo próprio André Mendonça. Nos bastidores de Brasília, circula a informação de que Roberta teria enviado recados ao núcleo político do governo afirmando que, caso fosse abandonada, “todo mundo cairia junto”. A frase jamais foi oficialmente confirmada, mas passou a ser repetida em rodas políticas, jurídicas e dentro do Congresso. Hoje, parte decisiva desse tabuleiro está nas mãos de André Mendonça. É ele quem controla decisões centrais sobre compartilhamento de provas, validade de medidas cautelares, delações e desdobramentos da investigação. E, pela primeira vez em muitos anos, Brasília começa a discutir abertamente um cenário que até pouco tempo parecia impensável - a possibilidade real de o filho de Lula entrar no radar de uma eventual prisão cautelar. Veremos quais serão as cenas dos próximos capítulos.

Karina Michelin

21,174 次观看 • 2 个月前