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Ana Sayfaya Dön

Decano do STF e uma das vozes mais influentes da República há mais de duas décadas, o ministro Gilmar Mendes entende que, passada a tormenta institucional do governo Jair Bolsonaro, os dois primeiros anos de Lula no Palácio do Planalto “restabeleceram a civilidade e normalizaram as relações entre Poderes...

204,585 görüntüleme • 1 yıl önce •via X (Twitter)

11 Yorum

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Renata Barreto1 yıl önce

Tudo errado: ministro do STF dando declarações de cunho politico partidário; mentindo que nunca houve invasões ou depredação; mentindo sobre normalidade institucional quando as leis brasileiras estão sendo sumariamente ignoradas pelo STF… é uma vergonha e o jornalista, que deveria rebater isso em prol do jornalismo sério, faz cara de apaixonado pro ministro que outro dia inaugurou uma rodovia junto ao governador do MT… olha, o Brasil não é pra amadores mesmo….

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VOZ1 yıl önce

"The Democratic Party's actions had left many U.S. citizens feeling humiliated. Signs of a Trump victory were proclaimed well before Biden withdrew from the race. The voters had had enough." 📝 @KarinaLMariani

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Ivanildo Terceiro 🔸🌐1 yıl önce

Guilherme, já que você tava falando sobre a imagem internacional do Brasil, por que não perguntou o que o eminente ministro achou dessa reportagem do jornal de negócios mais importante da Alemanha? Cito pois o Ilustríssimo Ministro deve ter lido, já que é fluente em alemão.

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Indignado1 yıl önce

Você não é o cara que incriminou o Felipe Martins com uma Fake News? Esse caso não está esquecido pelos americanos.

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Paulo1 yıl önce

Tem algo errado nisto. Veja, eu suponho. @guilherme_amado

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Liberalismos1 yıl önce

Sim, estamos vendo o retorno à normalidade. PS: imagem meramente ilustrativa

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Bob Fields Opressor1 yıl önce

Semana passada alguns dos jornais mais importantes do mundo fizeram matérias criticando o STF. A posição internacional do Lula não agrada nem mais os puxa-sacos da União Europeia. Leitura completamente errada da realidade.

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Aroldo Ross1 yıl önce

Qual moral tem o GILMAR?

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José1 yıl önce

Alguém manda o vídeo, onde esse vagabundo diz que o PT roubou bilhões pra se perpetuar no poder!

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Pablo fire🔥mouth1 yıl önce

O mesmo Gilmar Mendes que fez essas declarações!!!

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AntonioGarciaS. Deus-Pátria-Família e Liberdade.1 yıl önce

Civilidade subiu a rampa. O PT representado. O cabaré, os pets, o índio Tupinambá, a periferia. Só não sentaram na mesa do banquete, exceto a primeira dama. Estão comendo abóbora no lugar da picanha.

Benzer Videolar

O senador brasileiro Flávio Bolsonaro intensificou as críticas ao presidente Lula da Silva durante visita oficial a Israel, onde participa da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo e se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Em declarações públicas, Flávio denuncia Lula de promover uma falha moral profunda na política externa brasileira. “Sob o governo do presidente Lula, a política brasileira sofreu uma profunda falha moral. Deixe-me ser bem claro: Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é um exagero. Isso se baseia em suas ideias, suas palavras e suas ações”. Segundo o senador, o atual governo teria rompido com a tradição diplomática brasileira de equilíbrio e respeito institucional, adotando uma retórica que ultrapassa a crítica política legítima e passa a demonizar o Estado de Israel. Para Flávio Bolsonaro, declarações recentes de Lula sobre o conflito no Oriente Médio - especialmente comparações envolvendo o nazismo - extrapolam o campo diplomático e se alinham a narrativas historicamente associadas ao antissemitismo, o que gerou forte reação do governo israelense e de comunidades judaicas ao redor do mundo. A presença de Flávio Bolsonaro ao lado de Netanyahu, em um fórum internacional dedicado ao combate ao antissemitismo, funciona como um desmentido simbólico da política externa do Planalto. Enquanto o governo brasileiro acumula constrangimentos diplomáticos, isolamento e desgaste moral, a oposição busca ocupar o espaço deixado pelo vácuo ético, apresentando-se como defensora da liberdade religiosa, da memória histórica e dos valores civilizatórios do Ocidente. O contraste entre duas visões antagônicas de política externa é claro: de um lado, um “governo” que flerta com regimes autoritários, relativiza o terrorismo e ataca aliados históricos; de outro, uma oposição que recorre ao cenário internacional para denunciar a corrosão moral da diplomacia brasileira e o abandono dos princípios que, por décadas, sustentaram a credibilidade do Brasil no mundo.

Karina Michelin

15,801 görüntüleme • 7 ay önce

Em entrevista ao podcast As Cunhãs, o líder do governo Lula na Câmara, José Guimarães, expôs com clareza o funcionamento interno do poder petista e afirmou que a ministra Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, “vai meter a faca” nos cargos do Centrão — acrescentando que a ordem teria partido do próprio presidente Lula. “Eu tava na reunião com ela e o Lula. Lula disse: ‘Gleisi, você agilize, viu? E mexa no vespeiro da Caixa Econômica pra começar”. A fala, dita em tom de naturalidade, é um dos mais graves autogolpes de sinceridade da atual gestão; o líder do governo admite que a Caixa Econômica Federal - uma instituição financeira pública - está sendo usada como instrumento de barganha política e eleitoral. A declaração de Guimarães confirma o que há anos é denunciado nos bastidores de Brasília: o uso de estatais, cargos e verbas públicas como instrumento de controle político e de perpetuação no poder. A Caixa Econômica, responsável por bilhões em contratos e programas sociais, seria o novo campo de disputa entre o PT e o Centrão, grupo que sustenta o regime no Congresso. Ao admitir que Lula ordenou uma intervenção direta na estrutura da Caixa, o líder petista expõe uma prática incompatível com os princípios constitucionais da impessoalidade e da moralidade administrativa (art. 37 da Constituição Federal). Em qualquer democracia madura, uma declaração como essa derrubaria ministros, provocaria investigações parlamentares e abriria uma crise institucional. No Brasil, entretanto, a fala passa quase despercebida, o que revela o grau de normalização da promiscuidade entre partido e Estado. A declaração de José Guimarães - figura histórica do PT, ganhou notoriedade no escândalo dos “dólares na cueca” (2005), quando um assessor seu foi flagrado com US$ 100 mil escondidos na roupa e R$ 200 mil em uma mala - é a confissão pública de um projeto de poder que se alimenta do Estado e o trata como propriedade partidária. Quem não se submeter as chantagens será caçado.

Karina Michelin

74,340 görüntüleme • 10 ay önce