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deitada no capô, @Poderoso258 socando fundo na buceta e chupando meus peitos com fome, mordendo os mamilos enquanto eu gemia alto “chupa mais forte”. Corno filmando tudo louco de tesão na rua aberta. #cukcold #cornofeliz #amador #hotwife

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O Daniel Kim/kyu (ex-I-LAND) abriu o coração em um vídeo em seu instagram e relatou os traumas que viveu durante sua participação no programa de sobrevivência I-LAND em 2020, quando tinha apenas 14 anos. "Eu não sei por onde começar isso, mas o K-pop acabou comigo. Acho que a maioria das pessoas me conhece como o garoto de um programa chamado I-LAND. Algumas pessoas podem me conhecer como um 'garoto problemático'. Sabe, eu tinha 13, 14 anos na época em que estava no programa. Sinto que foi ali que aprendi sobre a vida pela primeira vez. Foi muito louco para mim porque, quero dizer, aquele programa me deixou de certa forma famoso. O primeiro motivo pelo qual entrei no programa foi porque eu só queria ser famoso. Eu queria ser outra pessoa, como um cantor. Esse foi o motivo principal de ter entrado no programa. Sei lá, isso me causou um trauma. Ficamos no estúdio por três meses inteiros. Era um estúdio gigantesco e extremamente poeirento. E eles nem me deixavam ligar para os meus pais. Enquanto eu estava no programa, sentia tanta falta dos meus pais. Eu não conseguia ter contato nenhum com eles. Teve uma vez em que eu tive uma crise de pânico também. Eu estava na sala de treino e as câmeras ficavam gravando 24 horas por dia, 7 dias por semana. Meu corpo simplesmente travou e eu não sabia o porquê, mas eu estava chorando. Eu simplesmente corri para o armário, engatinhei para dentro do armário e tudo mais. Aí ouvi passos, era alguém da equipe de produção. Ele me abraçou e disse: '어른들이 미안해' (oreunduri miane), que significa 'Nós, os adultos, pedimos desculpas'. Isso realmente me ajudou muito. Nenhum adulto tinha falado comigo daquele jeito. Sabe, é um programa de sobrevivência, então todo mundo era muito 'hostil’. Começaram a falar mal dos meus pais e de todo mundo. Cara, sabe, eu tinha 14 anos. Fiquei meio chocado ao ouvir aquilo. E teve muito mais coisa. Por que você compartilharia seus sentimentos e tudo mais? Mas eu ainda era o mais novo e era novo demais. Eu era uma criança. De alguma forma, cheguei à final e saí do programa. Fui para a escola e todo mundo me conhecia. Até quando andava na rua, me pediam fotos e tudo mais. Foi demais para mim naquela época." #DanielKim #김다니엘 #kyu #ILAND #아이랜드

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3,643,499 Aufrufe • vor 20 Tagen

Em entrevista para Alfonso Herrera, Anahí relembrou os graves problemas de saúde que enfrentou durante a Soy Rebelde Tour. Ela contou que perdeu a audição temporariamente, contraiu covid durante a turnê e, posteriormente, influenza. Em São Paulo, começou a sentir fortes dores nas costelas e acreditou que pudesse estar novamente com covid ou até dengue. Após realizar exames, foi diagnosticada com uma grave infecção nos rins e recebeu a orientação médica de ser internada imediatamente. "Eu disse: 'Como assim eu não vou ao show no Brasil? Como você acha que eu não vou? Estou esperando há 10 anos para voltar, como você acha que eu não vou ao show?' Fui para o show com uma dor que as mulheres que já foram mães vão me entender. Isso doeu mais do que dar à luz meus dois filhos. Foi a pior dor que já senti na vida. Durante o show eu começava a sentir cada vez mais dor. Eu via os fãs preocupados comigo, pedindo para eu ir embora. A ambulância estava lá desde a primeira música e o médico dizendo: 'Vamos embora'. Meu marido estava lá e o médico disse a ele: 'Ou eu a levo agora, ou hoje não posso me responsabilizar se acontecer alguma coisa'. E eu respondia: 'Não, não, não'. Quando faltavam apenas três músicas para terminar o show, eu simplesmente não aguentei mais. Me colocaram na ambulância e fomos para o hospital. No dia seguinte foi o único show que eu não consegui fazer e eu me senti horrível. Eu estava lá, internada, tomando soro, assistindo a tudo. Eu disse: 'Não sei como vocês vão dar um jeito nisso, mas eu vou fazer o último show'. Me deram morfina porque eu não aguentava a dor. Me aplicaram morfina e eu consegui fazer o último show no Brasil. A verdade é que, entre a morfina e a dor, não dá para dizer que eu me lembro de tudo com clareza, porque é um medicamento muito forte. Eu me sentia como se estivesse flutuando em uma nuvem, mas consegui fazer o show. Meus dois filhos foram e cantaram 'Rebelde'. Eu saí de mãos dadas com os meus dois filhos e foi assim que me despedi do Brasil."

Todo RBDmaníaco

56,483 Aufrufe • vor 2 Monaten

Dez anos. 10 finais de CBLOL. 7 títulos, sendo 4 consecutivos. Diversos prêmios individuais e um Rift Rivals. Quando eu olho pra esses números, eu não vejo só conquistas. Eu vejo tudo que eu vivi. Tudo que eu abdiquei. Toda a cobrança. Todos os momentos bons e, principalmente, os difíceis que me trouxeram até aqui. O CBLOL segue sendo uma parte muito importante da minha vida. E é justamente por isso que esse momento não é fácil. Chegou a hora de me afastar por um período indeterminado. Esse ano foi um dos mais difíceis da minha carreira. Eu realmente acreditava muito no projeto, no que a gente poderia construir junto. Mas, com o tempo e os acontecimentos, tudo foi tomando um rumo diferente do que eu esperava e do que eu acredito. No meio disso tudo, eu comecei a me sentir cada vez mais deslocado dentro da equipe, principalmente em relação à comissão técnica. Vieram as divergências, os conflitos… e, por mais que eu tentasse insistir, eu já não me sentia mais parte daquilo. Pra quem sempre se cobrou tanto, que sempre viveu isso intensamente, é muito difícil aceitar quando você não acredita mais no caminho que está sendo seguido. Isso desgasta. Isso pesa. E, no fim, algumas relações também acabam sendo afetadas. Por tudo isso, a decisão foi me afastar da equipe por um tempo indeterminado. Pode ser pouco tempo… pode ser mais. Eu realmente ainda não sei. E, sendo muito sincero com vocês: eu também não sei o que vem pela frente. Ainda não tive tempo de parar e entender tudo isso. Ainda estou processando. Mas uma coisa é importante deixar claro: isso não é uma despedida. Eu sigo competindo. Sigo com fome de vitória. E sigo trabalhando pra voltar ainda melhor. O que eu sei é que, até o último momento, eu vou continuar fazendo o que sempre fiz: dar o meu máximo. Neste sábado, eu ainda entro em jogo para representar vocês na última rodada do Primeiro Split do CBLOL 2026 e podem ter certeza de que vou dar tudo de mim. Vocês ainda vão me ver. Seja em live, seja criando conteúdo, seja evoluindo e me preparando para o que vem pela frente. Meu vínculo com a paiN continua, e eu só tenho a agradecer. A quem torceu, a quem acreditou… e até a quem torceu contra: vocês fazem parte dessa história. Nada disso existiria sem vocês. De verdade, obrigado por estarem comigo, principalmente agora. Espero poder contar com vocês mais uma vez. Sábado, às 13h. Mais um jogo, e não o último.

Robo

589,312 Aufrufe • vor 4 Monaten