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Ana Sayfaya Dön

🇫🇷 DISCURSO LEGENDADO: Macron dissolve Parlamento francês após derrota pra a extrema-direita nas Eleições Europeias. Ele afirmou que a decisão foi difícil, mas necessária para dar uma resposta à “ascensão dos nacionalistas e demagogos”, que ele considera um perigo tanto para a França quanto para a Europa. “A extrema-direita...

2,118,873 görüntüleme • 2 yıl önce •via X (Twitter)

8 Yorum

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me chama de dólar2 yıl önce

Ou seja, eleição só vale quando a esquerda ganha

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Especialista em Qualquer Assunto2 yıl önce

Que clima agradável para se fazer uma olimpíada

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bipolado2 yıl önce

Ele não está tão preocupado com o povo francês. A questão é que a França é a porta de entrada desses nacionalistas na UE e ONU. O mesmo acontece com a Itália. A ascensão dos nacionalistas no contexto diplomático representa um perigo eminente de guerra na Europa novamente.

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Alex Mura2 yıl önce

No Brasil a extrema direita, na figura de Bolsonaro e afins, baguncou trabalho de anos desde o Plano Real. Passamos pelo abismo.

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Gabriel2 yıl önce

Não dá pra apoiar a extrema direita no Oriente Médio e no Leste Europeu e achar que isso não vai respingar na UE

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Luiara2 yıl önce

Essas pragas estão em todos os lugares.

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President-elect Pato2 yıl önce

Kkkkk…

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amacell2 yıl önce

Sim, extrema direita eh o pior do ser humano, eh o lixo, escória da humanidade

Benzer Videolar

Nesta segunda-feira, 2 de março, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e ao aumento da tensão entre potências globais, o presidente da França, Emmanuel Macron, enviou um recado ao mundo - e escolheu como cenário a base estratégica da Île Longue, onde estão posicionados os submarinos nucleares franceses. Diante da bandeira francesa e tendo ao fundo um submarino da classe Le Triomphant, Macron declarou: “Nosso país possui essa arma extraordinária que é a arma nuclear e faz dela a base de sua segurança.” Ele reforçou que a cadeia de comando é “totalmente clara” e que a decisão final sobre o uso do arsenal cabe “exclusivamente ao presidente da República”: “Na minha qualidade de presidente da República, nunca hesitarei em tomar as decisões que forem indispensáveis para a proteção dos nossos interesses vitais.” Macron afirmou que, caso a França tivesse de utilizar seu arsenal nuclear, “nenhum Estado, por mais poderoso que fosse, poderia escapar”. E foi além: “Nenhum, por mais vasto que seja, sobreviveria.” Destacou ainda que um único submarino estratégico francês - como o que estava atrás dele - transporta um poder de ataque equivalente à soma de todas as bombas lançadas na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo Macron, essa capacidade é quase mil vezes superior à potência das primeiras bombas nucleares. A França é uma das cinco potências nucleares reconhecidas pelo Tratado de Não Proliferação. Seu arsenal se baseia em submarinos nucleares lançadores de mísseis balísticos M51 e vetores aéreos estratégicos. A doutrina francesa é a da dissuasão: a arma nuclear não é concebida para uso tático, mas como garantia extrema contra ameaças existenciais ao Estado. No mesmo discurso, Macron anunciou uma nova doutrina de “dissuasão avançada”, prevendo cooperação com Alemanha, Polónia, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Países Baixos e Grécia, além de coordenação com Berlim e Londres para mísseis de muito longo alcance. Pela primeira vez, Paris admite deslocar temporariamente ogivas para fora do território francês e ampliar o arsenal disponível, numa mudança estratégica que responde à guerra na Ucrânia, ao avanço militar da China e à redefinição das prioridades dos EUA. Com o Oriente Médio em chamas e o risco de ampliação do conflito, a fala de Macron sinaliza que a Europa já calcula cenários mais graves. Quando líderes europeus voltam a falar abertamente sobre o poder absoluto de armas nucleares, o mundo entende que o nível de tensão atingiu um novo patamar.

Karina Michelin

61,135 görüntüleme • 5 ay önce