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🚫Distopia: representação de uma realidade ou sociedade imaginária opressora e aterrorizante.🚫 Mas nesse caso não foi imaginário. Eu vivenciei - ainda que à distância - o nível de psicopatia a que estamos submetidos. Um pai, uma mamãe e um bebê tentando defender seus direitos mais naturais versus agentes estatais...

169,704 просмотров • 1 год назад •via X (Twitter)

Комментарии: 11

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Dennys Deeh1 год назад

Quando o Estado arromba portas para "proteger", algo está muito errado. Forçar uma vacina com recurso pendente é ultrapassar todos os limites. Isso não é saúde, é autoritarismo disfarçado de zelo.

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THE🅾️ ♠️🎲1 год назад

Inúmeros países regrediram nas decisões de utilizar essas "vashits" pelo inumeros efeitos adversos nocivos inclusive. Mas numa republiqueta bananeira dos trópicos o "Estado" arromba porta de cidadãos para "proteger" as crianças. @schmittpaula

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PAULO FERNANDO1 год назад

Parabéns pela atitude, Deputada. E essa tal juiza e esse oficial de justiça tem que ser penalizados por abuso de autoridade.

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Paulo Renato Weimar ( Selo 🇧🇷 )1 год назад

DUAS OPÇÕES:

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TexasAllianceforLife2 лет назад

When TAL Public Policy Analyst Deirdre Cooper's unborn child was diagnosed with Trisomy 18, she never questioned whether to move forward with the pregnancy & birth. As she says, life is always the compassionate answer, even for the hard cases. Hear her & Bosco's full story here.

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Pedro B1 год назад

A ditadura da toga fez escola. Agora muitos juízes de instancias inferiores têm seus rompantes ditatoriais. Sentem-se bem por exercer força e poder, mesmo que de forma ilegal. Quem cumpre ordens ilegais de ditadores, na prática, abandona seu cargo e se torna capanga.

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Walter Sassaki1 год назад

Essa pandemia trouxe à tona centenas, senão, milhares de pequenos ditadores, obrigando e controlando as pessoas por mero capricho, tem volta, Julia???😔

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Antonio da Matta1 год назад

A tirania só entende uma linguagem Não podemos nos submeter a violência estatal O burocrata tem que entender que tem limites, que não é uma divindade….

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Yolanda Rodrigues1 год назад

Ou seja queriam levar a criança e matar, e depois dizer que foi um efeito colateral.

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Priscila Freire1 год назад

Quando inúmeros bebês e crianças começarem a morrer por conta da vacina o que será feito ?

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Giovani Iemini1 год назад

Tinha que mostrar a cara desse oficial de merda.

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Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.
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Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.

William Alves

793,059 просмотров • 1 год назад

Nesta quinta-feira, 26 de março, uma jovem de 25 anos será submetida à eutanásia na Espanha. O procedimento está marcado para as 18hs ( hora local), em um hospital na Catalunha. E o que torna essa história ainda mais perturbadora é que, há apenas quatro dias, ela apareceu em uma entrevista lúcida, bem apresentada, falando com clareza diante das câmeras - não como alguém no fim, mas como alguém ainda ali, ferida, envolta em uma tristeza infinita. Noelia Castillo Ramos carrega uma trajetória que não cabe em simplificações, ela foi vítima de uma agressão sexual brutal. Em 2022, tentou tirar a própria vida e sobreviveu, mas a sobrevivência veio acompanhada de uma lesão que a deixou paraplégica. Desde então, sua vida passou a ser atravessada por dor física, limitações severas e sofrimento psicológico persistente. Entre tratamentos, disputas judiciais e a oposição do próprio pai, o caso avançou até chegar ao ponto mais irreversível de todos - a autorização para sua morte assistida. Hoje, em um quarto de hospital, médicos se preparam para executar o procedimento dentro da legalidade, com a administração de substâncias que levarão à parada respiratória. Ela pediu para estar arrumada e sozinha. Do lado de fora, o mundo começa a reagir. Nas redes sociais, milhares de pessoas formam uma corrente de mensagens, tentando alcançar alguém que, talvez, já tenha tomado sua decisão. Há uma tentativa coletiva de romper o silêncio - de lembrar que ainda existe escolha, que ainda existe possibilidade, que ainda existe vida. Mas a imagem que permanece é a de dias atrás; uma jovem consciente, presente, falando - enquanto o tempo avançava para o momento em que o próprio sistema autorizaria o fim. O caso de Noemi não é apenas clínico, é uma história que expõe, sem anestesia, o limite entre sofrimento, autonomia e o papel de uma sociedade diante de quem já não vê saída. E talvez a pergunta final não seja apenas se ela pode morrer - mas se, em algum momento, alguém conseguiu de fato resgatá-la antes deste triste fim. Que ainda haja humanidade suficiente para enxergá-la além do caso, além do processo, além da decisão - e que, antes das 18h, um milagre aconteça.

Karina Michelin

52,599 просмотров • 4 месяцев назад

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,255 просмотров • 2 лет назад

🚨NÃO FOI ACIDENTE: O ASSASSINATO DE ANA KEVILE E A DESCULPA QUE SE REPETE O assassinato da adolescente Ana Kevile, no interior do Ceará, expõe mais uma vez uma realidade que insiste em se repetir. A jovem foi morta a tiros em Deputado Irapuan Pinheiro, e o principal suspeito, apontado como Derimar Gonçalves, embora a identidade ainda não tenha sido confirmada oficialmente, foi preso dias depois no município de Acopiara. Ao falar sobre o crime, Derimar alegou que havia bebido muito, que ficou nervoso após uma discussão e que acabou “perdendo a cabeça”. Esse tipo de justificativa, no entanto, não explica a gravidade do que aconteceu. Não se trata de um episódio banal, nem de um simples descontrole, uma vida foi tirada. Em entrevista ao jornalista Lindomar Rodrigues, o suspeito afirmou que não conhecia a vítima e tentou tratar o ocorrido como um “acidente”. Já o delegado Vicente de Paula, responsável pelo caso, destacou que o homem demonstrou frieza durante o depoimento, ainda que tenha mencionado algum remorso. A Polícia Civil segue com os procedimentos legais para encaminhar o suspeito ao sistema prisional, considerando inclusive a repercussão do caso e a comoção entre os moradores da região. O que fica é um cenário que já não pode mais ser tratado como exceção. Uma adolescente morreu, uma família foi destruída e, mais uma vez, surge uma narrativa que tenta suavizar a responsabilidade de quem cometeu o crime. Não foi um acidente. Foi um ato que precisa ser encarado com a seriedade que merece. FOGO NOS FEMINICIDAS 🔥

Beta Bastos

28,136 просмотров • 3 месяцев назад