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🛜Documentos da própria ANAC revelam que a aeronave PS-EVO, utilizada pelo governador do Pará e seus familiares, “não possui autorização” para operar como táxi aéreo. Mesmo assim, o avião tem cumprido rotas típicas de transporte executivo comercial, incluindo a viagem internacional Manaus → Lima, justamente quando o governador esteve...

190,550 просмотров • 9 месяцев назад •via X (Twitter)

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Tava esperando alguns detalhes pra falar do eventos com o 737-9 da Alaska. Bom! Em primeiro lugar o que se sabe é que o avião tinha só 2 meses de uso,o que soltou foi um tampão (lá nos EUA chamado tecnicamente de "plug"), Ocorre que dependendo da configuração escolhida pela empresa e consequentemente o número de paxs a bordo, ali pode ser uma porta ou não. No caso da Ryanair ali tem uma porta, no caso da Alaska não. Então leva uma porta falsa, ou seja a fuselagem que é fabricada em série, tem um corte ali, e aí se instala ou não a porta de acordo com o operador da aeronave. Isto posto,vamos aos fatos Neste caso a Boeing manteve o plug(não sei se é instalado na fábrica da fuselagem, que não é a Boeing, ou pela própria boeing) e este tampão tem processos de instalação e verificação próprios, por ser componente estrutural não deve haver checagem recorrente pela manutenção da empresa, sendo reservada esta verificação a grandes inspeções estruturais em hangar, o que não era o caso de um avião novo. Portanto algo de ruim vem ocorrendo dentro dos processos do fabricante americano. Tivemos recentemente casos de ferramentas esquecidas dentro de locais selados, parafuso mal preso no leme entre outros casos já amplamente divulgados. O fato é que já faz uns anos as ações de redução de custos com dispensa de empregados mais experientes, e portanto, mais caros como também mudança de planta de fabricação, terceirização de serviços, tem se mostrado desastrosas para a imagem da empresa. Lançar um modelo novo sempre traz problemas inesperados, que somente o uso vai revelar, mas estes problemas que tem ocorrido mostram que os processos de qualidade têm sido muito afetados, não são problemas não previstos, mas sim processos mal executados e isto numa área sensível como como a aviação pode trazer consequências sérias a segurança, e é tudo que a China gostaria de ver ao se lançar na disputa deste duopolio ocidental onde Boeing e Airbus reinam absolutas por muito tempo. A embraer atua em um segmento abaixo onde apenas poucos produtos das duas se sobrepõe. Agora é esperar a investigação, mas todos os 737-9(com plug) estão no chão aguardando orientações. É mais um revés que a fabricante americana sofre por ter feito a opção de revitalizar um modelo antigo, ao invés de lançar um novo...

fernandopamplona

75,568 просмотров • 2 лет назад

Tenho uma explicação mais simples e direta ao ponto: a "democracia" brasileira não estava em risco no dia 08 de janeiro porque ela simplesmente não existia mais. Eduardo Oinegue, da Band: "As pessoas tinham que ser punidas, não pode fazer o que fizeram. Agora, dizer que ali o que estava acontecendo era um golpe de Estado? Não é? Pera! O Lula não tava lá e tomou as medidas necessárias. O presidente da Câmara não tava lá, era o Arthur Lira, e tomou as medidas necessárias. Presidente do Senado tomou as medidas necessárias. O Supremo Tribunal Federal não tinha ninguém lá, também nenhum dos ministros. Os prédios... Aliás, o Brasil confunde, porque a gente tem algumas instituições que não passam de prédios, porque não exercem o seu poder como deveriam exercer. Mas não dá pra dizer que houve um risco e que, de repente, no dia 9, no dia seguinte, a gente podia amanhecer com sujeito vestido de Napoleão mandando no Brasil. Não houve esse risco! Não houve! No dia 8 não aconteceu isso. Agora, ficar faturando isso é uso eleitoral. O presidente da República quer fazer uso eleitoral? Faz. Agora, o Supremo Tribunal Federal ficar fazendo exploração política do 8 de janeiro? Vai ter manifestação, vai ter ato, vai ter discursinho de ministro do Supremo sobre o 8 de janeiro? Isso é absurdo. Parabéns ao Davi Alcolumbre e ao Hugo Motta. Não tem nada que ficar... Esquece esse negócio. A gente não precisa de mais data. A gente tem a Proclamação da República, tem o Dia da Independência, Dia da Consciência Negra. Tem um monte de data que faz sentido. Agora, o 8 de janeiro vai entrar pro calendário como dia da libertação? O dia em que nós vencemos a ditadura? O dia em que... Que é 8 de janeiro? O 8 de janeiro vencemos o quê? Foi o dia em que a segurança pública do Distrito Federal e do Governo Federal fracassaram — como outras vezes não fracassaram — pra conter uma turba que não poderia ter se aproximado dos prédios públicos."

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

51,172 просмотров • 7 месяцев назад

Alexandre de Moraes apareceu para reafirmar que o sigilo da fonte é uma “garantia constitucional consagrada” pelo STF. Poderia ter encerrado a frase ali. Mas veio o “mas” - e é justamente depois dele que as garantias começam a encolher no Brasil. Segundo Moraes, o sigilo “jamais se confundirá com escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas”. Em tese, uma obviedade: jornalistas não recebem licença para cometer crimes - assim como ministros, magistrados e funcionários públicos tampouco podem transformar cargos, prerrogativas ou imunidades em escudos para ilegalidades. O problema é quem definirá quando termina o jornalismo investigativo e começa a suposta atividade criminosa - e com quais critérios. O ministro falou em “associações criminosas travestidas de jornalismo”, em informações obtidas mediante pagamento e na proteção de autoridades, inclusive ministros do próprio STF e seus familiares. A mensagem é perturbadora - integrantes do tribunal, atingidos por reportagens, poderão participar da engrenagem que decide se houve investigação jornalística ou crime. Há uma diferença elementar; uma coisa é o jornalista cometer um delito para conseguir informações; outra é receber de uma fonte informações de interesse público, ainda que obtidos por ela irregularmente, e publicá-los. Se essa fronteira for embaralhada, qualquer vazamento incômodo ao poder poderá justificar a investigação do repórter, o rastreamento de contatos e a intimidação de fontes. Moraes ainda declarou que “a imprensa é séria no Brasil” e que jornalistas “têm boa-fé”. Mas a Constituição não protege apenas a imprensa considerada séria ou de boa-fé pelo ministro de plantão. Protege, sobretudo, a imprensa que incomoda, investiga e expõe aquilo que autoridades prefeririam esconder. O sigilo da fonte não pode acobertar crimes próprios do jornalista. Tampouco a palavra “crime” pode servir ao Estado como chave-mestra para arrombar o sigilo da fonte. Quando o poder afirma respeitar uma garantia constitucional, mas reserva para si o direito de decidir quem pode exercê-la, já não existe garantia, mas permissão. Imprensa autorizada pelo Estado não é imprensa livre - é imprensa sob ameaça.

Karina Michelin

26,566 просмотров • 17 дней назад