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Dois engenheiros da Anthropic acabaram de mudar a forma como devs pensam sobre IA. Barry Zhang e Mahesh Murag subiram no palco do AI Engineer Code Summit e disseram uma frase que incomodou muita gente: "Parem de construir agentes. Construam Skills." Em 16 minutos eles provam que a indústria...

418,483 просмотров • 3 месяцев назад •via X (Twitter)

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A coisa mais importante que eu aprendi esse ano sobre IA foi: como usar e criar skills. Isso mudou a forma como uso IA. E pode mudar a sua também 👇🏽 Contexto rápido. Quando comecei a estudar IA, achava que skills nada mais eram do que prompts feitos para agentes executarem. Ao longo dos meses, fui testando várias skills gratuitas que existem no Github. → Skills para desenvolver software → Skills de criação de landing pages → Skills de apresentações bonitas → Skills de criar carrosséis automaticamente Mas eu sempre pensava: "tá, mas qual a diferença de uma skill e um prompt?" Achava legal e tals. Gerava valor. Resultados sempre legais, mas eu podia pedir a mesma coisa pro meu agente e ele fazia. Até que entendi a lógica. A diferença é simples: Prompt = você pede toda vez. Skill = você ensina uma vez, e o agente executa sempre. Uma skill combina instruções, acessos a ferramentas, contexto e memória. Tudo numa pasta que o agente lê e executa sozinho. Sem você precisar explicar de novo. E quando você entende isso, percebe que dá pra transformar qualquer processo repetitivo em algo que roda no piloto automático. Exemplos de skills que você pode criar: → Analisar todos os dias sua agenda, emails, sprints, e ver o que precisa ser feito hoje, como está o time, como está o OKR da empresa → Revisar toda estrutura de CS. Tickets abertos, fechados, tópicos que mais apareceram, atualizar base de conhecimento e gerar um report pro diretor → Analisar o CRM, puxar os deals parados, analisar histórico de conversas, entender gargalos, ver quais estratégias os top-performers estão usando e atualizar o playbook de vendas automático → Pegar Google Analytics, cruzar com PostHog, cruzar com campanhas de marketing, analisar a jornada dos usuários de ponta a ponta e identificar gargalos e oportunidades O céu é o limite (ou no caso, os tokens são o limite rs) Como criar uma skill: 1. Faça a tarefa inteira com o Claude (ou seu agente). De todos os acessos que ele precisa 2. Quando terminar, peça pra ele transformar o que vocês fizeram em uma skill 3. Ele cria a pasta com instruções, integrações e validações 4. Salve e teste Dica importante: nunca hardcode senhas no arquivo. Use variáveis de ambiente ou um vault como 1Password. Se quiser facilitar, montei uma ferramenta que ajuda a criar skills automaticamente. Funciona no Claude Code e no OpenClaw. Tem um wizard visual que te guia por 4 passos e gera tudo pronto - sem comenta aqui nem nada. Só usar. 👉🏽 E o melhor: agora você pode agendar skills no Claude. Pega o Claude Code, agenda a tarefa, aponta pra pasta da skill e executa. Chega de tarefas operacionais repetitivas. Agora o segredo é ter agentes executando skills agendadas.

Bruno Okamoto

25,103 просмотров • 4 месяцев назад

A Anthropic acabou de matar o mercado de infraestrutura de agentes. E ninguém percebeu. Enquanto você rolava o feed, a empresa dona do Claude lançou Managed Agents. Silenciosamente, declarou: "Essa infraestrutura que você gastou meses construindo? Agora é commodity. A gente roda pra você." Você define o agente em linguagem natural. Define as regras de segurança. Aperta play. Acabou. É só isso. Sessão, ambiente isolado, orquestração, conexões, ferramentas. Tudo deles. Tudo gerenciado. Olha quem já construiu em cima de Managed Agents: → Notion: dezenas de agentes rodando em paralelo, times inteiros colaborando nos resultados → Asana: colegas de trabalho artificiais que pegam tarefas atribuídas como membros reais do time → Sentry: da análise de causa raiz direto pro código corrigido e publicado. Semanas pra construir, não meses → Rakuten: agentes de produto, vendas, marketing e finanças. Cada um em menos de uma semana Menos. De uma. Semana. O padrão que ninguém quer reconhecer: Managed Agents é o momento em que a Anthropic para de competir no modelo e passa a competir na plataforma. Modelo + infraestrutura + orquestração + distribuição + ecossistema empresarial. Pilha vertical completa. Isso não é um lançamento de produto. É a AWS dos agentes de inteligência artificial nascendo ao vivo. Toda startup de "infraestrutura de agentes" que lançou nos últimos 12 meses acaba de ficar obsoleta. Brutal.

Felipe Demartini

238,821 просмотров • 3 месяцев назад

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 просмотров • 7 месяцев назад

O regime Lula não esconde mais: estourou o arcabouço fiscal? A solução é simples - aumentar imposto. A nova vítima é o IOF, que incide sobre operações de crédito, câmbio, seguros e até investimentos. Em outras palavras: qualquer brasileiro que financia, viaja, investe ou transfere dinheiro, vai pagar mais. Fernando Haddad tenta pintar o novo decreto como um ajuste técnico, restrito aos “super ricos” e às empresas de apostas. Mentira. O IOF é um dos impostos mais regressivos e silenciosos do país - ele não aparece na sua folha de pagamento, mas está embutido no seu financiamento, na sua viagem internacional, no seu seguro de carro, na sua previdência. E agora, ainda mais caro. Enquanto isso, o regime continua gastando sem limite e sem transparência. Com um rombo bilionário nas contas, o “arcabouço fiscal” que prometia responsabilidade virou piada: o Palácio do Planalto torrou os recursos e, diante da escassez, decidiu meter a mão no bolso de quem trabalha, empreende e tenta guardar algum dinheiro. O discurso de que “apenas os mais ricos vão pagar” é uma falácia tecnocrática para enganar trouxas. Quem precisa de crédito pessoal, de financiamento estudantil, de um plano de saúde com cobertura extra - vai pagar. Quem manda ajuda para a família no exterior - vai pagar. Quem investe em previdência privada -vai pagar! Não há exceção. E o mais grave: o Congresso vetou o imposto, mas Lula ignora. A medida veio por decreto presidencial, na canetada, com validade imediata. Estamos diante de um regime que gasta mais do que arrecada, mente sobre os impactos, e joga a conta no colo do povo. E quem ousa criticar, ou tenta barrar esse abuso, é tachado de “inimigo da democracia”. Essa não é uma política fiscal. É um confisco institucionalizado. E quem não entendeu isso ainda, vai entender no extrato bancário do mês que vem.

Karina Michelin

20,138 просмотров • 1 год назад

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 просмотров • 7 месяцев назад