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"Dois, três..." "Leonardo, fala alguma coisa. Improvisa." "Meu pai adora esse whisky..." "Quem é seu pai, mano?" "Santiago Ferette..." "Ah, o benfeitor da comunidade? Faz chover remédio??? VEM BEBER COMIGO." (Bagdá) #Tresgraças

167,882 views • 9 months ago •via X (Twitter)

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Sobre o instinto protetor de Eduarda Fragoso #tresgraças #analisis #paulinho #ferette #loquinha Eu li muitas interpretações dessa expressão da Juquinha no final. Falam de vingança, de raiva, de um indício de que ela vai levar o tiro para proteger o Paulinho. Mas eu vou me arriscar e dar a minha leitur 👇 Eu senti que esse foco na Juquinha traz para nós um sentimento muito sutil: DOR. Dor pelo Paulinho e dor pela Lorena ao mesmo tempo. Ela ama os dois e, como pessoa empática, sente a dor de ambos. O Paulinho vai colocar a própria vida em risco para derrubar o Ferette e vai até o fim. Mas a Lorena ainda ama o pai. E, mesmo sabendo de tudo e estando do lado da justiça, ela vai sofrer quando o pai for derrubado. Juquinha não quer o sofrimento de nenhum dos dois, mas um deles vai sofrer. Paulinho, se não conseguir derrubar o Ferette. E Lorena, ao ver o pai cair. É um jogo em que ela não poderá proteger os dois ao mesmo tempo. E proteger é algo central na forma como ela se relaciona com as pessoas que ama. Eu acho que esse é o duplo sentido da expressão da Juquinha, maravilhosamente interpretada por Gabriela Medvedovsky, uma atriz que me fascina pela capacidade de transmitir tantas camadas 👏🏼👏🏼👏🏼 Nos próximos capítulos, Juquinha/Eduarda vai tentar proteger os dois ao máximo. Mas, no fundo, ela já sabe que não vai conseguir fazer isso completamente. P.S. Parabéns às 250 pessoas que trabalharam em Três Graças. É uma obra que merece todos os prêmios!

Leo Zbancă

11,801 views • 4 months ago

🐺💍🦊Lorena entre Ferette e Fragoso. Análise do capítulo 116 - Parte II #tresgraças #loquinha #análise A conversa entre Leonardo e Lorena e a cena da visita de Juquinha e Paulinho à Fundação Ferette parecem não ter relação, mas o fato de ocorrerem no mesmo segmento, intercaladas, nos permite compreender melhor a mudança no dinâmica Ferette - Fragoso. Por um lado, Lorena começa a se distanciar da família Ferette, dizendo: “Esses malditos Ferette estão envolvidos nessa merda até o fim.” Ela já havia dito uma vez que gostaria de ter nascido em outra família, mas aqui, pela primeira vez, ela se dissocia verbalmente. Ao mesmo tempo, ela diz pro Léo que a justiça é importante pra ela e que, namorando uma policial, nunca vai acobertar coisas criminosas. Por outro lado, Eduarda entra no escritório de Santiago como namorada da Lorena, e não apenas como policial. Ela brinca dizendo que não trouxe convite de casamento desta vez e pergunta ao Ferette se ele está incomodado com ela. O que nem Leonardo Ferette nem Santiago entendem é que, depois do pedido de casamento e da primeira noite juntas, Lorena e Eduarda são um só. As famílias Ferette e Fragoso agora estão conectadas por um fio invisível. Ferette tenta colocar Eduarda no “devido lugar”, dizendo que ela veio como policial e não deveria tratá-lo por “você”, é melhor “ não guardar porcos juntos”. Mas ela existe em dois papéis simultaneamente, assim como Lorena existe como filha e irmã e como namorada da policial na cena com Leonardo. Isso não pode ser mudado. A fusão entre elas começou. Elas são uma família! Portanto, Lorena adotará o sobrenome Fragoso, porque tudo associado ao nome Ferette está ligado ao crime. Não dá pra permanecer, ao mesmo tempo, numa família criminosa e numa família da justiça, namorando a filha do desembargador. Assim, duas cenas que aparentemente têm pouco em comum apontam pra mesma coisa: uma nova fase do relacionamento começou, em que Lorena e Eduarda são inseparáveis. E a transição do Ferette pro Fragoso tá acontecendo pra Lorena. Falta só dar os passos e romper os últimos laços afetivos com o irmão e a mãe

Leo Zbancă

29,548 views • 5 months ago

Bom dia, futuro presidente e MEU AMIGO DE ANOS, Flávio Bolsonaro. Espero que se encontre bem. Venho, por meio deste, lhe informar que, com base no seu vídeo acima, essa pessoa desses posts abaixo (que, inclusive, são os ÚNICOS post feitos a respeito desde a prisão do seu pai) está afirmando (com ajuda de Valdemar), pelo estado do Mato Grosso do Sul inteiro, que é o seu candidato e o do seu pai para o Senado. Lhe pergunto isso, pq acho muito estranho que esse tipo de perfil (tucano) seja condizente com suas palavras de que precisamos de quadros para mudar o Brasil. Se o senhor, como eu, entende as palavras do seu pai de que se faz necessário um SENADO forte para que consigamos freiar o STF, me explique, por favor, se possível algum dia, COMO que um candidato que não apoia anistia, não fala sobre o Supremo, não defende seu pai, pode ajudar a mudar esse país? Isso é cálculo eleitoral de votos estaduais? Me desculpe, mas, estrategicamente, não acho que o MS tenha tanto voto assim para sua eleição a ponto de você sacrificar candidatos FIÉIS à sua família em detrimento a candidatos TUCANOS, OMISSOS e INDICIADOS para uma posição tão importante para SALVAR O PAÍS E O SEU FUTURO MANDATO no executivo, junto ao Senado. Certa de que pensará a respeito e tomará uma rápida e sábia decisão antes que seja tarde demais. Grata pela sua atenção. Se possível, aguardo seu retorno (e pode ser por DM). Passar bem. Um abraço. SUA AMIGA Anita (que não canta e não tem tatuagem).

Anita

18,509 views • 5 months ago

Ela mora longe dos holofotes. Longe dos gabinetes. Longe das mesas onde se decide o destino do país sem ouvir ninguém. Mas enxerga mais longe do que muita gente engravatada. Aos 70 anos, Dona Rosa entende algo que muitos comentaristas profissionais fingem não entender ou escolhem ignorar. Poder não nasce em palco. Não nasce em microfone. Não nasce em palanque. Poder nasce da responsabilidade com quem está ao seu lado quando tudo aperta. Ela não fala difícil. Ela não faz teatro. Ela raciocina. Para ela, não existe esse romantismo de herança política terceirizada, entregue a quem grita mais alto ou promete multidão. O que existe é algo básico, quase esquecido neste país: família, dever, continuidade e proteção. Quando o pai está impossibilitado, não é o amigo que decide. Não é o aliado de ocasião. Não é o líder de plateia. Quem decide são os filhos. Quem carrega o peso são os filhos. Quem responde pela história são os filhos. E Dona Rosa vai além. Ela entende o jogo. Entende que barulho demais não protege ninguém. Que palanque não livra da perseguição. Que gritar contra o sistema sem ter poder real só serve para alimentar a fúria de quem já decidiu esmagar. Ela percebe o que muitos se recusam a admitir. Houve gente que ganhou palco, fama, influência e depois deixou apenas rastro de desgaste. O povo foi para a rua. O povo acreditou. O povo pagou o preço. E quem discursava seguiu a vida. Dona Rosa não romantiza isso. Ela lamenta. Sua visão é dura, mas é honesta. Melhor viver do que posar de herói morto. Melhor proteger do que provocar. Melhor agir com estratégia do que com vaidade. Ela entende que coragem não é gritar. Coragem é sustentar decisões impopulares quando ninguém mais quer segurar a bomba. Essa senhora não estudou ciência política. Mas entende de vida. Entende de perda. Entende de armadilha. E talvez seja exatamente por isso que sua fala incomoda tanto. Porque ela não vem de cima para baixo. Ela vem do chão. Dos rincões. Do Brasil esquecido que pensa, observa e conclui. Esse é o povo do nosso Brasil. Não o que faz barulho. O que enxerga. O Canal da Dona Rosa:

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,725 views • 7 months ago

Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.
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Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.

William Alves

793,059 views • 1 year ago

Vocês já se perguntaram por que a Lorena parecia inútil na casa do Ferette? É que isso tem a ver com os capítulos 5 e 78 da novela? #TrêsGraças #análises #Lorena A expulsão física de Lorena no capítulo 78 foi o catalisador do derrubamento da casa Ferette. Depois de ela sair, Zenilda e Leonardo vão fazer o mesmo, e o próprio Ferette vai ser expulso por autorização da Lorena, fechando esse círculo. Mas, para além da expulsão física, existe também a expulsão simbólica de Lorena. E essa expulsão começa já no princípio, sendo acentuada pelo diálogo e pela mise-en-scène no capítulo 5. Lorena sempre funciona na casa como um compasso moral, num espaço onde o poder, o dinheiro e o controle ditam as regras. Ela é a única que mantém coerência de valores do início ao fim. Por isso, a expulsão física de Lorena é também um símbolo da expulsão do eixo moral da casa. Sem eixo, a casa cai! As cenas do capítulo 5 e do capítulo 78 são espelhadas. São duas cenas em que Lorena tem a mesma figurinha, duas cenas de violência que ela sofre nessa casa por conta dos seus valores e da sua verticalidade. Na cena do capítulo 5, ela evoca a culpa, a moralidade e a moderação em que seria bom que pessoas com dinheiro vivessem. Já no capítulo 78, no seu monólogo, ela dirige-se diretamente ao pai: ele finge ser bom, mas está podre da cabeça aos pés. Ele não tem moralidade! Ferette expulsa Lorena não por ser homossexual, mas porque ela não aceita se “moldar” às suas ordens. E, se no capítulo 5, Leonardo diz que ela vai mudar, que a sua verticalidade é uma “doença que daqui a pouco passa”, no 78 já está claro que não. É precisamente por essa incapacidade de caber nos valores - Ferette que Santiago a expulsa. Nós fazemos graça com a Zenilda, nos capítulos recentes, que comprou um carro, e com o Leonardo, que continua vivendo de dinheiro sujo. Mas é importante lembrar: eles não mudaram, saíram fisicamente da casa sem mudar os seus valores. Mudar valores é uma das coisas mais difíceis que existem. Falar certas palavras é fácil. Atuar de forma diferente é outra coisa. Atuar de forma diferente significa romper com o próprio passado. Significa destruir a estrutura que te formou e construir outra do zero. Poucos personagens têm coragem, ou força interna, para fazer isso. Eu não vejo nem Zenilda nem Leonardo fazendo esse movimento radical. Ainda não! Lorena, por outro lado, nem precisou “mudar” no sentido moral. Porque, desde os primeiros capítulos, ela já não se inscrevia naquele sistema de valores. Ela estava ali fisicamente. Mas, eticamente, nunca pertenceu àquele mundo, já era expulsa. Lorena era o compasso moral da casa que nunca foi utilizado! Por isso a aparente inutilidade dela dentro da casa! E por isso ela e a chave para compreender tudo que vai acontecer na reta final com familia Ferette

Leo Zbancă

67,611 views • 4 months ago