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Ana Sayfaya Dön

E Jair Bolsonaro que antes desejava a morte da Dilma? Ouça o áudio dele. E Lula que sofreu uma cirurgia na cabeça e não explorou isso politicamente como o Jair?

39,706 görüntüleme • 1 yıl önce •via X (Twitter)

10 Yorum

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Eduardo Ferreira1 yıl önce

O Bozo é adorado pelo gago por ser espelho. QI baixo, covarde, fã de torturadores, rei da rachadinha e chegado numa mamata pública.

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Do lado certo1 yıl önce

Mais um com insônia. Presente

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MOL_19781 yıl önce

Dois tontos

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Renato Guimarães1 yıl önce

Desejar que o minto não tivesse nascido pode?

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Sueli Alexandre ❤️1 yıl önce

#SemAnistiaParaGolpistas Bolsonaro na cadeia.

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sopa rala com arsênico1 yıl önce

eu n desejo nada de mal

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Daughters of Persia1 yıl önce

Today, we remember Reyhaneh Jabbari, a 26-year-old Iranian woman EXECUTED for defending herself against RAPE. Imagine facing death simply for saying "No"! Western women, stand with us in amplifying Reyhaneh’s voice and all women in Iran who risk everything for their dignity and rights. #ReyhanehJabbari #WomanLifeFreedom

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Joel Pedroso1 yıl önce

Nada como um dia após o outro....

Valéria Jorge🚩🚩🚩🚩🚩 profil fotoğrafı
Valéria Jorge🚩🚩🚩🚩🚩1 yıl önce

SEM ANISTIA

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Almir Costa1 yıl önce

Vão da 15 minutos de ….

Benzer Videolar

Flávio Bolsonaro deu uma declaração que diz muito mais do que parece à primeira vista. Ao afirmar na CNN que Jair Bolsonaro Jair M. Bolsonaro terá espaço em seu eventual governo “se quiser”, Flávio praticamente oficializa algo que o sistema político tenta desesperadamente impedir desde 2018: a continuidade do bolsonarismo como força estrutural de poder no Brasil. E o mais interessante foi a forma como ele falou do pai. Não tratou Jair Bolsonaro como um “apoio eleitoral”. Tratou como referência permanente. Como norte político. Como alguém cuja influência continua central mesmo fora da Presidência. Isso desmonta completamente a narrativa construída pela velha imprensa de que Bolsonaro estaria “isolado”, “acabado” ou “politicamente inviável”. Na prática, Flávio Flávio Bolsonaro deixou claro que um eventual governo seu não seria uma ruptura com Jair, mas uma continuidade estratégica com ajustes de estilo e abordagem. E aqui está o detalhe mais inteligente da movimentação. Flávio tenta ocupar um espaço mais institucional, menos explosivo e mais calculado que o pai, sem romper emocionalmente com a base conservadora que continua enxergando Jair Bolsonaro como principal símbolo de enfrentamento ao sistema político brasileiro. Ou seja: o sobrenome permanece, a agenda permanece, a base permanece, mas o formato começa a amadurecer politicamente. Isso ajuda a explicar o nervosismo crescente em Brasília. Porque depois de anos tentando destruir Bolsonaro judicialmente, midiaticamente e politicamente, o establishment começa a perceber que talvez tenha criado algo muito maior do que imaginava: uma sucessão política organizada em torno de uma identidade ideológica consolidada. E existe ainda um componente simbólico fortíssimo nessa fala de Flávio. Quando ele afirma que Jair teria um cargo “se quiser”, não fala como alguém tentando agradar o pai. Fala como alguém reconhecendo que, gostem ou não, Jair Bolsonaro continua sendo o centro gravitacional da direita brasileira.

・ Ice ・  Ⅹ ・

67,509 görüntüleme • 1 ay önce