Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

E pensar que muitos consideraram e ainda continuam considerando Dubai um exemplo de progresso. Esse local é um dos poucos já demarcados com possibilidade real de experimentar nos próximos anos um dos eventos climáticos mais catastróficos que existe para humanos. O BULBO ÚMIDO LETAL.🥵☠️ Quando a temperatura do ar...

625,212 Aufrufe • vor 7 Monaten •via X (Twitter)

0 Kommentare

Keine Kommentare verfügbar

Kommentare vom Original-Post werden hier angezeigt

Ähnliche Videos

Um resumo rápido do que é o Bulbo Úmido Letal. 🥵☠️ Nós humanos usamos transpiração para resfriar nosso corpo. Só que a transpiração precisa que o ar não esteja saturado de água para que funcione. Nossa temperatura média fica por volta dos 37°C, manter isso estável é um processo complexo pro nosso organismo. Quando a temperatura do ar atinge 30°C e a umidade está saturada, entre 80% a 100%, já começamos a sentir os efeitos negativos, mas o corpo tem outros mecanismos de compensação. Agora quando a a temperatura do ar chega nos 35°C com ar saturado de umidade, aí o nosso corpo perde o controle da temperatura interna e inicia um processo de sobrevivência. O metabolismo despenca ao ponto da pessoa sentir um sono descontolavel, isso porque o cérebro precisa diminuir suas atividades já que é o órgão mais sensível ao calor e o que mais produz calor. Só que se a temperatura chega nesse limite biológico, nada que o organismo fizer vai funcionar. O metabolismo basal ainda mantém uma fonte de calor mesmo no mínimo, e em pouco tempo a temperatura interna vai atingir os 40°C levando o corpo ao colapso térmico. Em bebês e idosos no bulbo úmido letal isso leva cerca de 30 minutos, em adultos saudáveis 1 hora. Não dá pra correr porque isso faria o calor interno subir mais rápido ainda. É sobre isso que um dos maiores cientistas do Brasil e do mundo Carlos Nobre fala. Inclusive ele é tão importante que esse mês ele virou conselheiro do Papa Leão XIV na questão climática.

Bruno Brezenski

69,269 Aufrufe • vor 2 Monaten

Vamos ENTENDER o que significa esse aumento de 1,55ºC na temperatura média do planeta? O vídeo mostra um alagamento ontem 14/12/25 em Safi, Marrocos🇲🇦. Dezenas de mortos, feridos e centenas de casas e comércios inundados. Centenas de milhares de pessoas afetadas. Por que estamos vendo em tantos lugares no mundo passando pelo mesmo evento quase simultaneamente? Atmosfera mais quente + oceanos mais quentes = mais vapor no ar + solo mais quente → ⛈️ tempestades torrenciais e volumes de chuva recordes. E sabe o que mais preocupa? O planeta não para de esquentar. Nesse momento estamos novamente rompendo o Acordo de Paris que limitava o aquecimento em 1,5ºC, agora está em 1,55ºC. Políticos tentaram colocar uma nova meta em 2ºC de aumento tolerado, recuaram porque os cientistas expuseram que eles não entenderam o que significa +2ºC de aumento na temperatura do planeta. Muito erroneamente olham para 1,5ºC e 2ºC e pensam que a diferença é "SÓ" de 0,5ºC, e nessa que se pega uma pessoa desalinhada com a ciência. Meio grau não é SÓ meio grau, isso porque precisamos entender a dimensão do que estamos falando. E nesse caso estamos falando de um planeta inteiro, o maior planeta rochoso do sistema solar. 🌎 Acredito que foi um erro usar a temperatura em graus ºC como parâmetro de limite, porque isso causa efeito psicológico na maioria das pessoas que não entendem a magnitude dessa escala. A maioria acha que meio grau não é quase nada. Por isso o melhor seria limitar a energia em joules, que podemos converter em força de explosão nuclear para ficar mais acessível para que todos consigam mensurar melhor. E como a explosão da bomba atômica de Hiroshima é usada como referência já que todos conhecem essa dimensão de energia sendo liberada a ponto de destruir tudo ao seu redor. Então vamos entender quantas BAH/ por segundo são necessárias para elevar a temperatura da Terra. Conversão de ºC em BAH/s: 1,5ºC = 13,5 BAH/s 2ºC = 18 BAH/a 0,5ºC = 4,5 BAH/s É isso mesmo que você entendeu. Nós +1.5ºC é o mesmo que estourar a cada segundo 13,5 bombas atômicas de Hiroshima na atmosfera. Cada BAH libera no seu núcleo temperatura aproximada de 4 milhões de graus. Espero que tenha entendido agora. Mesmo 1.5ºC já coloca em risco a civilização humana como a conhecemos. Meio grau a mais não é “SÓ MEIO GRAU”, é energia suficiente para reconfigurar o planeta inteiro, mudar todos os sistemas climáticos, por isso esse evento é chamado de MUDANÇAS CLIMÁTICAS. 0,5ºC a mais é a 🦋 que falta para derrubar o pedregulho em cima da maioria das cidades no mundo, incluindo várias do Brasil.

Bruno Brezenski

13,184 Aufrufe • vor 7 Monaten

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,519 Aufrufe • vor 2 Jahren

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 Aufrufe • vor 7 Monaten

O regime Lula não esconde mais: estourou o arcabouço fiscal? A solução é simples - aumentar imposto. A nova vítima é o IOF, que incide sobre operações de crédito, câmbio, seguros e até investimentos. Em outras palavras: qualquer brasileiro que financia, viaja, investe ou transfere dinheiro, vai pagar mais. Fernando Haddad tenta pintar o novo decreto como um ajuste técnico, restrito aos “super ricos” e às empresas de apostas. Mentira. O IOF é um dos impostos mais regressivos e silenciosos do país - ele não aparece na sua folha de pagamento, mas está embutido no seu financiamento, na sua viagem internacional, no seu seguro de carro, na sua previdência. E agora, ainda mais caro. Enquanto isso, o regime continua gastando sem limite e sem transparência. Com um rombo bilionário nas contas, o “arcabouço fiscal” que prometia responsabilidade virou piada: o Palácio do Planalto torrou os recursos e, diante da escassez, decidiu meter a mão no bolso de quem trabalha, empreende e tenta guardar algum dinheiro. O discurso de que “apenas os mais ricos vão pagar” é uma falácia tecnocrática para enganar trouxas. Quem precisa de crédito pessoal, de financiamento estudantil, de um plano de saúde com cobertura extra - vai pagar. Quem manda ajuda para a família no exterior - vai pagar. Quem investe em previdência privada -vai pagar! Não há exceção. E o mais grave: o Congresso vetou o imposto, mas Lula ignora. A medida veio por decreto presidencial, na canetada, com validade imediata. Estamos diante de um regime que gasta mais do que arrecada, mente sobre os impactos, e joga a conta no colo do povo. E quem ousa criticar, ou tenta barrar esse abuso, é tachado de “inimigo da democracia”. Essa não é uma política fiscal. É um confisco institucionalizado. E quem não entendeu isso ainda, vai entender no extrato bancário do mês que vem.

Karina Michelin

20,138 Aufrufe • vor 1 Jahr

Acho que a Paula Marisa não entende muito bem o conceito de "puxa-saco". É precisamente da própria natureza do "puxa-saco" puxar também o tapete. Pois o puxa-saco, é precisamente aquela pessoa que apoia alguém de forma forçada, com segundas intenções, esperando receber algo em troca. Quando não recebe o esperado, vira-se contra a pessoa. Alguém que apoia por real convicção, porque acredita e admira realmente o outro, é que nunca vai puxar o tapete. E esse nunca é um "puxa-saco". Por isso eu digo que quem está com o JB até agora, nunca vai deixar de lhe ser leal, acho que já passou todas as provações e tentações. Os puxa-sacos da direita, estão sempre inclusive em busca de novos sacos para puxar. Um dia estão com o Moro, no dia seguinte estão chamando o Weintraub de muso, depois saltam para o saco do Salles. E assim vivem de saco em saco, pulando de galho em galho, agitando a árvore das patacas. Um tempo atrás foi o do "Marçal", mas novos mitos e musos eles criam todos os dias. Se der ruim voltam para a posição inicial, para o barco do capitão com uma bandeirinha branca e a maior desfaçatez, e depois começam tudo de novo. E aquela Fernanda Salles posando com o capitão nas eleições para se eleger hein? Que linda... Querem "coesão". A piada do século. Se a quisessem jamais criticariam o Bolsonaro, o Mário Frias (que é claramente o "não citado"), o Tarcísio que juram ser inimigo do Bolsonaro (sabendo perfeitamente que estão mentindo), e enfim, vale criticar quem eles determinarem que vale... Afinal de contas: Eles são os "donos da direita", que já militavam desde que o mundo é mundo! Tipo o farçal! Mas nós é que "viemos do PT". Eu mantenho-me leal ao mesmo, por questão de inteligência, e de valores. Se estivesse contra o JB diria isso de forma clara, não ficaria sendo dissimulado. Não é compatível com a minha natureza, mesmo que eu me esforce muito. Quem ataca Jair Messias Bolsonaro, é um divisor da diireita que sabota qualquer possibilidade de coesão. Isto é 100% verdadeiro, na medida em que é 100% verdadeiro que ele é a única personalidade que demonstrou ser capaz de unir a direita, e de longe a mais consensual. Tudo o resto que possam dizer é pó de bosta verbal. E "aliado que tá na trincheira" disparando contra o nosso próprio capitão quero que se exploda o mais rápido possível, é pior do que inimigo. Só gera drama, desconforto, trabalho, muita dor de cabeça, e enfraquece o movimento. Aliás a Paula Marisa, crédito lhe seja dado, foi das primeiras a disparar o rótulo de "traidor" no Nando Moura, que segundo muitos "estava na nossa trincheira". Só gostava de entender qual a grande diferença entre aquele NM (do inicio) que falava em "princípios e valores" e certa "galerinha" de hoje em dia. Eu vejo zero diferença no discurso. E conheço o discurso do NM de cor e salteado. Quanto ao "direita duguinista" "paga" "gente do STF" "brifados do centrão", já ouvimos tudo isso com os patatis e os patatás, não vamos nem nos rebaixar a contestar, vamos deixar no campo da fofoca/comédia, que é onde ela pertence. VOCÊS ESTÃO DIVIDINDO A DIREITA! E não vão nunca levar a melhor. Porque ao contrário do que vocês imaginam, não foram vocês que "levantaram o Bolsonaro", nem vão "levantar" mais ninguém no lugar dele. Foi Deus quem o levantou, não foram vocês. "Ain que fanático!" Chama o que quiser: é a verdade.

André (3mbaixada da Resistência)

60,888 Aufrufe • vor 1 Jahr