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ELEITOR DE FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE PARA SER PRESIDENTE É PRECISO TER EXPERIÊNCIA E ACUSA SUPREMO DE IMPOR DITADURA NO BRASILEm entrevista realizada nas ruas de São Paulo, um eleitor de direita que se declarou apoiador de Flávio Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2026 expôs uma série de...

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O senador brasileiro Flávio Bolsonaro intensificou as críticas ao presidente Lula da Silva durante visita oficial a Israel, onde participa da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo e se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Em declarações públicas, Flávio denuncia Lula de promover uma falha moral profunda na política externa brasileira. “Sob o governo do presidente Lula, a política brasileira sofreu uma profunda falha moral. Deixe-me ser bem claro: Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é um exagero. Isso se baseia em suas ideias, suas palavras e suas ações”. Segundo o senador, o atual governo teria rompido com a tradição diplomática brasileira de equilíbrio e respeito institucional, adotando uma retórica que ultrapassa a crítica política legítima e passa a demonizar o Estado de Israel. Para Flávio Bolsonaro, declarações recentes de Lula sobre o conflito no Oriente Médio - especialmente comparações envolvendo o nazismo - extrapolam o campo diplomático e se alinham a narrativas historicamente associadas ao antissemitismo, o que gerou forte reação do governo israelense e de comunidades judaicas ao redor do mundo. A presença de Flávio Bolsonaro ao lado de Netanyahu, em um fórum internacional dedicado ao combate ao antissemitismo, funciona como um desmentido simbólico da política externa do Planalto. Enquanto o governo brasileiro acumula constrangimentos diplomáticos, isolamento e desgaste moral, a oposição busca ocupar o espaço deixado pelo vácuo ético, apresentando-se como defensora da liberdade religiosa, da memória histórica e dos valores civilizatórios do Ocidente. O contraste entre duas visões antagônicas de política externa é claro: de um lado, um “governo” que flerta com regimes autoritários, relativiza o terrorismo e ataca aliados históricos; de outro, uma oposição que recorre ao cenário internacional para denunciar a corrosão moral da diplomacia brasileira e o abandono dos princípios que, por décadas, sustentaram a credibilidade do Brasil no mundo.

Karina Michelin

15,801 views • 6 months ago

🗣️ENTREVISTA INTERNACIONAL | Flávio Bolsonaro (Flávio Bolsonaro) concedeu entrevista à jornalista Libby Alon, do canal israelense C14 News | EN e levou ao público internacional uma mensagem: o Brasil precisa voltar a se alinhar com democracias, combater o terrorismo, enfrentar o crime organizado e reconstruir sua relação histórica com Israel. Logo no início, Flávio afirmou que a América Latina vive uma virada à direita após anos de governos de esquerda marcados, segundo ele, por “violência, sofrimento, fome e desesperança”. Citou Javier Milei como símbolo dessa nova onda conservadora e lembrou a recepção calorosa de argentinos a Jair Bolsonaro na posse do presidente argentino. 00:02:21 Ao ser questionado sobre as pesquisas no Brasil, Flávio disse que já há levantamentos mostrando empate ou vantagem numérica contra Lula. Para ele, a virada no Brasil virá pelo bolso: perda do poder de compra, comida cara, crise econômica e avanço da violência. 00:04:00 Sobre as primeiras medidas de governo, Flávio defendeu um “tesouraço” nas despesas públicas, inspirado na motosserra de Milei, com corte de gastos, redução de burocracia, revisão de normas e uma nova reforma tributária voltada à redução de impostos. Também colocou o combate aos criminosos como prioridade inicial. 00:05:18 Ao falar de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que o ex-presidente foi alvo de uma “grande farsa” e de perseguição pessoal por setores do Judiciário. Disse ainda que Bolsonaro segue sendo um “herói nacional” e que espera vê-lo livre e de volta às ruas em breve. 00:07:00 Sobre o estado de Bolsonaro, Flávio disse que o pai não está 100%, mas segue mentalmente forte, consciente do que acontece no país e continua sendo seu maior conselheiro político. 00:07:40 Questionado sobre o que faria diferente de Jair Bolsonaro, Flávio apontou a comunicação como ponto central. Segundo ele, a grande mídia atuou fortemente contra Bolsonaro, e melhorar a comunicação será essencial para defender o legado e avançar. 00:08:31 No campo internacional, Flávio criticou Lula por se aproximar de China, Irã e regimes hostis a Israel. Defendeu que o Brasil dialogue com todos, mas afirmou que os valores brasileiros estão mais próximos do Ocidente, dos Estados Unidos e de Israel. 00:09:40 Flávio destacou sua atuação nos Estados Unidos para defender a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo ele, mais de 50 milhões de brasileiros vivem em áreas dominadas por facções, e Lula teria atuado no sentido contrário. A frase mais forte veio nesse trecho: “Lula defende os bandidos brasileiros, Bolsonaro defende os brasileiros.” 00:10:35 Ao falar sobre Irã e terrorismo, Flávio criticou a presença de Geraldo Alckmin na posse do então presidente iraniano e afirmou que a postura do governo Lula passa ao mundo uma imagem equivocada do Brasil. Para ele, “não é o Brasil, é o Lula” quem adota essa posição. 00:11:39 Flávio defendeu o direito de Israel existir, de se defender e de proteger seu povo. Também afirmou que a maioria dos brasileiros se solidariza com Israel diante dos ataques terroristas e que, em um eventual governo seu, a imagem internacional do Brasil mudará. 00:13:50 Sobre relações diplomáticas, Flávio prometeu não apenas reatar, mas ampliar os laços entre Brasil e Israel. Disse que indicará um embaixador com perfil comercial, diplomático e alinhado aos princípios históricos entre os dois países. 00:15:09 Flávio também reafirmou o compromisso de dar continuidade ao projeto iniciado por Jair Bolsonaro de aproximar ainda mais o Brasil de Israel, inclusive em cooperação tecnológica, inovação, segurança e desenvolvimento. 00:15:28 Ao explicar por que seu apoio a Israel é pessoal, Flávio relembrou sua primeira viagem ao país, em 2017, e disse ter se encantado com a capacidade de Israel transformar deserto em desenvolvimento, tecnologia, pesquisa e prosperidade. Citou uma frase de Bolsonaro: “Olhem o que Israel não tem e o que eles são. Olhem o que o Brasil tem e nós não somos.” 00:17:16 No encerramento, Flávio voltou a defender o direito de Israel existir e se defender, lembrou o papel histórico do Brasil no reconhecimento do Estado de Israel em 1948 e afirmou que torce pela paz, mas sem relativizar métodos terroristas.

The Incorrupt

45,080 views • 1 month ago

"VOCÊ NÃO SABE O QUE É PASSAR FOME": PROGRAMADOR DETONA BOLSONARISTAS E DEFENDE VOTO DE POBRES E MULHERES EM ENTREVISTA VIRAL NO MASP São Paulo, 10/07/2026 . Em entrevista concedida na tarde desta sexta-feira no vão livre do Museu de Arte de São Paulo, o programador Eli fez duras críticas a nomes da direita e defendeu pontos centrais da democracia brasileira. Sem rodeios, ele rebateu declarações polêmicas sobre voto feminino e de pobres, e ainda atribuiu a falta de melhora na segurança pública ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.Questionado sobre a afirmação de Paulo Figueiredo de que mulheres, especialmente as solteiras, votam mal, Eli não hesitou: Isso é completamente louco. O cara acha que estamos na época medieval? Não faz sentido.Ele também discordou veementemente da ideia defendida pelo coach Leonardo Marcondes de que pobres não deveriam ter direito ao voto: Todo mundo tem direito ao voto. O cara que não pega ônibus, não passa fome, não sabe o que o pobre passa.Sobre segurança pública, Eli deixou claro que não vê melhora em São Paulo, mas rejeitou culpar o governo federal. Ele apontou diretamente para o governador Tarcísio de Freitas: Eu não vejo muita melhora não. O pessoal reclama de roubo de moto e jogam no Lula, mas em Santa Catarina é outro governador e lá não tem assalto. Então o problema é no Estado mesmo, não federal.Eli também atacou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Sobre a viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos para tratar da taxação do Pix, ele foi direto: Tá na cara que ele foi pra defender o pai dele. Eles criaram o problema pra dizer que eles têm solução.Já sobre o deputado Eduardo Bolsonaro, Eli o responsabilizou por contribuir para o aumento das tarifas sobre produtos brasileiros: Eu acho que o Tarifazo ia acontecer de qualquer jeito por causa do Trump, mas o senhor banana lá, o Eduardo, ele deu uma bela de uma ajuda nisso aí.Apesar das críticas, quando questionado sobre a eleição de dois mil e vinte e seis, o programador manteve apoio ao presidente Lula: Do jeito que as coisas estão, Lula.A entrevista reforça o apoio de parte da esquerda ao atual governo mesmo diante de insatisfações locais com segurança pública, ao mesmo tempo que revela forte rejeição ao discurso da direita sobre direitos democráticos e atuação familiar dos Bolsonaro em Brasília e no exterior.

Ivan Vieira 🇧🇷

96,496 views • 1 month ago