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Em cerimônia de abertura do código-fonte das urnas eletrônicas para as eleições de 2026, TSE prevê gasto de R$ 20 milhões em manutenção das urnas. Carmem Lúcia fala que existem testes permanentes que demonstram a integridade do sistema e, afirma que o TSE é uma das instituições de maior...

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A ministra Cármen Lúcia, do STF, comentou a recente fala do senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, questionando as urnas eletrônicas e o sistema de votação vigente no país. Na terça-feira (21), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, atacou as urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante um evento com embaixadores. O TSE, no entanto, já desmentiu que utilize urnas eletrônicas da empresa. Em nota em seu site, publicada em 2020 e atualizada em 8 de julho de 2026, o TSE esclarece que as urnas utilizadas nas eleições brasileiras não são fornecidas pela empresa. Durante uma fala na Flip (Feira Literária de Parati), na quinta-feira (23), a ministra - que foi presidente do TSE entre 2024 e 2026 - assegurou a segurança e a eficácia do processo eleitoral no Brasil. "Essa hora que a gente vai pela nossa mão, pelo toque da nossa mão, e aciona a urna. E aí é você e mais ninguém. Não há a menor possibilidade hoje, no Brasil, de alguém saber do seu voto - a não ser que você conte. A urna é inviolável", disse. Sem citar o nome de Flávio Bolsonaro, Cármen Lúcia rechaçou comentários que repetem falas feitas anteriormente pelo pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na campanha presidencial de 2022 e em outras ocasiões antes e depois do pleito. "E esse questionamento que, agora, não tem - espero - a força que chegou a ter em um determinado processo, principalmente em 2022, é apenas mais um resmungo", afirmou a ministra. #g1

g1

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