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Em discurso ao vivo, Lula perdeu qualquer limite diplomático e chamou Donald Trump de "imbecil". O presidente também afirmou que "não pode aceitar esse tratamento dos EUA", declarou que Trump "não é o imperador do mundo" e disse que o presidente americano estaria fomentando conflitos para prejudicar sua candidatura....

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O senador Flávio Bolsonaro encontrou nesta terça-feira, 26 de maio, o presidente Donald Trump na Casa Branca, em reunião realizada no Salão Oval. Após o encontro, Flávio confirmou que discutiu diretamente com Trump o tema das “terras raras”, afirmando que o Brasil seria “a única alternativa à China para o mundo livre”. Há semanas, Flávio vem defendendo um discurso voltado aos minerais críticos e à segurança estratégica dos Estados Unidos. Em abril, durante a CPAC no Texas, afirmou que o Brasil poderia se tornar um “fornecedor seguro e estável” de terras raras para os americanos. Os EUA vivem hoje uma corrida global para reduzir a dependência da China em minerais estratégicos usados em semicondutores, inteligência artificial, baterias, satélites, armamentos e indústria militar. Atualmente, Pequim domina grande parte da cadeia global de refino e processamento desses elementos. Relatórios internacionais apontam que o Brasil possui uma das maiores reservas conhecidas de terras raras do planeta, colocando o país no centro da disputa econômica entre Washington e Pequim. O encontro ocorre poucas semanas após Lula discutir o mesmo tema com Trump na Casa Branca. Na ocasião, o presidente brasileiro afirmou que não pretende excluir a China e declarou que as reservas brasileiras estão abertas a investimentos “de qualquer país”. Flávio Bolsonaro, porém, sinaliza uma linha oposta - aproximar o Brasil diretamente dos Estados Unidos e do bloco ocidental liderado por Washington. Já Lula mantém uma política fortemente alinhada a Pequim, ampliando acordos com o regime chinês e fortalecendo os BRICS. Além das terras raras, Flávio afirmou ter pedido a Trump que PCC e Comando Vermelho sejam classificados pelos EUA como organizações terroristas internacionais. O encontro desta terça mostra que a eleição brasileira de 2026 ultrapassa as fronteiras nacionais e se conecta diretamente à disputa global entre Estados Unidos e China por tecnologia, minerais estratégicos, segurança e influência geopolítica no século XXI.

Karina Michelin

14,659 次观看 • 2 个月前