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Em entrevista recente a um podcast, a compositora de “Always Remember Us This Way”, Natalie Hemby, revelou uma curiosidade sobre uma sessão de composição realizada ao lado de Lady Gaga e de outros nomes consagrados, como Hillary Lindsey e Lori McKenna, para a trilha sonora do filme “Nasce Uma...

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O ator e cineasta Bradley Cooper concedeu recentemente uma série de entrevistas nas quais comentou sua trajetória como diretor. Em uma delas, participou de um bate-papo com Guillermo del Toro para a revista Variety. Em outra, falou ao BAFTA. Nas duas conversas, Cooper recorre à metáfora da “arma nuclear” para descrever o impacto avassalador do talento de Lady Gaga no filme “Nasce uma Estrela.” “[...] para cada filme que eu tive a oportunidade de escrever e dirigir, eu sempre digo que há uma ‘arma nuclear’. E, com ‘Nasce uma Estrela’, eu sempre senti que, nossa, não há melhor maneira de contar uma história de amor do que com duas pessoas cantando. Porque você não pode se esconder, sabe? Talvez se você for um cantor muito treinado, mas… seu instrumento literalmente tem que estar aberto, porque somos instrumentos de sopro e cordas; para o som sair e não ser horrendo. E então Gaga foi a arma nuclear.” Ao BAFTA, o diretor também relembrou o episódio em que Gaga cantou um trecho de “Shallow” para o elenco durante a leitura do roteiro. “Quando estávamos todos lendo o filme juntos em volta da mesa, minha primeira reação quando ela começou a cantar foi… empolgação para ver qual seria a reação de todos os outros. Porque, naquele momento, eu já conhecia a magia e o quão ‘nuclear’ aquilo era. Então eu estava apenas radiante, observando o queixo de todo mundo cair enquanto ela simplesmente começava, sem esforço, a soltar a voz na ponte de Shallow.” Querem ver os dois trabalhando juntos novamente? 🎬✨

RDT Lady Gaga

20,959 Aufrufe • vor 8 Monaten

🎶​ Regravação - Trinta e dois anos após Patrícia Marx colocar o Brasil para cantar a música "Quando chove" e emplacar a faixa na novela "A Viagem" como trilha da personagem Diná, Laura Pausini regravou a canção. O lançamento aconteceu nesta quinta-feira (6). Para o projeto, a artista italiana convocou Sandy, cantora com quem tem uma parceria de longa data. Ao falar com o #g1 sobre o projeto musical, Laura ficou surpresa ao saber que a música na voz de Patrícia foi trilha de novela. E ao descobrir que um filme baseado na obra de 1994 está sendo produzido, ela mostrou interesse em querer colocar sua versão no projeto cinematográfico. "Eu quero que a música faça parte disso. Com quem preciso falar? Eu não sabia que [a música] fazia parte de uma novela e não sabia que agora vão fazer um filme. Pessoas, diretor, não sei quem! Eu e a Sandy ficaremos muito felizes se vocês quiserem nossa versão. Seria uma coisa muito legal. Porque é verdadeiro. Tem uma história", afirmou a cantora durante a entrevista. Laura decidiu regravar "Quando chove" como parte de um projeto que faz em homenagem a "cantautores" italianos há 20 anos. A primeira obra, o disco "Io Canto", saiu em 2006. E, em fevereiro de 2026, nasceu o segundo álbum, trazendo entre as faixas a versão italiana da canção. ➡️ Com grande sucesso no Brasil, "Quando Chove" é uma versão da música "Quanno Chiove", gravada pelo cantor italiano Pino Daniele em 1980. Saiba mais no #g1. #laurapausini #música #sandy #quandochove #notícias #g1pop

g1

45,114 Aufrufe • vor 1 Monat

🚨NÃO FOI ACIDENTE: O ASSASSINATO DE ANA KEVILE E A DESCULPA QUE SE REPETE O assassinato da adolescente Ana Kevile, no interior do Ceará, expõe mais uma vez uma realidade que insiste em se repetir. A jovem foi morta a tiros em Deputado Irapuan Pinheiro, e o principal suspeito, apontado como Derimar Gonçalves, embora a identidade ainda não tenha sido confirmada oficialmente, foi preso dias depois no município de Acopiara. Ao falar sobre o crime, Derimar alegou que havia bebido muito, que ficou nervoso após uma discussão e que acabou “perdendo a cabeça”. Esse tipo de justificativa, no entanto, não explica a gravidade do que aconteceu. Não se trata de um episódio banal, nem de um simples descontrole, uma vida foi tirada. Em entrevista ao jornalista Lindomar Rodrigues, o suspeito afirmou que não conhecia a vítima e tentou tratar o ocorrido como um “acidente”. Já o delegado Vicente de Paula, responsável pelo caso, destacou que o homem demonstrou frieza durante o depoimento, ainda que tenha mencionado algum remorso. A Polícia Civil segue com os procedimentos legais para encaminhar o suspeito ao sistema prisional, considerando inclusive a repercussão do caso e a comoção entre os moradores da região. O que fica é um cenário que já não pode mais ser tratado como exceção. Uma adolescente morreu, uma família foi destruída e, mais uma vez, surge uma narrativa que tenta suavizar a responsabilidade de quem cometeu o crime. Não foi um acidente. Foi um ato que precisa ser encarado com a seriedade que merece. FOGO NOS FEMINICIDAS 🔥

Beta Bastos

28,136 Aufrufe • vor 4 Monaten

Esse final é excelente, justamente por ter criado dois grupos que se degladiam até hoje tentando monopolizar a interpretação 'correta' dele. ​De um lado, os que enxergam a chegada dos espanhóis como a ruína absoluta deles, ignorando que a tribo em questão já estava vivendo uma atrocidade tão grande com outros grupos locais, que, a não ser que você tenha assistido o filme de olhos fechados ou ache que desmembrar inocente é uma cultura que deve ser preservada, sabe que não tinha como ficar muito pior. Do outro, os que acreditam que como era 'tudo índio' que faziam rituais macabros de sacrifício, isso certamente era a salvação pra todos eles, o que na verdade pra essa tribo em específico, seria apenas trocar a submissão a uma civilização por outra. Aliás, existe um terceiro grupo, com a mais jumenta das interpretações, os que defendem a tese de que, "como Mel Gibson é cristão, conservador e reacionário e didireita, o final só pode ser um 'final feliz' onde todos eles são catequizados". É uma visão tão imbecil que revela mais limitação e cegueira ideológica de quem assiste do que qualquer suposta limitação do diretor. ​A questão é, mesmo que aquela cena das caravelas que já roda ai pela internet há anos fosse o take final, ela continuaria genial por ser ambígua o suficiente pra cada um projetar o que quiser do significado daquilo. O problema é que essa NÃO É A ÚLTIMA CENA DO FILME. ​Logo após esse trecho, o protagonista que sobreviveu a atrocidade dos Maias, volta para a floresta, encontra sua mulher grávida, olha para os navios, rejeita o contato com eles e vai embora em busca de um 'novo começo'. O filme é essencialmente sobre uma tribo que não é expansionista, não é violenta e que não quer viver sob o jugo de qualquer outro grupo, seja ele usando lanças ou espadas, não é sobre qual deles é pior ou melhor. ​Por mais que seja interessante essa disputa pela versão definitiva das caravelas chegando, eu acho que o final dele é muito categórico em não passar perto de nenhuma delas, se a "assustadora, pois é uma ameaça existencial para aquele grupo" ou a "esperançosa, porque estão chegando pra salvar os nativos deles próprios".

Otavio

20,544 Aufrufe • vor 4 Monaten

Em entrevista à Billboard, o produtor Cirkut segue em campanha de “Produtor do Ano” no Grammy Awards, e volta a falar do processo criativo por trás de “Abracadabra”, de Lady Gaga, que segundo ele, nasceu da espontaneidade dentro do estúdio. 🪄 “[...] começou como uma forma de inspiração instrumental [...] Depois eu e o Watt trabalhamos nela, ele adicionou acordes e encorpou as diferentes seções da música. A Gaga simplesmente foi para o microfone e começou a fazer melodias em estilo livre sobre o instrumental, basicamente. Ela começou a murmurar... sabe, muitas vezes são melodias com letras murmuradas, ainda não há um conceito ou letra definida. Mas ela começou a fazer algo como 'na-na-na-na-na', e à medida que continuava, começou a dizer 'Abracadabra'. E nós ficamos tipo: 'Espera, isso é muito legal! Ou será que é estranho? É bom? Acho que é bom, sim!'. Quando surge pela primeira vez, você não tem certeza, fica tipo: 'Isso é legal, né? É, isso aí!'. [...] não sei de onde veio, mas veio de algum lugar profundo da alma dela. Ela ouviu e simplesmente fluiu." Além de comentar a criação de “Abracadabra”, indicada a Record of the Year, Cirkut também falou sobre como é dividir o estúdio com Lady Gaga e a dinâmica criativa entre os dois. “Você adota uma abordagem diferente no estúdio quando trabalha com alguém como a Lady Gaga, que obviamente faz isso há décadas e é uma lenda. [...] ela tem uma discografia tão vasta, um corpo de trabalho tão grande, que você meio que não quer referenciar porque não quer repetir o que já foi feito, mas ao mesmo tempo não pode ignorar, porque ela teve essa carreira incrível e essas músicas maravilhosas. Então você quer, de certa forma, tocar nesses pontos de referência que soam como a Gaga, mas também queremos torná-la nova.” Cirkut e Lady Gaga devem comparecer ao #GRAMMYs2026 no próximo domingo (1º), ao vivo direto de Los Angeles, e a expectativa é de que ambos saiam vitoriosos. 🖤

RDT Lady Gaga

18,479 Aufrufe • vor 7 Monaten

Vale relembrar a entrevista concedida pelo baterista de Lady Gaga, Tosh Peterson, na qual ele comentou a experiência de ter se apresentado na Praia de Copacabana, no ano passado. 🇧🇷💚 O músico destacou o impacto emocional de tocar diante de uma multidão, e o acesso limitado que eles tiveram no hotel por conta do tanto de gente. “Eles tiveram que construir uma ponte do lobby do hotel até o palco, porque tava tão lotado de gente que a gente literalmente não conseguia ir andando até lá. Então a gente ficou nesse hotel. Todo mundo sabia que a gente tava lá. A gente nem conseguia sair direito do hotel, sabe? Tipo, tem milhões de pessoas lá fora. Foi assim a semana inteira. A gente ficou lá a semana toda. Basicamente a gente só podia ficar no hotel. [...] a gente podia ir tipo na piscina, sabe? Um lugar fechado, mas era praticamente só a gente ali. E foi insano[...].” Durante a conversa, Tosh afirmou ter ficado impressionado com a quantidade de pessoas reunidas nos arredores do Copacabana Palace apenas para acompanhar a apresentação de Lady Gaga. Segundo ele, o choque foi ainda maior ao realizar a passagem de som diante de milhares de fãs já concentrados na praia, em um cenário incomum para esse tipo de preparação técnica. “Cara, foi uma loucura. Eles estavam lá fora tentando ver ela, ver um vislumbre dela, só ver um pedacinho, cara. É insano! Então, sim, eles construíram essa ponte e a gente atravessava por ela, e a gente passou o som pra mais gente do que eu já toquei na minha vida inteira. Tipo, a gente passou o som pra quase um milhão de pessoas na noite anterior ao show.” O baterista também ressaltou o alcance internacional do “Gagacabana”. De acordo com Tosh, o evento ultrapassou fronteiras ao reunir fãs vindos de diferentes partes do mundo, que viajaram exclusivamente para assistir ao show no Rio de Janeiro. “Essas pessoas, pra elas, é o sonho da vida ver a Lady Gaga, e essa foi a única vez que ela tocou na América do Sul nessa turnê. [...] Então as pessoas viajaram do mundo todo. Quer dizer, no dia seguinte a gente tava passando pelo aeroporto. A gente tinha um voo fretado, mas mesmo assim você passa por um aeroporto público pra embarcar. E tinha gente dizendo tipo: ‘É, eu vim voando não sei de onde, lá dos Estados Unidos, só pra ver esse show, porque eu precisava estar lá, porque eu sabia que isso ia entrar pra história.’ E eu fico tipo: ‘Isso é muito louco, cara.’”

RDT Lady Gaga

33,405 Aufrufe • vor 8 Monaten