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Essa é a linha do tempo: O MBL, através do membro Luciano Ayan, se junta com a esquerda pra fazer a CPMI das Fake News contra a direita brasileira -> Luciano Ayan é preso por lavagem de dinheiro e MBL nega que Ayan era membro oficial do movimento ->...

20,707 views • 6 months ago •via X (Twitter)

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Se você acredita, como eu, que o regime de censura e perseguição política é o maior problema do Brasil hoje, não faz o menor sentido apoiar o Dirceuzinho do MBL. Porque eles não apenas apoiaram esse regime. Eles participaram da construção dele. Em 2019, o MBL, através do seu guru à época, Luciano Ayan, produziu dossiês mapeando a direita. Listas, nomes, prints. Esse material foi parar nas mãos de parlamentares que atuavam contra Bolsonaro e virou apresentação na CPI das Fake News. O próprio Ayan admitiu, em entrevista, que suas pesquisas serviam de base para a comissão. E a CPI das Fake News é o ovo da serpente. É de lá que sai a narrativa da milícia digital, que depois vira inquérito no Supremo, censura em massa, bloqueio de conta e prisão. Eles ajudaram a construir a arma. Depois, incentivaram o seu uso. Outubro de 2021. Moraes acabava de decretar a prisão preventiva de Allan dos Santos, contra a manifestação da própria Procuradoria-Geral da República. Até a PGR achou que aquela prisão não devia sair. O líder do MBL achou pouco. Gravou um vídeo dizendo que não bastava o Allan. Era preciso prender Olavo de Carvalho junto. Chamou o professor de velho criminoso. Disse que canalhas envelhecem. Incluiu na lista Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. E encerrou desejando que aquela fosse a primeira de muitas. Olavo morreria três meses depois, já acossado pelos inquéritos. E nada disso era novidade. Em 21 de setembro de 2015, Olavo já tinha escrito que tudo o que o MBL fazia era sugar as energias do movimento popular para reforçar a classe política podre e o sistema. E que a única resposta possível era tolerância zero. Setembro de 2015. Antes do impeachment de Dilma. Antes de Bolsonaro. Antes do inquérito das fake news. Olavo os descreveu em 2015. Seis anos depois, eles queriam ele na cadeia. Em 30 de junho de 2021, o MBL assinou o superpedido de impeachment de Bolsonaro ao lado do PT, do PSOL, do PCdoB, da CUT e do MST. Não é interpretação minha. Está no documento, com o nome deles. Alguém realmente acredita que eles teriam conseguido criar um partido sem a autorização do establishment? Eles não têm ideologia. O único norte é o poder pelo poder. E se alcançarem o intento, o nível de repressão contra qualquer opositor será muito maior do o que temos hoje.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

58,864 views • 11 days ago

- Eu acho que o Renan Santos não se lembra muito de alguns fatos, mas, claro, esse fato aconteceu há 5 anos. Mas eu faço questão de lembrar o Renan Santos. Mas vamos primeiro por partes. - Vocês sabem quem é Luciano Ayan? Que foi preso por lavagem de dinheiro, sonegação de impostos? Não? Então eu refresco a memória de vocês e do Renan Santos. - Luciano Ayan, lá no tempo do Orkut, não passava de um carrapato no cavalo querendo atenção do professor Olavo de Carvalho, e tinha um site ou canal, não sei ao certo, que se chamava Ceticismo Político. - Luciano Ayan ganha relevância com esse seu site e com seus conteúdos meia-boca, mas todos começam a perceber que ele não tinha fundamentação nos argumentos, igualzinho o povo do MBL, que hoje é o partido mijão. - Como todo mau caráter, ele foi, com o passar dos tempos, mudando de cara e mostrando quem de fato ele era. Com isso, as pessoas começaram a se afastar dele. - Mas por que estás dizendo tudo isso, Clarke? Porque vai cair benzinho nesse trecho do vídeo do Renan e sua raiva com o presidente Bolsonaro e todo o movimento que o presidente Bolsonaro cria. - Quando o presidente Bolsonaro começa a criar bastante notoriedade, e é bom vocês perceberem as palavras e as entrelinhas do que vou escrevendo, prosseguindo: quando o presidente Bolsonaro ganha notoriedade após o impeachment da Dilma, que eu me lembro muito bem desse dia, - O Luciano Ayan, que atrás não tinha nenhuma relevância, começa a se aproximar do MBL, e, com essa aproximação, que bem depois, mas bem depois, eles vão negar, mas existem fotos e vídeos. - Mas essa aproximação foi uma tentativa do MBL e de Luciano Ayan dominar, ou melhor, ditar quem era a direita, como eles fazem até hoje com seus ditos vídeos e publicações, principalmente o Renan Santos. - Essa aproximação tinha como missão expurgar toda e qualquer pessoa que levantasse o nome do presidente Bolsonaro. - Isso estou falando do pós-impeachment, e até hoje vocês veem essa raiva visceral que esse Renan Santos tem e as acusações infundadas que eles fazem. - Então hoje eles acusam o presidente Bolsonaro por simplesmente não comprar sua narrativa esdrúxula e falsa, e acusam do que eles mesmos fazem. - O MBL e a esquerda só têm diferença no nome, mesmo, porque as atitudes são as mesmas, não mudam em nada. São os mesmos métodos e técnicas. - Renan Santos, o eterno menino de apartamento que não deixam brincar no play do condomínio.

Clarke de Souza

17,568 views • 8 months ago

🚨 O Partido Missão é do Xandão? Gabriel Costenaro, ex-MBL, detonou a bomba: Kim Kataguiri e Renan Santos se encontravam frequentemente com Alexandre de Moraes e outros ministros do STF visando "facilitar" a criação do Partido Missão. Desde quando para criar um partido político é preciso da anuência de Xande? Não é sobre teoria da conspiração nas redes. É confissão de um ex-membro. Ou seja, enquanto a direita raiz é censurada, processada, cassada e impedida de criar um partido por qualquer pretexto, o MBL consegue registrar uma legenda novinha em folha com rapidez suspeita. Coincidência? Ninguém aqui é idiota. Renan, Kim, e companhia, se vendem como “direita diferente”, “direita liberal”, “direita inteligente”. Na prática, são apenas a direita permitida pelo sistema. Eles atacam Bolsonaro e o bolsonarismo com verve moralista, quase puritana, mas quando o assunto é o autoritarismo de toga do Supremo, mudam o tom, tergiversam e com um censurado vocabulário se arvoram defensores de “instituições”. Por quê? Porque sentam à mesa com quem juram combater. Porque almoçam com o algoz enquanto a direita verdadeira é caçada. "A militância do MBL não sabe de nada. Dá pena", disse o ex-membro. Partido Missão? Melhor chamar de Missão Cumprida. A direita brasileira precisa abrir os olhos urgentemente. Não existe “direita de araque” que nasce de jantares e reuniões em Brasília com o ministro que mais persegue conservadores no país. Isso não é política, é colaboração. MBL NÃO É DIREITA MISSÃO NÃO É DE DIREITA!

Nigra Aqua

17,536 views • 2 months ago