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Esse casal tem dois filhos e viviam tranquilamente suas vidas. Até que, de repente, após as vacinas obrigatórias, seus filhos tiveram reações severas e um laudo médico atestou o risco delas receberem outras vacinas. Qualquer pessoa que se interessar em pesquisar, verá que o alto grau de mercúrio das...

62,510 Aufrufe • vor 7 Monaten •via X (Twitter)

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O caso de Paola e Douglas, no Rio Grande do Sul, revela um episódio alarmante de intervenção estatal que resultou na retirada forçada de seus dois filhos - um menino de quatro anos e uma bebê de um ano - apesar de laudos, relatórios e testemunhos que contradiziam a justificativa oficial. Tudo começou quando Paola apresentou um laudo médico assinado por profissional habilitada recomendando a suspensão temporária das vacinas após reações adversas graves. O documento apontava risco real caso novas doses fossem aplicadas. Mesmo assim, Conselho Tutelar e Ministério Público ignoraram o parecer e insistiram na vacinação compulsória, sem perícia independente. Dias depois, à noite, o casal foi surpreendido por oficiais de Justiça, conselheiros tutelares e policiais. Sem aviso, sem contraditório e sem transparência, as crianças foram retiradas sob a acusação genérica de “negligência”. Paola e Douglas afirmam que só tiveram acesso à decisão judicial depois que os filhos já estavam sob custódia do Estado. A situação piorou quando as crianças foram enviadas a um abrigo denunciado por três estupros e dois homicídios cometidos por uma funcionária - crimes reconhecidos judicialmente. Apesar do histórico, o local segue ativo e recebeu os menores. Relatórios do CREAS descreviam a família como estável, com bom vínculo e cuidados adequados. Mesmo assim, um laudo isolado - encomendado pelo Judiciário - contrariou toda a documentação anterior, descrevendo a casa como desorganizada e sugerindo isolamento social. Esse documento, contestado por profissionais que acompanhavam a família, embasou a retirada. Após a separação, Paola relatou hematomas no braço do filho e a bebê vestida de forma inadequada no abrigo. Ao tentar denunciar, um erro de data no boletim virou o processo contra os próprios pais, que passaram a responder por “falsa comunicação”, ampliando as restrições de acesso. O episódio expõe um Estado que ignora a autonomia médica e transforma em alvo pais que seguiram orientação clínica formal. Quando a “proteção da infância” se converte em arma institucional, quem responde pelos danos causados a uma família inteira?

Karina Michelin

163,815 Aufrufe • vor 7 Monaten

Filhos da puta!!! Pais e profissionais de saúde. ESTA CRIANÇA RECEBE 6 VACINAS EM UM MINUTO ISTO É COMPLETAMENTE INSANO O que estão fazendo com crianças é, no mínimo, irresponsável. Aplicar múltiplas vacinas em sequência, em questão de minutos, sem debate público sério, sem transparência plena e sem espaço para questionamento, não é ciência madura. É protocolo cego. Pais e profissionais de saúde deveriam ser a primeira barreira de prudência, não a correia de transmissão automática de decisões tomadas longe da realidade clínica individual. Criança não é linha de produção. Corpo humano não é campo de teste. Há algo que não pode ser ignorado: doenças infantis estão aumentando. Transtornos do neurodesenvolvimento, condições autoimunes, alergias severas. Isso é fato epidemiológico observado, ainda que as causas estejam em debate. E é justamente por isso que perguntar não é crime. Vender a ideia de que “quanto mais vacinas, maior a imunidade” como mantra absoluto é empobrecer a medicina. Imunologia é complexa. Resposta individual existe. Risco-benefício precisa ser discutido, não imposto. Pais têm o direito — e o dever — de perguntar por que calendários mudam, por que doses se acumulam, por que não há individualização, por que o debate é silenciado. Quando questionamento vira tabu, o problema já não é médico. É político. Isso não é negacionismo. É prudência. É responsabilidade com quem não pode consentir. Crianças merecem cuidado. Pais merecem respostas. E ciência de verdade não teme perguntas.

・ Ice ・  Ⅹ ・

94,463 Aufrufe • vor 6 Monaten

O embate institucional entre o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Federal de Medicina escalou nesta semana após o ministro Alexandre de Moraes anular uma sindicância aberta pelo CFM a respeito da assistência médica prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro sob custódia da Polícia Federal. A decisão, que classificou a iniciativa do conselho como “ilegal” e “desvio de finalidade”, acendeu um alerta entre entidades médicas e profissionais do setor. O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, reagiu em nota oficial, contestando a convocação para depor na Polícia Federal após a anulação da sindicância e defendendo que o órgão atuou dentro de suas atribuições legais e regulatórias. Segundo Gallo, o procedimento seguia o Código de Ética Médica e não havia “justa causa” para a medida judicial - um gesto interpretado por médicos como defesa institucional da autonomia da profissão. Mas foi o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Dr. Marcelo Matias, quem adotou o tom mais duro. Em vídeo público, Matias afirmou que é “inaceitável qualquer tipo de interferência” externa nas sindicâncias médicas e advertiu que, se o STF passar a intervir em condutas avaliadas sob critérios técnicos e éticos, “não há como defender a ética médica”. Para o Simers, proteger o CFM neste momento é proteger a autorregulação da medicina. O que está em jogo não é um procedimento administrativo, tampouco a figura de um ex-presidente, mas o princípio da autonomia médica - conquista civilizatória que protege o paciente de interferências políticas, judiciais, religiosas ou ideológicas sobre a prática clínica. Quando um tribunal se coloca acima dos próprios códigos que regulam a medicina, abre-se a porta para a substituição da ciência pelo arbítrio e da ética profissional pela conveniência do poder - vimos isso acontecer durante a pandemia. E se a medicina não puder mais se autorregular, quem terá coragem de decidir o que é certo diante de um leito - o médico ou o magistrado? Em democracias maduras, esse é um limite inegociável.

Karina Michelin

14,923 Aufrufe • vor 6 Monaten

Quando o vídeo desse cara viralizou, eu não postei nada sobre, mesmo sabendo que estava perdendo o assunto do "hype", porque estou tempo suficiente na internet pra saber que a internet tem por costume, promover pessoas por um único vídeo, sem se importar com o todo -- e isso é normal. Mas também é normal, após o sujeito viralizar, todo mundo ir buscar o passado dessa pessoa. Nesse caso, encontraram ele debochando e chamando de idiotas, pessoas que brincaram com o boicote feito a marca havaianas e parece que ele não gostou muito da exposição e das críticas -- é o típico caso do sujeito que implora pra viralizar e depois reclama do ônus da exposição que ele próprio buscou e conquistou. A parte em que ele fala das havaianas, em nada me incomoda. As pessoas que postaram o vídeo com a brincadeira também queriam exposição, conseguiram e tem de lidar com o ônus. Vale para os dois. Mas o que quero comentar, é sobre a pessoa do vídeo, que viralizou reclamando do preço das coisas e a falta de dinheiro, colocando a culpa no governo. Óbvio que ele não têm o mínimo de culpa na situação dele próprio, é sempre o estado. Adivinha qual é o lado político dele? É o centro, o isentismo cultural. Aquele tipo de pessoa que é independente, mas sempre cai pra esquerda. O cidadão se orgulha de não votar, compara os governos Lula e Bolsonaro, e chega a conclusão de que é a mesma coisa. Sei que o Brasil está insustentável pra se viver. Os preços explodiram, o crime tomou conta do país e o governo Lula odeia os pobres. Mas vezes a pessoa está na lama, passando por aperto, mas é só uma vítima das suas próprias escolhas e terceiriza 100% da culpa para o estado. É uma ótima desculpa para justificar seu fracasso. Pela forma de falar, pela aparência de ex-presidiário e a postura "independente" na hora de votar, justifica muita coisa do vídeo que viralizou.

Vamos Direita

20,019 Aufrufe • vor 19 Tagen

O caso de Arroio Grande não é um “conflito de narrativa”. É um retrato cru de como o Estado, quando perde o eixo, vira máquina de moer família. Pelo relato registrado, tudo começa com uma denúncia anônima de cárcere privado que, segundo a própria defesa, não se sustentou na verificação policial. E aí vem a virada que precisa escandalizar qualquer pessoa minimamente lúcida: quando a acusação principal cai, o foco muda. O problema passa a ser a caderneta de vacinação. E não estamos falando de pais “sumidos” ou “negligentes” no sentido clássico do termo. A defesa afirma que foram apresentados múltiplos atestados médicos contraindicando vacinas para as crianças, justamente por reações adversas já ocorridas, e que mesmo assim a insistência continuou. E aqui entra o ponto mais grave do ponto de vista institucional. A defesa descreve uma sequência em que o aparato público não age para recompor vínculo familiar. Ele age para esmagar. Segundo o relato, a retirada foi feita à noite, com oficiais de justiça, policiais militares e conselheiros tutelares, levando duas crianças que estariam dormindo para uma casa de passagem. O Estado não bateu na porta para ajudar. Bateu como operação. Depois, a defesa afirma que houve audiência dentro do acolhimento e que a participação do advogado foi indeferida naquele momento, deixando o casal em condição de fragilidade. Aí vem a cereja amarga: a advogada relata um ambiente de intimidação, com forte presença policial, e descreve procedimentos de revista considerados humilhantes e desnecessários. Isso não é detalhe. Isso é método. Se você desestabiliza psicologicamente, você cria reação. E quando a reação vem, você escreve no relatório que o pai é hostil. O que torna tudo ainda mais corrosivo é o silêncio imposto. A defesa chama de abusiva a decisão que tenta amarrar a boca de advogados e pais, impedindo que se fale do caso, mesmo sem exposição das crianças. Quando o sistema começa a tratar palavra como crime e transparência como ameaça, a pergunta muda. Já não é só “o que está acontecendo com essa família”. É “o que o Estado quer esconder”. A estratégia anunciada pela defesa inclui mandado de segurança e denúncias a órgãos de controle, além de questionamentos formais por prerrogativas profissionais. E tem outro ponto que não pode ser varrido para baixo do tapete: a defesa questiona condições do acolhimento, relata que os pais estariam há mais de 30 dias sem ver os filhos e descreve potencial prejuízo emocional às crianças. No meio disso tudo, existe um componente que exige ser tratado com seriedade, não com histeria de rede social. Vacinação infantil é tema sensível, médico e jurídico. O Estado tem dever de proteger a criança. Pais têm dever de cuidar. E quando há contraindicação médica, o devido processo e a prudência deveriam ser regra, não exceção. O que não pode é transformar o instituto de proteção em instrumento de punição, e a criança em troféu administrativo. Ao final desta publicação, deixarei links de estudos, pesquisas e manifestações técnicas de autoridades com reconhecido conhecimento na área da saúde que relatam possíveis danos e efeitos adversos associados à vacinação em crianças. Não se trata de opinião pessoal nem de histeria de rede social, mas de material documentado, analisado e debatido fora do circuito de slogans. Informação não é crime. Questionamento técnico não é negacionismo. É parte essencial de qualquer sociedade que ainda se pretende racional. Porque se as “únicas justificativas” clássicas para afastamento do lar envolvem maus-tratos, abuso ou abandono, como a defesa afirma, então o ônus de demonstrar necessidade, proporcionalidade e urgência é gigantesco. Se isso não estiver muito bem amarrado, o que sobra é um Estado que perdeu a mão e resolveu compensar no grito. E é aqui que entra o chamado público que precisa ecoar no Rio Grande do Sul. Parlamentar não existe para postar frase bonita e sumir quando o caso é desconfortável. Parlamentar existe para fiscalizar, requisitar informações, cobrar alvarás, questionar procedimentos, acompanhar acolhimento, exigir transparência sem expor menores. Arroio Grande não pode virar laboratório de abuso institucional. Criança não pode virar justificativa para atropelar direito. E justiça não pode ser sinônimo de silêncio imposto. Se esse caso não for revisto com rigor, o recado para qualquer família fica assustador: hoje é “por vacina”. Amanhã pode ser por qualquer coisa. E quando o Estado aprende que pode entrar às 10 da noite e sair carregando seus filhos, o nome disso não é proteção. É poder sem freio. LINKS de estudos e questionamentos: Parabéns à Revista Oeste e a todos os envolvidos nesta entrevista. Para aqueles que ainda não sabem do caso, o vídeo pode dar luz. Osmar Terra Zucco Mauricio Marcon Marcel van Hattem Sanderson Giovani Cherini Deputado Delegado Zucco

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,569 Aufrufe • vor 6 Monaten