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Ana Sayfaya Dön

🇨🇳 Esse é o museu do Exército de Libertação Popular da China (PLA). Neste museu, são exibidas armas originais utilizadas durante a revolução chinesa e a resistência contra o Japão, além de contar a história das lutas que a China Comunista travou.

21,251 görüntüleme • 9 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Tente encontrar, no Museu do Flamengo, referências a Moderato, Pirilo, Valido, Leonidas, Zizinho, Domingos, Fausto, Evaristo, Dr. Rúbis, Carlinhos, Reyes, Doval, Zagallo, Geraldo e tantos outros. Não será fácil. E se achar, sobre muitos deles, verá somente a foto rodando num painel com o nome, sem qualquer informação a mais. Quem foi? Quando jogou? Quais seus feitos com a camisa rubro-negra? Nada disso está acessível naqueles painéis. O Museu do Flamengo decepciona, mas ainda é possível corrigir erros crassos, que vão além da falta de referências e detalhamento de vários nomes históricos do futebol rubro-negro. Como a omissão completa dos 10 meninos mortos no CT em 8 de fevereiro de 2019. O memorial existente na Gávea antes da inauguração desse espaço tinha uma homenagem aos Garotos do Ninho. No Museu do Flamengo, parece que eles nunca existiram. Logo após a inauguração, questionei a assessoria de imprensa do museu, em 7 de agosto de 2023. A resposta: “A homenagem para os meninos do Ninho está la no CT mesmo - não terá mais uma no museu”. Insisti, afinal, o Centro de Treinamentos não fica aberto à visitação, quem pode ver a tal homenagem? Até hoje, 468 dias depois e após novas mensagens cobrando uma resposta que faça sentido, ela ainda não veio. Quem fez a curadoria do Museu do Flamengo tem muito a corrigir, se o objetivo do trabalho for contar a história do clube. Contar a história. É o que fazem os museus. Esses nomes, e muitos outros, fazem parte dela, que não começou em 2019, tampouco em 1981. E os Garotos do Ninho também, mesmo que da maneira que ninguém jamais desejaria. Faz bem a torcida do Flamengo, que os homenageia cantando aos 10 minutos de cada jogo. “São 10 estrelas a brilhar”. Sim, eles são. Menos no Museu do Flamengo. #naoesquecemos

Mauro Cezar

127,130 görüntüleme • 1 yıl önce

🇨🇳 Milenar e tecnológica - Às vezes até parece São Paulo. Olhando de outro ângulo, talvez o Rio de Janeiro? Às vezes parece Nova York. Mas na maior parte do tempo não parece nada disso. Porque não dá para olhar para China com a cabeça formada do outro lado do mundo, que por milênios tenta entender esse país tão distante. E dá nomes, como China. Nem é o nome desse país. É Zhōngguó. Não tem nada a ver. O significado está desenhado no ideograma: Reino do Meio. O conceito parte da ideia de que a civilização mais evoluída está nessa terra. No mapa-múndi que eles usam, eles estão no centro do mundo. Historicamente, consideram os que estão em volta como povos bárbaros. Para evitar invasões, construíram até uma grande muralha. Não foi suficiente. Mas os chineses sempre souberam que, no fim das contas, os bárbaros adotariam a cultura chinesa. Sua língua, sua escrita, sua filosofia. A cultura chinesa é a mais antiga civilização contínua do planeta - tem pelo menos 5 mil anos - e se espalhou. A gente sempre pensa que um tipo de jardim é japonês, mas na verdade ele nasceu na China. Ou que uma determinada arquitetura é do interior da Coreia, mas é chinesa. Tanto Coreia quanto Japão adotaram a forma de escrever chinesa. ▶️​ Xangai virou a cidade mais cosmopolita da China. Depois de se reerguer do que chama de século da humilhação, acabou com as concessões estrangeiras e hoje é a vitrine da China moderna. A maior megacidade do país, com trens que levitam, skyline futurista, carros elétricos e robôs. É o centro financeiro da segunda maior economia do mundo; e maior porto. Uma das cidades com mais conexões de avião do planeta. É o melhor lugar para ver o país com seus próprios olhos. Saiba mais no #g1. #china #xangai #jornalnacional

g1

27,948 görüntüleme • 3 ay önce