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Esse é um vídeo que toda a esquerda de Twitter deveria ver. E não se trata de uma pessoa específica, mas sim de como você lê e reage à falas e comportamentos ditos problemáticos no seio do povo periférico. Bárbara Carine é baiana, de quebrada, doutora, escritora, professora da... show more
265,740 views • 2 years ago •via X (Twitter)
10 Comments

O assunto aí não é BBB não. Não misturem as coisas. O cara foi citado como exemplo por ser alguém que está em destaque no momento, mas a Bárbara está falando de outro assunto muito mais importante, mais amplo e profundo que as futilidades do BBB.

@drim200 Finalmente alguém entendeu. Davi é apenas um entre milhões de brasileiros pobres e periféricos com falas ou comportamentos ditos problemáticos. O problema é que fã de BBB é muitas vezes pior que gado de político rs.

Laydi é petra pobre e periferica. Caixa de supermercado. E o que ganhou: apelido de mucamba desta mesma gente que faz videozinho bancando a moral e a justiça social. Black tt aí para provar a hipocrisia desta gente.

Mostra aqui o vídeo da Bárbara chamando a Leidy de "mucama", por favor. Ou você vai mesmo continuar generalizando tudo e todos, e ainda cometendo a barbaridade de igualar uma professora da UFBA com torcedor fanático/anônimo de internet!?

Eu amo que a quem ela se dirigiu, sobre quem ela falou, estão aqui nos comentários se defendendo. Sentiram demais, só não vão fazer auto crítica como sempre, eles tão certos e o mundo está errado, não deixarão jamais de olhar " do alto dos seus apartamentos, tomando uma heineken"

essa mania horrível de achar que pobre e favelado são todos uma massa de gente ignorante que não aprende o mínimo de respeito ao próximo. Se fosse simples assim não teria tanta gente instruída nessa país cuspindo todo tipo de preconceito.

Todas as pesquisas mostram que a população pobre e sem instrução é mais conservadora/religiosa/machista/homofóbica do que o segmento com ensino superior e mais renda. E por que é assim? Porque o pobre tem menos tempo para conseguir letramento, reflexões críticas e superar a cultura dominante imposta historicamente no Brasil. Não obstante, existem excessões, óbvio, pessoas periféricas tbm recebem influências "externas", seja via redes sociais, amigos ou entrada na universidade. Da mesma forma que nem todos com ensino superior ou renda alta superam a cultura dominante. Só que nesse último caso há mais escolhas, tempo disponível e letramento para perceber e evitar os preconceitos sociais.

@historia_pensar Que pedrada !!!! Muito engraçado as pessoas se doendo e achando que ela tá falando APENAS sobre Davi, e sobre o bbb. Pelo amor de Deus…..isso é sobre o BRASIL!!!

ele nao falou só "sou homem" ele falou "sou homem, não sou viado não". com todo educação do mundo conversaram com ele e ele compreendeu. Menos a torcida NOJENTA dele que insistiu em dizer que nao tem nada problematico nessa fala.

Tu entendeu que não é sobre uma pessoa específica, né? E nem sentido faz generalizar uma torcida como se todos fossem iguais e ignorar a diversidade do brasileiro. Diferente da política, torcida de programa de entretenimento é muito mais diversa. Qualquer pessoa com leitura crítica sabe que a frase "sou homem, não viado", é homofóbica, embora tbm seja muito comum pelos recantos do país.
