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EVANGÉLICO PODE AGREDIR MENINAS? Elias Lira Guilherme é acusado de cometer violência extrema contra uma adolescente de 15 anos. O caso gerou repercussão por causa do histórico do investigado na política e em movimentos comunitários do Rio de Janeiro. Elias ficou conhecido nacionalmente durante a gestão do ex-prefeito Marcelo...

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⏯️ Autor do projeto de lei sobre anistia que avançou na Câmara dos Deputados, Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF. “Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão não é uma pena de morte?”, questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna de Paulo Cappelli. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do Centrão. “Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão não é uma pena de m0rte?”, questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do Centrão. Para Crivella, a condenação a dois anos de prisão seria a alternativa ideal por representar uma “pena reeducativa” e que evite a perda das patentes de Bolsonaro e outros militares condenados por golpe de Estado. “Defendo a redução de pena de Bolsonaro e outros militares para dois anos, porque não perde a patente. Quem sabe a gente consegue dois anos com prisão domiciliar. E rapidamente passando para regime de semiaberto, trabalhando e dormindo em casa. Acho que isso seria o ideal”, disse Crivella. ➡️ A reportagem completa está na coluna do Paulo Cappelli Basta acessar 📹 Metrópoles

Metrópoles

149,464 views • 9 months ago

A cidade do Rio de Janeiro tem um prefeito que está em seu quarto mandato e, lamentavelmente, sempre protelou a inserção da Guarda Municipal na Segurança Pública, mesmo tendo esse prefeito o respaldo de lei federal. O prefeito do Rio sempre movimentou sua base parlamentar na Câmara Municipal carioca no sentido de manter os guardas desarmados e a população, por conseguinte, desguarnecida, empurrando eternamente com a barriga a atitude que tem que tomar e que não tomou todos esses anos porque não havia lucro eleitoral envolvido, simples assim. Hoje, ele apresenta uma proposta para a segurança pública no mínimo inconstitucional, eleitoreira, perigosa, inefetiva e esdrúxula, ignorando os funcionários públicos e criando uma espécie de segurança privada com critérios inescrupulosos como perigo de contratação e uso do armamento de fogo somente em serviço, ignorando a vida e a realidade violenta que estão submetidos os seres humanos que se dispõem a trabalhar nessa área. Quase 20 das 26 capitais do Brasil possuem suas respectivas Forças de Segurança Pública Municipais atuantes em suas esferas específicas. Porque o Rio de Janeiro continua nesse impasse ? Porque o carioca precisa ser submetido a caprichos ? A solução é e permanece simples: cumprir a lei federal e integrar a Guarda Municipal à Segurança Pública de forma plena com um pequeno ajuste na Lei Orgânica do Rio de Janeiro, coisa feita em várias cidades sem as dores de parto que vemos no nosso Município, dores estas causadas pelo prefeito que temos. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro deve ser reconhecida e empregada como força de segurança pública municipal simplesmente seguindo a lei e não criando políticas eleitoreiras e absurdos ilegais e desumanos como propõe o chefe do Executivo Municipal. Eis o fato.

Carlos Bolsonaro

56,698 views • 1 year ago