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Ex-sequestrada do H@m4s discursa na ONU e pede libertação dos 101 refens ainda em cativeiro. Mia Schem descreveu seu sofrimento enquanto mantida em cativeiro.

57,777 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

10 Kommentare

Profilbild von Brazil'll be free!!
Brazil'll be free!!vor 1 Jahr

A ONU é o rabo do diabo....

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Fatima Nascimentovor 1 Jahr

Tristeza.

Profilbild von Marcio BR 🙏👊🇧🇷
Marcio BR 🙏👊🇧🇷vor 1 Jahr

A esquerda aqui tá preocupada com o Esbanjapalooleza... 🤔😡🙈

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LucinhaGodinho🇧🇷🇮🇱🇺🇸🏳️vor 1 Jahr

Esperança! 🕊️🕊️🕊️🕊️🕊️🕊️🕊️🕊️

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lyavor 1 Jahr

Temos muitos patriotas em cativeiro.

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Suely Cristina da Silvavor 1 Jahr

@LeonySao Deus piedade a esses presos injustamente!

Profilbild von Dr. Sarilho 🇧🇷
Dr. Sarilho 🇧🇷vor 1 Jahr

Bom, isso terá um fim…

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Daughters of Persiavor 1 Jahr

While the regime's elites send their daughters to study and live freely in the U.S. and Europe, our daughters in Iran are jailed for showing their hair. We will NOT stay silent while our sisters are caged for demanding their basic rights! #FreeIran #WomanLifeFreedom #EndTheRegime

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Hemersonvor 1 Jahr

Só acho que, quem passou pelo trauma, não precisaria lê, só um ponto , não acusação…

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Jackson Novaes 🫡🇧🇷vor 1 Jahr

@realDonaldTrump @elonmusk

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Após 16 meses de cativeiro em Gaza, Ohad Ben Ami, Eli Sharabi e Or Levy foram finalmente libertados pelos terroristas do Hamas neste sábado, 8 de fevereiro, mas a liberdade trouxe consigo uma dor ainda mais profunda. Durante seu tempo como reféns, eles desconheciam o horror que havia se abatido sobre suas famílias no ataque de 7 de outubro de 2023. Eli Sharabi, de 52 anos, foi informado que sua esposa, Lianne, e suas duas filhas adolescentes, Noiya (16) e Yahel (13), haviam sido brutalmente assassinadas em sua casa no Kibutz Be’eri. Eli, que lutou pela sobrevivência física durante o cativeiro, agora enfrenta o vazio absoluto deixado pela perda irreparável de sua família. Or Levy, de 34 anos, também descobriu que sua esposa, Eynav, foi morta durante o ataque no festival Nova, onde ele foi sequestrado. Seu filho de apenas três anos, Almog, sobreviveu e está sob os cuidados dos avós. Or saiu do cativeiro para uma realidade irreconhecível, marcada pela ausência de sua companheira. Ohad Ben Ami, de 56 anos, também mantido em cativeiro desde o mesmo ataque, foi o único entre os três que não perdeu familiares no massacre. Sua esposa, Raz Ben Ami, havia sido libertada em uma troca de reféns em novembro de 2023, mas ele não tinha notícias dela até o momento de sua própria libertação. As imagens dos três homens, magros e frágeis, chocaram Israel e o mundo. Gideon Saar, ministro das Relações Exteriores, comparou suas condições às dos sobreviventes do Holocausto, reforçando o peso histórico e emocional do momento. Já o presidente Isaac Herzog condenou o tratamento desumano como um “crime contra a humanidade”. A tragédia desses reféns agora simboliza o sofrimento coletivo de uma nação. No reencontro com seus familiares, eles enfrentam não apenas o terror do cativeiro, mas também a dor imensurável da perda. A memória dessas vidas interrompidas será um lembrete perpétuo dos horrores que essa guerra trouxe.

Karina Michelin

14,000 Aufrufe • vor 1 Jahr