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Faça direito, seu pedaço de merda inútil, idiota e imprestável, e pare de chorar! // Do it right, you worthless, idiotic, worthless piece of shit, and stop crying! #facefuck #whore #slave #spank

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Quer saber porque o vídeo do Jacaré de Tanga não está no meu canal putinha gorda do Xbox Chief ? Porque a denúncia do Kléber provou-se ser vazia, mentirosa e infrutífera. Dá para ver pelo tanto que ele gaguejou neste vídeo vergonhoso. O vídeo foi privado no canal, e inclusive, pedi desculpas ao Renan Santos⬛️🟨⬜️ por ter cedido esse espaço para uma denúncia que no fim não tinha NADA nela. Absolutamente NADA. Mas você sabe disso, seu filho da puta, você acompanhou tudo. Só que você precisa mentir para seu público de lixo para viver. Como um mendigo. Assim como sabe que o Capim só foi de TOCA para o podcast do Flow por minha recomendação e não com o boné dos confederados. Deveria ter deixado. Se o boné (O que você não mostra nas fotos) não tinha nada demais, porque ele está de toca lá? Você sabe. Eu sei. Seu amigo lixo, sabe. Mas veja como você é burro e a mentira tem perna curta: Ao voltar para a internet você escolhe como símbolo uma RUNA ODAL, que é ainda pior que o bonézinho do seu amigo racista pagando de redneck americano. Você sabe disso e mente. Assim como mentiu quando disse que você e o lixo do Guilherme nunca debocharam e escarneceram a morte da Mariele; O Vini fez isso também. Verdade, ele é homem, nunca negou isso. Pediu desculpas, se arrependeu, nunca mais voltou com o canal. E vocês? Apagaram o vídeo, reuparam editado e disseram "tiraram de contexto" como boa puta covarde que são. Você fez isso com O VINI, cara que te recebeu em casa, que te alimentou, que te levou lá para você tentar se defender... Seu VERME filho da puta. Quando você precisou de advogado, você sabe bem, eu fui pedir para o meu irmão, meu próprio advogado te defender... Ele não quis, não tinha como defender um lixo como você, passou para um colega de trabalho essa tarefa impossível e você sabe que só escapou da cadeia porque os vídeos originais não puderam ser salvos. O banimento do You Tube e a impossibilidade de rever os vídeos no fim te livrou da CELA. Seja grato. Você não me processa porque sabe que vai perder e poderia dar ensejo a uma nova investigação do MP... Por isso você precisa mentir, puta. Eu sinceramente não sei como um lixo como você se olha no espelho... Tenha um pouco de caráter, vagabundo, pede desculpas, se arrepende, tenta ser homem pelo menos uma única vez na sua vida. Eu só não faço um vídeo no meu canal principal porque você é pequeno demais para esmagar... Não acredito que seja necessário, meu público sabe o lixo que você é, sabe o verme que você é. Você só engana sua bolha de merda. O que sobrou para você foi uma audiência de neonazistas e racistas com conta falsa que na covardia do anonimato se sentem representados pelo lixo que você sempre foi. Um dos grandes arrependimentos da minha vida, junto com a cadela de bandido o carteiro desgraça, foi ter alguma amizade com um corno asqueroso como você... Você é o que todo mundo me falou que você era desde o começo: Um saco de banha inútil e perverso que vive da mentira e do aplausos daqueles que são tão patéticos como você.

Nando Moura_Oficial

290,520 次观看 • 2 年前

Vocês reclamam que eu só falo mal do Bolsonaro. Hoje vou falar bem, mas não é do Jair. É do melhor político da linhagem. FLÁVIO BOLSONARO: O MAIS HABILIDOSO ESTRATEGISTA MODERADO DO CLÃ BOLSONARO Sim, você leu certo: no clã Bolsonaro – composto pelo pai Jair e os filhos Flavio Bolsonaro (01), Carlos (02), Eduardo (03) e Jair Renan (04) – é Flávio Bolsonaro quem desponta como o político mais habilidoso, estratégico e moderado. Em meio a uma família que frequentemente optou pelo confronto aberto, declarações incendiárias e aventuras ideológicas desastrosas, Flávio assumiu o papel improvável de “adulto na sala”. Isso é inquestionável. Se você discorda, está na lua. Se você concorda, já pode parar por aqui. Está tudo ok. Este texto disseca, em tópicos, como Flávio se diferencia dos demais Bolsonaros em oratória, postura institucional e pragmatismo – e como, se tivessem ouvido mais suas abordagens moderadas, o destino do bolsonarismo poderia ter sido menos trágico. É meus caros. Preparem-se para a minha análise brutalmente honesta, embasada em fatos (2018–2025) sobre o herdeiro político mais astuto desta dinastia. ORATÓRIA SUPERIOR E POSTURA INSTITUCIONAL Flávio destaca-se pela oratória articulada e postura institucional incomuns em sua família. Enquanto Jair, Eduardo e Carlos notabilizaram-se por falas agressivas, gafes ou teorias conspiratórias, Flávio desenvolveu um discurso mais polido. “Visto como o filho com maior desenvoltura política da família Bolsonaro e o menos radical”, ele assumiu o papel de interlocutor do pai com outros políticos e até construiu pontes com, advinha quem? O Judiciário. Em outras palavras, Flávio aprendeu a falar a língua da política tradicional, aquela real, que movimenta o Brasil. Isso é algo que seus irmãos e o pai raramente tentaram ou conseguiram. Jair Bolsonaro, o patriarca, sempre preferiu a retórica do confronto direto – xingando instituições, governadores, imprensa, disseminando desinformação e ofendendo opositores em falas improvisadas. Sua comunicação “sincericida” rendeu manchetes que o prejudicaram muito, custou-lhe apoio entre moderados e o colocou na mira da Justiça Eleitoral. De fato, Jair acabou condenado à inelegibilidade até 2030 por ataques e mentiras contra o sistema eleitoral – consequência direta de sua verborragia irresponsável. Flávio, por sua vez, ainda que defendesse o pai, raramente cruzava certas linhas em público. Vocês já repararam nisso? Flávio sempre tentou estar abaixo dos radares. Eduardo Bolsonaro herdou do pai o gosto por declarações explosivas sem filtro. Em 2018, Eduardo declarou que “para fechar o STF basta um soldado e um cabo” – uma fala que chocou o país e evidenciou sua completa falta de noção institucional. kkkkk... ali começaria a briga que acabaria com toda a disnastia Bolsonaro. Uma fala, para ele nunca mais esquecer. Embora depois alegasse “tom jocoso”, o estrago estava feito: Eduardo mostrava-se disposto a flertar com o autoritarismo, algo impensável em voz alta para Flávio. Ao longo do mandato, Eduardo seguiu fazendo discursos ideológicos duros e citações controversas (chegou a sugerir ressuscitar um novo AI-5, medida de exceção da ditadura, isolando-o politicamente). Flávio, ao contrário, nunca foi ouvido insuflando fechamento de instituições – pelo contrário, buscava minimizar danos das falas dos demais. Carlos Bolsonaro, vereador recluso porém hiperativo nas redes, praticamente não tem oratória pública digna de nota – sua tribuna sempre foi aqui no Twitter (atual X). Conhecido como mentor do “gabinete do ódio”, Carlos preferia posts crípticos, ataques virtuais a adversários (e aliados desafetos) e teorias da conspiração, afastando-se do debate político construtivo. Sua postura digital beligerante rendeu-lhe investigações (como suspeita de funcionários fantasmas em seu gabinete e possível envolvimento nas milícias digitais antidemocráticas), mas não soluções para a família. Flávio, em contrapartida, atua às claras, nos microfones do Senado e em entrevistas, rodinha de reporteres, com tom mais calculado – ainda que, nos bastidores, não deixe de jogar duro quando necessário. Jair Renan (o “04”) mal entrou no jogo político durante o auge do bolsonarismo. Sem cargo eletivo até 2024, Renan virou notícia mais por escândalos fúteis – suspeita de lobby envolvendo presentes de luxo e fotos com celebridades – do que por qualquer discurso ou projeto. Seu amadorismo absurdo contrasta com a experiência de Flávio, que foi deputado estadual por quatro mandatos e soube se portar em plenários e comissões. Renan não tem oratória política; Flávio tem de sobra. Ele fez sua campanha inteira sem dar um pio, para não jogar no lixo a chance de ser vereador em Balneário Camboriú Essa diferença de postura ficou clara em outubro de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado nas urnas. Flávio foi o primeiro dos filhos a reconhecer publicamente a derrota e agradecer os eleitores, menos de 24 horas após a votação, conclamando: “Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil!”. Eu lembro disso, porra. Era o que o "mito" tinha que ter feito. Enquanto isso, Jair trancou-se em silêncio por quase dois dias, recusando-se a admitir o revés, e Eduardo e Carlos nada disseram nesse meio-tempo. A superioridade de Flávio na comunicação ficou evidente: ele soube o momento de parar de espernear e começar a conter os danos, algo inimaginável para os demais naquela hora. Foi um raro aceno de responsabilidade numa família acostumada a dobrar a aposta até o abismo. ARTICULAÇÃO POLÍTICA: O 01 E A ARTE DO PRAGMATISMO No quesito articulação política e pragmatismo, Flávio Bolsonaro é um ponto completamente fora da curva do clã – para melhor. Ele transita com facilidade entre políticos tradicionais, faz acordos e entende o valor de recuos táticos. Não por acaso, tornou-se o “nome central da articulação política do governo” Bolsonaro e principal arrecadador da campanha de 2022, segundo a Folha de S.Paulo. É irônico: o filho que começou o governo como “dor de cabeça” devido ao escândalo da rachadinha acabou virando o bombeiro político do pai, acumulando poder e confiança JUSTAMENTE por saber negociar e se portar. Um exemplo cristalino ocorreu em junho de 2020. Flávio reuniu-se em um jantar em Brasília com os então presidentes do Senado (Davi Alcolumbre) e da Câmara (Rodrigo Maia), além de líderes do Centrão. Ali, ele vangloriou-se de atuar nos bastidores para que Jair Bolsonaro mantivesse um “perfil moderado”. Aquele foi um período tenso em que Bolsonaro pai ensaiava arroubos autoritários contra o STF e atacava a imprensa diariamente. Pois Flávio surgiu como apaziguador, garantindo às principais lideranças do Congresso que estava “puxando o freio” do presidente nos bastidores. O encontro, na casa de um cacique do Republicanos, foi interpretado como um gesto de apoio do Centrão a Flávio em meio à crise Queiroz (seu ex-assessor havia sido preso dias antes). Ou seja, mesmo sob fogo cerrado, Flávio conseguia reunir figuras de peso para dialogar – coisa que Jair jamais conseguiu sem intermediação. Enquanto Flávio articulava com congressistas e distribuía afagos ao Centrão, Jair e Carlos preferiam bater de frente. No início do governo, Bolsonaro pai relutou em dividir poder com os partidos do “Centrão”, pregando uma nova política sem toma-lá-dá-cá. Quem pode dar-se ao luxo disso no Brasil? O resultado? Isolou-se e quase sofreu impeachment em 2020 (sim, houve tensões em torno disso), até ser forçado a entregar a articulação a profissionais. Flávio, desde sempre, entendeu que sem alianças não se governa – e trabalhou para costurá-las. Foi ele, por exemplo, que ajudou a pavimentar a ida do pai para o PL de Valdemar Costa Neto em 2021, selando a paz com a velha política em troca de palanques e tempo de TV. Flávio carrega a família toda nas costas. Eduardo e Carlos, estes sonhavam com “ideologia pura” e guerra cultural; Flávio entregava acordos concretos, ainda que à custa de engolir alguns sapos. Flávio também soube dialogar com a imprensa e moldar narrativas quando preciso. Ao contrário do pai (que hostilizava repórteres com palavrões) e de Carlos (que os xingava pelo Twitter), Flávio frequentemente concedia entrevistas à grande mídia para dar a versão da família com aparente calma. Em 2023, por exemplo, não fugiu de participar do programa Roda Viva na TV Cultura, submetendo-se a perguntas incômodas de jornalistas. Embora tenha distorcido fatos para defender Jair (chegou a negar falhas do governo e culpar terceiros, segundo checagens independentes), o simples fato de encarar um fogo cruzado midiático mostra sua disposição de diálogo. Os outros Bolsonaro raramente saem da bolha de apoiadores; Flávio arrisca-se no terreno hostil para minimizar danos à imagem do clã. No trato com o Judiciário, a diferença de abordagem é abissal. Jair Bolsonaro passou quatro anos em conflito aberto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atacando-os em comícios e lives – não por acaso, acabou colecionando inquéritos e hoje é réu por tentativa de golpe de Estado relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo alimentou essa fogueira, do “cabo e soldado” em 2018 às críticas contumazes a ministros nas redes; chegou a celebrar quando aliados sugeriram investigar ou punir magistrados. Flávio, ao contrário, construiu pontes discretas com o Judiciário. Relatos indicam que ele manteve diálogo com ministros e operadores do direito, buscando antecipar-se a problemas. Foi sua defesa jurídica – e influência política – que conseguiu decisões favoráveis como a suspensão das investigações da rachadinha em 2019 pelo STF. Em outras palavras, Flávio enfrentou seus problemas legais com advogados e visitas de cortesia, não com insultos públicos. Essa postura poupou-o de punições rápidas e manteve canais abertos com a Corte. Ele sabia que enfrentar de frente o STF era suicídio – e tentou convencer os seus disso, nem sempre com sucesso. Se você acha tudo isso um absurdo, tenho um recado para te dar: pare com infantilidade, é assim que as coisas se movimentam em Brasília. Em suma: Flávio demonstra pragmatismo onde os demais exibem radicalismo. PRAGMATISMO X CONFRONTO – O QUE PODERIA TER SIDO DIFERENTE? Flávio Bolsonaro não é nenhum santo ou gênio infalível – longe disso. Enredado no caso da rachadinha, ele próprio teve momentos de tensionar instituições (chegou a chamar um colega senador de “vagabundo” em 2021 durante a CPI da Covid, por exemplo). Mas, masss meus amigos, a diferença é que Flávio aprendeu com os sustos e recuou quando preciso, algo que Jair, Eduardo e Carlos raramente fizeram. Em política, você não coloca a cara na água para ver se está quente. Coloca o dedo, depois a mão, o braço... Essa diferença de temperamento e estratégia levanta a pergunta central: e se Flávio tivesse tido mais influência no comando do bolsonarismo? Os principais desastres poderiam ter sido evitados ou amenizados? A resposta, em boa medida, é SIM. No fim, o clã implodiu pela boca. Pela língua solta. Pela vaidade inflamada. Pela guerra inútil com quem detém a caneta e a Constituição. Jair se afundou porque confundiu coragem com confrontação. - Carlos virou piada digital. - Eduardo virou papagaio de gringo. - Renan nem chegou a virar alguma coisa. E Flávio? Flávio sobreviveu. Taí, tudo bem com ele. Porque soube calar quando os outros berravam. Negociar quando os outros batiam o pé. Comer pelas beiradas, igual fazemos em Minas, quando o clã queria invadir o centro da mesa no grito. Enquanto seus irmãos construíam inimigos, Flávio construía pontes. Ele não é santo. Mas é esperto. E política, acima de tudo, é jogo de sobrevivência. E a verdade incômoda — aquela que nenhum deles ousa dizer em voz alta — é que se Flávio tivesse liderado desde o início, Bolsonaro não estaria inelegível, não correria risco de cadeia e não teria perdido a reeleição Mas a ala do confronto venceu a do cálculo. E o preço foi pago e está aí — em derrotas, em processos, em irrelevância. E EM PIADAS. Flávio não venceu por todos. Mas venceu apesar de todos. E isso, por si só, já diz tudo.

Roberto Reis

18,462 次观看 • 1 年前

🗣️PERDEU A LINHA | LULA INVEJA FORTUNA DE ELON MUSK Mais cedo, Lula disse que “nunca foi esquerdista”. Poucas horas depois, entregou exatamente o contrário. Ao falar sobre Elon Musk e a concentração de riqueza no mundo, Lula voltou ao velho discurso da esquerda: atacar quem constrói fortuna, cresce, inova, gera tecnologia e muda o mundo com trabalho real. Para ele, não é “normal” alguém acumular tanta riqueza. Mas o que incomoda Lula não parece ser a pobreza. É a liberdade de quem prospera sem depender do Estado. E o discurso não parou no dinheiro. Lula também voltou a defender mais controle sobre as plataformas digitais, celebrando medidas como o chamado ECA Digital e reforçando a ideia de que empresas de tecnologia precisam ser reguladas de perto. No mesmo dia em que tenta vender ao mundo a imagem de moderado, Lula deixa escapar seu instinto mais antigo: taxar quem produz, controlar quem comunica e chamar isso de justiça social. ___________________________________________ 🗣️BREAKING | Earlier today, Lula reportedly said he had “never been a leftist.” Hours later, he proved the opposite. Talking about Elon Musk and global wealth, Lula went straight back to the oldest left-wing reflex: resenting those who build, innovate, create technology, generate value and become successful through real work. For Lula, it is “not normal” for one person to accumulate so much wealth. But the real issue does not seem to be poverty. It seems to be the freedom of those who prosper without depending on the State. And it did not stop there. Lula also defended more control over digital platforms, praised Brazil’s so-called Digital ECA, and argued that tech companies must be more tightly regulated. On the same day he tried to sell himself as a moderate, Lula revealed his old instinct: tax those who produce, control those who communicate, and call it social justice.

The Incorrupt

49,449 次观看 • 1 个月前

🚨 MARCH 16 – THE DAY BRAZIL RISES! 🇧🇷🔥 The time has come! On March 16, the people of Brazil will flood the streets of Rio to show the world that we will not bow to tyranny! Lula and De Moraes have to go! The people demand freedom, justice, and the right to speak without fear. I NEED TO BE THERE—to capture this historic moment, to show the world the images of a nation fighting back! But I can’t do it alone. I need your help! I need $2,500 to cover my ticket, security, and accommodation so I can be on the front lines, documenting the fight for a free Brazil! This is more than just a protest—it’s a stand for our future, our children, and our homeland. 🇧🇷 Brazil will not be silenced! 🇧🇷 We will not kneel to tyranny! 🇧🇷 The world will see our fight! 🔥 Donate now and be part of history: March 16 – We take back your country! 🚨 16 DE MARÇO – O DIA EM QUE O BRASIL SE LEVANTA! 🇧🇷🔥 Chegou a hora! No dia 16 de março, o povo brasileiro tomará as ruas do Rio de Janeiro para mostrar ao mundo que não se curvará à tirania! Lula e De Moraes têm que sair! O povo exige liberdade, justiça e o direito de falar sem medo. EU PRECISO ESTAR LÁ! Para capturar este momento histórico, para mostrar ao mundo as imagens de uma nação lutando por sua liberdade! Mas não posso fazer isso sozinho. Preciso da sua ajuda! Preciso de $2.500 para cobrir passagem, segurança e acomodação, para estar na linha de frente e documentar a luta por um Brasil livre! Isso é mais do que um protesto—é uma batalha pelo nosso futuro, nossos filhos e nossa pátria. 🇧🇷 O Brasil não será silenciado! 🇧🇷 Não nos ajoelharemos diante da tirania! 🇧🇷 O mundo verá nossa luta! 🔥 Doe agora e faça parte da história: 16 de março – Vamos tomar nosso país de volta! #BrasilLivre #ForaMoraes #ForaLula #16M #PelaLiberdade #BrasilSeráLivre

Vicky Richter🇩🇪🇺🇸🇧🇷🇬🇧

39,993 次观看 • 1 年前

Tania Rocha, conhecida escritora e palestrante brasileira -treinou mais de 5 mil alunos- que tem seu trabalho voltado às mulheres, seguiu a risca os ensinamentos do mestre Olavo de Carvalho. Olavo dizia que, para ser entendido pelos zumbis da esquerda, temos que falar a língua deles ou não entenderão. No video, mandando recado para o travesti felipe santos silva, a EHilton, ela solta o verbo. Evidentemente, não é a opção sexual que define o caráter de um indivíduo. No caso do felipão, o que o define é justamente s ausência de ética, o barraco, a ignorância atroz e o oportunismo barato, usando a própria condição descaradamente para se promover e sonseguir votos e privilégios decorrentes. O recado de Tânia é curto e grosso. *Tania Rocha, a well-known Brazilian writer and speaker—who has trained more than 5,000 students—whose work focuses on women, followed the teachings of master Olavo de Carvalho to the letter. Olavo said that, to be understood by the zombies of the left, we have to speak their language or they won't understand. In the video, sending a message to the transvestite Felipe Santos Silva, aka EHilton, she speaks her mind. Obviously, it is not sexual orientation that defines an individual's character. In Felipe's case, what defines him is precisely the lack of ethics, the brawl, the atrocious ignorance, and the cheap opportunism, shamelessly using his own condition to promote himself and gain votes and resulting privileges. Tânia's message is short and to the point.

Marco Angeli

10,487 次观看 • 3 个月前

Yume Nikki é tier Outerversal e provavelmente sola o seu verso, principalmente levando em conta a filosofia platônica e a abordagem junguiana sobre as Formas e Arquétipos. Sabemos que o mundo de Yume Nikki é apenas um sonho, e não apenas isso, são sonhos dentro de sonhos, sendo que até mesmo a menor camada de sonho é 3D, então os sonhos superiores que veem esse sonho como um sonho são de uma dimensionalidade superior: "Several of these connected, three-dimensional forms are standing there. They are like stacked toy blocks (Capítulo 19 da Novel" Ou seja, o mundo tridimensional é literalmente um sonho, um sonho de seres qualitivamente superiores: “That’s why, if you find a bed within your dreams — I think it’s okay to try and sleep in it. Having another dream within a dream. In that way, you might be able to go even deeper into the dream. You might even slip from your ‘individual consciousness’ to an even deeper ‘collective unconsciousness (Capítulo 13 da Novel)” Todas as pessoas de Yume Nikki possuem sua consciência, e a consciência delas é transcendental, são um Arquétipo, é o princípio que governa as coisas, incluindo o mundo dos sonhos que possui muitas camadas de dimensões superiores, então pelo fato de que a consciência vê todas as camadas dimensionais como um sonho, a natureza dela é exclusivamente transcendental ao conceito de dimensões, sendo assim Outerversal: “If you have the chance, try to experience a dream within a dream. The ‘collective unconsciousness’ is the mind’s greatest principle, one that can exert a great deal of influence over the heart. All of the myths about believing in a deity in order to receive salvation are the same. At some point, you need to dive into the ‘collective unconsciousness’ and re-evaluate yourself from there. (Capítulo 13 da Novel)”

Bellmere

21,113 次观看 • 1 年前

Quem viveu o regime militar no Brasil sabe: Nunca uma ditadura foi exercida neste país de forma tão ostensiva ou grotesca como a que vemos hoje. Patrocinada pela hipocrisia do PT e do lulismo galopante que assola estre país. Só tem similar na porca ditadura da Venezuela nos tempos de chavez ou maduro. É uma afronta autoritária ao povo brasileiro, à sociedade e ao mundo, que observa uma ditadura escancarada tentando ainda, pateticamente, se travestir de 'estado democrático'. Impedir o acesso de FBolsonaro ao seu pai ou impedir que Jair Bolsonaro se comunique através de uma simples carta ultrapassa todos os limites morais ou éticos de civilização. Inútil o palavrório juridiquês e hipócrita do stf ou as elocubrações vazias da imprensa estatal para justificar o injustificável. O lulismo+sistema é o câncer que destrói essa nação. Anyone who lived through Brazil's military regime knows: Never has a dictatorship been exercised in this country as blatantly or grotesquely as the one we see today. It is fueled by the hypocrisy of the PT and the rampant *Lulism* plaguing this country. Its only parallel is the vile dictatorship in Venezuela under Chávez or Maduro. It is an authoritarian affront to the Brazilian people, to society, and to the world—which watches a brazen dictatorship still pathetically trying to masquerade as a "democratic state." Blocking access between F. Bolsonaro and his father, or preventing Jair Bolsonaro from communicating via a simple letter, crosses every moral and ethical boundary of civilization. The STF’s hypocritical, legalese-laden verbiage and the state-aligned press’s hollow rationalizations—attempting to justify the unjustifiable—are utterly futile. *Lulism*—combined with the "System"—is the cancer destroying this nation.

Marco Angeli

14,162 次观看 • 9 天前

MEDO Do alto de uma das onze cadeiras dos supremos, envolto em sua imponente capa negra, símbolo do poder máximo, o então arrogante Luis Roberto Barroso -aquele do 'nós derrotamos o Bolsonarismo'- agora imbuído de conveniente 'bom senso', fala em justiça e incompreensão. Afirma, mansamente, que não existe censura em seu país, desmemoriado, se esquecendo das dezenas de veículos fechados, como o Terça Livre, de Allan dos Santos, ou da coação a veículos como a Jovem Pan, forçado a mudar a linha editoral e se calar exatamente pela entidade que representa, o Supremo Tribunal Federal. Igualmente sem memória, afirma não haver perseguição politica no Brasil, quando existem centenas de presos políticos em cadeias, encarcerados em processos ilegais e forjados -ou exilados compulsoriamente. Casos de Oswaldo Eustáquio, Filipe Martins, Carla Zambelli, Daniel Silveira, Ludmilla Lins Grilo, Eduardo Bolsonaro e até o ex presidente Jair Bolsonaro. E muitos outros, fora da mídia. Acerta quando fala em 'incompreensão', mas ao avesso. Deveria se referir à própria incompreensão -e a de seus pares- quanto à realidade óbvia: a de que o STF desde 2018 é um poder político, militante e partidário, que abandonou a prática jurídica há muito para se dedicar a manter uma estrutura de poder que assola e destrói o Brasil há décadas. A fala mansa não convence ninguém. Não esconde, agora, o medo de pagar pelas suas ações, punição que vem pelas sanções impostas pelos EUA. FEAR From the height of one of the eleven supreme court chairs, draped in his imposing black cape, a symbol of ultimate power, the once-arrogant Luis Roberto Barroso—the man who said "we defeated Bolsonarism"—now imbued with convenient "common sense," speaks of justice and incomprehension. He meekly asserts that there is no censorship in his country, forgetful, forgetting the dozens of closed outlets, like Allan dos Santos's Terça Livre, or the coercion of outlets like Jovem Pan, forced to change their editorial line and remain silent precisely by the entity he represents, the Supreme Federal Court. Equally forgetful, he asserts that there is no political persecution in Brazil, when there are hundreds of political prisoners in jails, incarcerated in illegal and fabricated trials—or forcibly exiled. The cases of Oswaldo Eustáquio, Filipe Martins, Carla Zambelli, Daniel Silveira, Ludmilla Lins Grilo, Eduardo Bolsonaro, and even former President Jair Bolsonaro. And many others, outside the media. He's right when he talks about 'lack of understanding,' but in reverse. He should be referring to his own lack of understanding—and that of his peers—regarding the obvious reality: that the Supreme Court, since 2018, has been a political, militant, and partisan power, which abandoned legal practice long ago to dedicate itself to maintaining a power structure that has ravaged and destroyed Brazil for decades. Soft talk convinces no one. He doesn't hide, now, the fear of paying for his actions, punishment that comes from sanctions imposed by the US.

Marco Angeli

43,581 次观看 • 10 个月前

Em 1998 Mel Gibson, um forasteiro em Hollywwod, já descrevia a 'cidade dos sonhos' construída pela mídia como 'um pesadelo', -percepção que teve logo ao chegar, com pouco mais de vinte anos. A mídia o carimbou imediatamente como um lunático delirante. E foi cancelado. Só voltou a ser relevante depois de fazer um filme sobre Jesus intitulado 'A Paixão de Cristo'. Gibson teve que usar seu próprio dinheiro para produzir o filme, já que nenhum estúdio quis financiá-lo. O que o 'lunático' afirmou, na época, hoje está escancaradamente descrito nos arquivos de Jeffrey Epstein ou no que é conhecido sobre a atuação de Sean Diddy Combs, demolindo literalmente a construção feita por décadas pela mídia, que criou uma cidade de glamour, de celebridades impecáveis, de artistas milionários perfeitos. Mas falsa. Sinead O'Connor, e outros raros artistas como Jim Carviezel também denunciaram, há muito, e de forma mais abrangente, a podridão de uma casta enaltecida e criada pela mídia em todo o mundo. Elite que se alimentava -no porão- de corrupção, pedofilia e tráfico de seres humanos, para dizer o mínimo. Foram todos limados, cancelados. Artistas, empresários, políticos, não importa, a lista é impressionante. O que fica claro e é repugnante hoje, quando apenas a parte 'permitida' desses arquivos vem à luz diante do mundo, é o papel miserável e pernicioso da grande mídia, que de forma geral escondeu todo o tempo esse lado escuro e tenebroso em sua construção. Casos de cancelamento total dos que denunciaram esse sistema não faltam em todo o mundo. No Brasil, basta lembrar do caso de Enéas Carneiro, cardiologista brilhante e candidato à presidência em 1989, carimbado deliberadamente como um 'lunático' pela mídia brasileira, especialmente pela rede globo, a praga do 'jornalismo brasileiro'. A mesma estratégia suja foi e é tentada hoje contra Donald Trump, nos EUA. Ou contra Jair Bolsonaro, no Brasil. Mais do que qualquer outra coisa, toda a imundície exposta pelo caso Epstein mostra o papel de uma mídia mundial que cria ou destrói 'celebridades' perfeitas a seu bel prazer, comandadas por uma elite global 'limpinha' que não passa de uma farsa suja. *In 1998, Mel Gibson, an outsider in Hollywood, was already describing the 'city of dreams' built by the media as 'a nightmare'—a perception he had soon after arriving, at just over twenty years old. The media immediately labeled him a delusional lunatic. And he was canceled. He only became relevant again after making a film about Jesus entitled 'The Passion of the Christ'. Gibson had to use his own money to produce the film, since no studio wanted to finance it. What the 'lunatic' stated at the time is now blatantly described in Jeffrey Epstein's files or in what is known about Sean Diddy Combs' performance, literally demolishing the construction built over decades by the media, which created a city of glamour, of impeccable celebrities, of perfect millionaire artists. But false. Sinead O'Connor, and other rare artists like Jim Carviezel, have long denounced, in a more comprehensive way, the rottenness of a caste glorified and created by the media worldwide. An elite that fed—in the basement—on corruption, pedophilia, and human trafficking, to say the least. They were all eliminated, canceled. Artists, businessmen, politicians, it doesn't matter, the list is impressive. What is clear and repugnant today, when only the 'permitted' part of these archives comes to light before the world, is the miserable and pernicious role of the mainstream media, which generally hid this dark and sinister side in its construction all along. Cases of total cancellation of those who denounced this system are not lacking throughout the world. In Brazil, one only needs to remember the case of Enéas Carneiro, a brilliant cardiologist and presidential candidate in 1989, deliberately labeled a 'lunatic' by the Brazilian media, especially by Globo network, the plague of 'Brazilian journalism'. The same dirty strategy was and is being attempted today against Donald Trump in the US. Or against Jair Bolsonaro in Brazil. More than anything else, all the filth exposed by the Epstein case shows the role of a global media that creates or destroys perfect 'celebrities' at its whim, commanded by a 'clean' global elite that is nothing more than a dirty farce.

Marco Angeli

28,646 次观看 • 5 个月前