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feliz 2016.

255,338 просмотров • 6 месяцев назад •via X (Twitter)

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Presentamos a quien será el titular de la Secretaría de Educación del Gobierno de la Boyacá Grande: Eddy Reyes. Eddye es tunjano. Ha hecho parte de nuestro proceso desde el inicio y siempre ha sido un luchador por la educación, bandera que, más que política, es una bandera de vida para nosotros. Eddye es licenciado en Ciencias Naturales y Educación Ambiental de la UPTC, con una maestría en Desarrollo Educativo y Social, y especialista en Gerencia Educacional. Fue jefe de la Oficina de Planeación de la Secretaría de Educación departamental y actualmente se destaca como concejal de Tunja. Solo algunos de los grandes objetivos para este sector: ✅ Seguir siendo el mejor departamento en educación, incluso superando las marcas conseguidas en años anteriores. ✅ Apoyo a los mejores estudiantes de las provincias con residencias en su ingreso y paso por la universidad. Así, redoblaremos el esfuerzo que hicimos en el cuatrienio 2016-2019. ✅ Profundizar la regionalización de la UPTC, que iniciamos en nuestro primer gobierno. ✅ La conectividad rural y la mejora de infraestructura educativa serán pilares en nuestra misión de llevar el conocimiento a cada rincón de Boyacá. ✅ Nos mantendremos como líderes en el PAE. Sabemos que un cuerpo bien alimentado es sinónimo de un niño más feliz, que aprende mejor y que tendrá un mejor futuro. ✅ Fortaleceremos la relación con sindicatos y educadores. Será de la mano de ellos que mejoraremos cada día. Con becas y estímulos los apoyaremos para que eleven aún más su calidad, tal y como lo hicimos hace cuatro años. Estimado Eddye, nuestra confianza está puesta en ti. ¡Por la educación, vamos a darla toda estos cuatro años!

Carlos Amaya 🌻

22,383 просмотров • 2 лет назад

A entrevista exibida pelo Repórter Record Investigação, da Record TV, revelou um dos capítulos mais sombrios da história criminal brasileira: o tráfico internacional de bebês operado durante décadas no país. A reportagem foi ao ar em 4 de março de 2016 e teve como uma de suas personagens centrais Arlete Honorina Vitor Hilú, apontada pela Justiça como líder de uma das maiores quadrilhas de tráfico de recém-nascidos do Brasil, com atuação principalmente entre as décadas de 1970 e 1980. Na entrevista, Arlete fala abertamente sobre sua participação no esquema criminoso. Sem demonstrar arrependimento, descreve como bebês eram retirados de mães em situação de extrema vulnerabilidade - muitas vezes por meio de promessas falsas ou aliciamento direto - e posteriormente vendidos para adoções ilegais no exterior. A organização operava com falsificação de certidões de nascimento, documentos médicos e registros civis. Segundo investigações, mais de 12 mil bebês brasileiros teriam sido traficados pela quadrilha, com destino a países da Europa, da América do Norte e do Oriente Médio. O esquema envolvia intermediários, redes internacionais e conivência ou omissão de agentes públicos, o que dificultou por anos a responsabilização dos envolvidos. Arlete chegou a afirmar que “não fez nada errado”, alegando que as crianças “teriam uma vida maravilhosa” fora do Brasil - uma justificativa recorrente em crimes de tráfico humano. Ela foi presa em 1988 e novamente em 1992, confessando seus crimes em entrevistas posteriores, e acabou condenada por tráfico de crianças, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Diagnosticada com Alzheimer, viveu desde 2016 em uma casa de repouso em Porto Feliz (SP). Morreu em dezembro de 2023, aos 78 anos. A morte só foi divulgada publicamente em abril de 2024. Passados quase dez anos, a reportagem permanece como um documento histórico e perturbador, ao expor como, durante décadas, o Estado continua falhando em proteger os mais vulneráveis - recém-nascidos tratados como mercadoria em um mercado clandestino internacional, com o aval de agentes estatais. Vergonha.

Karina Michelin

29,003 просмотров • 5 месяцев назад

Eu vou falar de uma coisa que eu nunca falei em nenhuma rede social e que, mesmo fora dela, só amigos mais próximos sabiam abertamente. Hoje eu perdi uma das maiores fontes de inspiração da minha vida, tanto pessoal como profissional. Sempre tive isso muito reservado. Me incomodava a ideia de que ser neto de quem sou pudesse influenciar nas minhas oportunidades e no que eu viesse a construir. Queria muito fazer o meu caminho. No final acaba sendo inevitável em alguns momentos. Hoje posso dizer que meu avô me ajudou muito. Me ensinou muito e me deu apoio e liberdade pra escolher. Meu vô foi essencial na minha decisão de voltar ao jornalismo esportivo, lá em 2016. Eu tava muito desiludido com a área e já há alguns anos afastado. Saímos pra almoçar, como fazíamos muitos finais de semana e perguntei: "vô, de todas as profissões que você teve na vida, qual tem seu coração? Qual te fazia mais feliz?" Ele não hesitou em nada: "jornalista esportivo". Uma fala que me deu coragem de largar a publicidade e voltar a perseguir meu sonho. Mas é muito mais que isso. O mundo conhece a obra do meu avô, eu conheço outras coisas. Conheço as histórias da sua vida, as piadas, as frases sem sentido, as músicas. Há muitos anos até escrevi um livro pra ele sobre isso: "Bem dito, Benedito, os maiores ditos do Dito". Reuni todas as frases dele que mais me fizeram rir. Ele fez questão de sempre ter os netos por perto e isso formou o que somos. Vou guardar eternamente tudo o que aprendi sobre a vida, a comunicação e toda a alegria dos momentos dessas frases e de tantos outros. Obrigado por tudo, vô!

Fuh

47,404 просмотров • 21 дней назад