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A morte de Vanessa Lara de Oliveira Silva, de apenas 23 anos, interrompeu sonhos, planos e uma trajetória que estava sendo construída com esforço e esperança. Estudante do 7º período de Psicologia na Faculdade Católica de Pará de Minas (FAPAM), ela saiu para uma entrevista de emprego e não voltou para casa. Vanessa estava desaparecida desde o dia 9. Na tarde do dia 10, foi encontrada sem vida em uma pista de caminhada no centro de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo as informações divulgadas, ela havia sido vista pela última vez na agência do Sistema Nacional de Emprego (SINE), onde compareceu para participar de uma entrevista de trabalho. Imagens de câmeras internas registraram a jovem por volta das 14h, vestindo blusa branca, calça jeans e carregando uma mochila colorida nas costas, sinais simples de uma rotina comum, de quem estava buscando oportunidades e construindo o próprio futuro. Diante da tragédia, a FAPAM suspendeu as aulas do curso de Psicologia em solidariedade à família, aos amigos e colegas. As turmas do 7º período permaneceram sem aulas também no dia seguinte, em respeito ao luto que tomou conta da comunidade acadêmica. Mais do que números e datas, o caso expõe uma dor coletiva. Vanessa não era apenas uma vítima em uma estatística. Era filha, irmã, amiga, estudante, uma jovem que acreditava na profissão que escolheu e que, ironicamente, se preparava para cuidar da saúde mental de outras pessoas. Enquanto a família busca respostas, a cidade e a universidade enfrentam o silêncio pesado que fica quando uma vida é interrompida de forma tão brutal. Que a memória de Vanessa não seja reduzida ao crime que a vitimou, mas lembrada também pelos sonhos que carregava, assim como aquela mochila nas costas, cheia de planos para o futuro.

Beta Bastos

56,207 次观看 • 6 个月前

O nome de Lula aparece nas mensagens que embasam a investigação sobre suspeitas de tráfico de influência no próprio governo. A Veja afirma ter obtido a íntegra do inquérito sigiloso da Polícia Federal e revela uma conversa de 2024 em que Roberta Luchsinger diz a um empresário que o presidente lhe teria oferecido a escolha de um cargo: “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar”. Roberta diz ter recusado a oferta para permanecer “na minha sociedade com Fábio e Fernando” - Lulinha e Fernando Bittar - e completa: “Tô em cargo nenhum e ando onde quero”. É a própria investigada alegando proximidade com Lula e dizendo que preferia atuar fora da estrutura formal, ao lado do filho do presidente e com trânsito político. Segundo o relatório citado pela Veja, Roberta, Lulinha e Bittar formariam um “núcleo de atuação permanente e coordenada” destinado a levar interesses privados a agentes e órgãos federais. Em outra mensagem, ela escreve: “Fefe, Fábio e eu somos uma coisa só”. E descreve o papel de Lulinha: “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo precisa. Tem q se preservar”. A PF aponta Lulinha como referência decisória dos projetos discutidos no grupo de WhatsApp “Musaranhos”. Uma das frentes era destravar a regulamentação de medicamentos à base de canabidiol e abrir caminho para um negócio superior a R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde. Roberta escreveu que fazia “costura política” via Palácio do Planalto. O relatório também cita Marcola, então chefe de gabinete de Lula, que teria viabilizado uma reunião no ministério. No mesmo período, Roberta pagou R$ 217.098 em despesas pessoais dele; ambos sustentam que se tratou de um empréstimo quitado. Lula ofereceu ou não um cargo à mulher que a PF aponta como integrante de uma sociedade oculta com seu filho para intermediar negócios no governo? Se a resposta for não, o Planalto precisa desmentir de forma clara e imediata. Se for sim, Lula está acabado politicamente.

Karina Michelin

33,863 次观看 • 5 天前

Santa Catarina - Uma mulher ofendeu com declarações racistas o trabalhador de uma loja de celulares em Florianópolis. O crime foi flagrado por uma câmera de monitoramento (assista acima). O trabalhador, um jovem de 18 anos, registrou boletim de ocorrência. A Polícia Civil informou que vai abrir uma investigação sobre o caso. A reportagem não conseguiu contato com a mulher. O atendente Dennys Evangelista da Silva, de 18 anos, está no primeiro emprego. A loja, de acessórios e consertos de celulares, fica no bairro Cachoeira do Bom Jesus, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O crime ocorreu na quarta-feira (28) por volta de 9h50. Dennys explicou que a mulher queria trocar a tela do celular. Porém, quem poderia fazer esse serviço não estava na loja naquele momento. "Quando falei que o técnico tinha saído, expliquei para ela por que ele tinha saído, sendo que não era minha obrigação explicar, e ela ficou braba porque achou que não estava com vontade de trabalhar”. Ele indicou outra loja e, em seguida, foi ofendido. "Na hora, eu fiquei em choque. Só caiu a ficha do que realmente tinha acontecido quando eu cheguei em casa, que daí eu chorei um monte, me senti muito mal", relatou Dennys. "Eu cheguei pra minha mãe e a parte mais difícil foi olhar nos olhos dela e ver que ela estava chorando também". Os donos da loja, assim como todos que convivem com Dennys, solidarizaram-se com o ele. Veja mais no #g1. #ataque #santacatarina #g1local

g1

303,029 次观看 • 6 个月前