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⚖️ Fiscalizar não é interferir. É dever legal. Uma decisão judicial impediu o Conselho Federal de Medicina de apurar um ato médico. É preciso deixar claro: ❌ não é investigação da Polícia Federal ❌ não é questionamento da custódia ❌ não é interferência no Judiciário ✔️ É fiscalização ética...

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O embate institucional entre o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Federal de Medicina escalou nesta semana após o ministro Alexandre de Moraes anular uma sindicância aberta pelo CFM a respeito da assistência médica prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro sob custódia da Polícia Federal. A decisão, que classificou a iniciativa do conselho como “ilegal” e “desvio de finalidade”, acendeu um alerta entre entidades médicas e profissionais do setor. O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, reagiu em nota oficial, contestando a convocação para depor na Polícia Federal após a anulação da sindicância e defendendo que o órgão atuou dentro de suas atribuições legais e regulatórias. Segundo Gallo, o procedimento seguia o Código de Ética Médica e não havia “justa causa” para a medida judicial - um gesto interpretado por médicos como defesa institucional da autonomia da profissão. Mas foi o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Dr. Marcelo Matias, quem adotou o tom mais duro. Em vídeo público, Matias afirmou que é “inaceitável qualquer tipo de interferência” externa nas sindicâncias médicas e advertiu que, se o STF passar a intervir em condutas avaliadas sob critérios técnicos e éticos, “não há como defender a ética médica”. Para o Simers, proteger o CFM neste momento é proteger a autorregulação da medicina. O que está em jogo não é um procedimento administrativo, tampouco a figura de um ex-presidente, mas o princípio da autonomia médica - conquista civilizatória que protege o paciente de interferências políticas, judiciais, religiosas ou ideológicas sobre a prática clínica. Quando um tribunal se coloca acima dos próprios códigos que regulam a medicina, abre-se a porta para a substituição da ciência pelo arbítrio e da ética profissional pela conveniência do poder - vimos isso acontecer durante a pandemia. E se a medicina não puder mais se autorregular, quem terá coragem de decidir o que é certo diante de um leito - o médico ou o magistrado? Em democracias maduras, esse é um limite inegociável.

Karina Michelin

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Filhos da puta!!! Pais e profissionais de saúde. ESTA CRIANÇA RECEBE 6 VACINAS EM UM MINUTO ISTO É COMPLETAMENTE INSANO O que estão fazendo com crianças é, no mínimo, irresponsável. Aplicar múltiplas vacinas em sequência, em questão de minutos, sem debate público sério, sem transparência plena e sem espaço para questionamento, não é ciência madura. É protocolo cego. Pais e profissionais de saúde deveriam ser a primeira barreira de prudência, não a correia de transmissão automática de decisões tomadas longe da realidade clínica individual. Criança não é linha de produção. Corpo humano não é campo de teste. Há algo que não pode ser ignorado: doenças infantis estão aumentando. Transtornos do neurodesenvolvimento, condições autoimunes, alergias severas. Isso é fato epidemiológico observado, ainda que as causas estejam em debate. E é justamente por isso que perguntar não é crime. Vender a ideia de que “quanto mais vacinas, maior a imunidade” como mantra absoluto é empobrecer a medicina. Imunologia é complexa. Resposta individual existe. Risco-benefício precisa ser discutido, não imposto. Pais têm o direito — e o dever — de perguntar por que calendários mudam, por que doses se acumulam, por que não há individualização, por que o debate é silenciado. Quando questionamento vira tabu, o problema já não é médico. É político. Isso não é negacionismo. É prudência. É responsabilidade com quem não pode consentir. Crianças merecem cuidado. Pais merecem respostas. E ciência de verdade não teme perguntas.

・ Ice ・  Ⅹ ・

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Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

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