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Flávio rachadinha se lascou.
11,042 views • 7 months ago •via X (Twitter)
24 Comments

Mas você é um mentiroso sem vergonha, nem vermelha pra defender o ladrão,toma na cara e seja homem

Picaretas = lula ladrao e flávio rachadinha

E muitos acreditam nesse Flávio Fascista mentiroso corrupto e cara de pau, projeto falido do pai aff🤮

Up

@FlavioBolsonaro quando for fakar dos gastos do cartão coorporativo do Lula, mostre com que foi gasto, como foi mostrado quando seu pai bolsonaro gastou só com motociata.

Isso foi antes ou depois dele cagar 💩na calça?

MENTIROSO , CARA DE PAU.

Flavio Bolsonaro Lixo

@LekkoR21440 Sim o sério Luiz Inácio Lula da Silva Nosso Presidente da República Jair Messias Bolsonaro Presidiário 😂

O militante da esquerda é o melhor cabo eleitoral do Flávio Bolsonaro e vai eleger ele presidente no primeiro turno.

Tem que provar que foi pra isso mesmo...

A direita é mentirosa e atrasa nosso país.

O jogo oculto do poder: Bolsonaro prefere o Lula, que perder o controle da direita e essa é a grande verdade. Por Geraldo Goulart Neves. Jornalista, imparcial e independente. Nos bastidores da política, nem sempre o objetivo principal é vencer a eleição presidencial, as vezes, o verdadeiro objetivo é manter o controle, e é exatamente aqui que começa a estratégia silenciosa de Jair Bolsonaro. Muitos analistas da própria direita ainda não conseguiram desenhar o que pode estar por trás dos movimentos recentes, se Tarcísio de Freitas disputasse e vencesse a Presidência, automaticamente assumiria o posto de principal liderança da direita nacional, teria a caneta, o orçamento e o protagonismo, e liderança política no Brasil não se divide, se exerce. É aí que entra a peça central do tabuleiro, Flávio Bolsonaro, um nome que carrega peso eleitoral restrito, alta rejeição fora do núcleo ideológico e dificuldades evidentes para enfrentar um embate nacional contra Luiz Inácio Lula da Silva, lançar Flávio não seria necessariamente um movimento para ganhar, pode ser um movimento para impedir que outro ganhe. Se Lula vence, Bolsonaro continua sendo o “líder da oposição”, a referência máxima da direita, o nome que mobiliza ruas, redes sociais e bancadas, sem dividir palco, sem dividir protagonismo. Enquanto isso, o verdadeiro poder estrutural permanece intacto dentro do Partido Liberal, comandado por Valdemar da Costa Neto, o foco deixa de ser o Planalto e passa a ser o Congresso: ampliar bancadas, fortalecer o fundo partidário e o fundo eleitoral, controlar estruturas milionárias e manter influência direta sobre centenas de parlamentares. No Brasil atual, ser presidente é importante, mas controlar a maior bancada pode ser ainda mais estratégico, com dezenas, ou centenas de deputados, você influencia CPIs, pauta econômica, reformas e até pedidos de impeachment, o poder se pulveriza, mas a liderança continua centralizada. A pergunta que ecoa é dura: estamos diante de um projeto de poder pessoal ou de um projeto de nação? Se a prioridade for manter controle, caixa partidário e liderança simbólica, pouco importa quem esteja no Palácio do Planalto, o que importa é quem continua comandando a direita, e nesse cenário, perder pode ser apenas uma estratégia para nunca deixar de mandar. @FlavioBolsonaro @jairbolsonaro @CarlosBolsonaro @BolsonaroSP @RomeuZema @ratinho_jr @ronaldocaiado @AecioNeves @marconiperillo @DanielVilela15 @tarcisiogdf @MDB_Nacional @PSDBoficial @partidonovo30 @plnacional_ @nikolas_dm @jornalnacional @GloboNews @OGlobo_Rio @UOL @CNNBrasil @CNN @VEJA @JovemPanNews @nytimes @Metropoles @LulaOficial @ZeDirceu_ @gleisi @costa_rui @ptbrasil @folha @malugaspar @mervalpereira @AndreiaSadi

Quanto deve levar por essa defesa?

#2026ForaclãBolsonaro

👇😂😂😂😂😂😂

O jogo oculto do poder: Bolsonaro prefere o Lula, que perder o controle da direita e essa é a grande verdade. Por Geraldo Goulart Neves. Jornalista, imparcial e independente. Nos bastidores da política, nem sempre o objetivo principal é vencer a eleição presidencial, as vezes, o verdadeiro objetivo é manter o controle, e é exatamente aqui que começa a estratégia silenciosa de Jair Bolsonaro. Muitos analistas da própria direita ainda não conseguiram desenhar o que pode estar por trás dos movimentos recentes, se Tarcísio de Freitas disputasse e vencesse a Presidência, automaticamente assumiria o posto de principal liderança da direita nacional, teria a caneta, o orçamento e o protagonismo, e liderança política no Brasil não se divide, se exerce. É aí que entra a peça central do tabuleiro, Flávio Bolsonaro, um nome que carrega peso eleitoral restrito, alta rejeição fora do núcleo ideológico e dificuldades evidentes para enfrentar um embate nacional contra Luiz Inácio Lula da Silva, lançar Flávio não seria necessariamente um movimento para ganhar, pode ser um movimento para impedir que outro ganhe. Se Lula vence, Bolsonaro continua sendo o “líder da oposição”, a referência máxima da direita, o nome que mobiliza ruas, redes sociais e bancadas, sem dividir palco, sem dividir protagonismo. Enquanto isso, o verdadeiro poder estrutural permanece intacto dentro do Partido Liberal, comandado por Valdemar da Costa Neto, o foco deixa de ser o Planalto e passa a ser o Congresso: ampliar bancadas, fortalecer o fundo partidário e o fundo eleitoral, controlar estruturas milionárias e manter influência direta sobre centenas de parlamentares. No Brasil atual, ser presidente é importante, mas controlar a maior bancada pode ser ainda mais estratégico, com dezenas, ou centenas de deputados, você influencia CPIs, pauta econômica, reformas e até pedidos de impeachment, o poder se pulveriza, mas a liderança continua centralizada. A pergunta que ecoa é dura: estamos diante de um projeto de poder pessoal ou de um projeto de nação? Se a prioridade for manter controle, caixa partidário e liderança simbólica, pouco importa quem esteja no Palácio do Planalto, o que importa é quem continua comandando a direita, e nesse cenário, perder pode ser apenas uma estratégia para nunca deixar de mandar. @FlavioBolsonaro @jairbolsonaro @CarlosBolsonaro @BolsonaroSP @RomeuZema @ratinho_jr @ronaldocaiado @AecioNeves @marconiperillo @DanielVilela15 @tarcisiogdf @MDB_Nacional @PSDBoficial @partidonovo30 @plnacional_ @nikolas_dm @jornalnacional @GloboNews @OGlobo_Rio @UOL @CNNBrasil @CNN @VEJA @JovemPanNews @nytimes @Metropoles @LulaOficial @ZeDirceu_ @gleisi @costa_rui @ptbrasil @folha @malugaspar @mervalpereira @AndreiaSadi

esses vermes tem que começar a ser punidos com rigor com esse tipo de fake

falou o rachadinha que não gosta de rachacinha, assim disse a trans que diz ter ficado com ele

HAhahaha Luka não ganha nem pra síndico de prédio.

Cara de pau esse Flávio Bolsonabo

E por qual motivo ele mantem sigilo de 100 anos? Essa história tá mal contada...

O jogo oculto do poder: Bolsonaro prefere o Lula, que perder o controle da direita e essa é a grande verdade. Por Geraldo Goulart Neves. Jornalista, imparcial e independente. Nos bastidores da política, nem sempre o objetivo principal é vencer a eleição presidencial, as vezes, o verdadeiro objetivo é manter o controle, e é exatamente aqui que começa a estratégia silenciosa de Jair Bolsonaro. Muitos analistas da própria direita ainda não conseguiram desenhar o que pode estar por trás dos movimentos recentes, se Tarcísio de Freitas disputasse e vencesse a Presidência, automaticamente assumiria o posto de principal liderança da direita nacional, teria a caneta, o orçamento e o protagonismo, e liderança política no Brasil não se divide, se exerce. É aí que entra a peça central do tabuleiro, Flávio Bolsonaro, um nome que carrega peso eleitoral restrito, alta rejeição fora do núcleo ideológico e dificuldades evidentes para enfrentar um embate nacional contra Luiz Inácio Lula da Silva, lançar Flávio não seria necessariamente um movimento para ganhar, pode ser um movimento para impedir que outro ganhe. Se Lula vence, Bolsonaro continua sendo o “líder da oposição”, a referência máxima da direita, o nome que mobiliza ruas, redes sociais e bancadas, sem dividir palco, sem dividir protagonismo. Enquanto isso, o verdadeiro poder estrutural permanece intacto dentro do Partido Liberal, comandado por Valdemar da Costa Neto, o foco deixa de ser o Planalto e passa a ser o Congresso: ampliar bancadas, fortalecer o fundo partidário e o fundo eleitoral, controlar estruturas milionárias e manter influência direta sobre centenas de parlamentares. No Brasil atual, ser presidente é importante, mas controlar a maior bancada pode ser ainda mais estratégico, com dezenas, ou centenas de deputados, você influencia CPIs, pauta econômica, reformas e até pedidos de impeachment, o poder se pulveriza, mas a liderança continua centralizada. A pergunta que ecoa é dura: estamos diante de um projeto de poder pessoal ou de um projeto de nação? Se a prioridade for manter controle, caixa partidário e liderança simbólica, pouco importa quem esteja no Palácio do Planalto, o que importa é quem continua comandando a direita, e nesse cenário, perder pode ser apenas uma estratégia para nunca deixar de mandar. @FlavioBolsonaro @jairbolsonaro @CarlosBolsonaro @BolsonaroSP @RomeuZema @ratinho_jr @ronaldocaiado @AecioNeves @marconiperillo @DanielVilela15 @tarcisiogdf @MDB_Nacional @PSDBoficial @partidonovo30 @plnacional_ @nikolas_dm @jornalnacional @GloboNews @OGlobo_Rio @UOL @CNNBrasil @CNN @VEJA @JovemPanNews @nytimes @Metropoles @LulaOficial @ZeDirceu_ @gleisi @costa_rui @ptbrasil @folha @malugaspar @mervalpereira @AndreiaSadi

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