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Gil do Vigor tocou exatamente na ferida que muita gente tenta ignorar. Não é sobre proibir as pessoas de realizarem seus sonhos, de conhecerem o mundo. É sobre garantir que ninguém tenha que pagar com a própria vida por falta de preparo e segurança. Juliana não virou só um...

235,595 views • 1 year ago •via X (Twitter)

9 Comments

Cátia 🚩's profile picture
Cátia 🚩1 year ago

O que o Gil falou sobre o balão que caiu e matou 8 pessoas?

Marrenta's profile picture
Marrenta1 year ago

Mas ela estava fazendo turismo em um país de maioria muçulmana. O Brasisl nao tem nenhum tipo de acordo de cooperação ou diplomacia com eles. Não iriam fazer nada mesmo. As pessoas precisam parar de fazer turismo nesses lugares.

𝐊𝐚𝐫𝐨𝐥𝐢𝐧𝐞 𝐌𝐞𝐧𝐞𝐳𝐞𝐬's profile picture
𝐊𝐚𝐫𝐨𝐥𝐢𝐧𝐞 𝐌𝐞𝐧𝐞𝐳𝐞𝐬1 year ago

Exatamente o que eu falei! Ele é muito sensato.

Priscila Pires🐨☀️🦋's profile picture
Priscila Pires🐨☀️🦋1 year ago

amoooo os posicionamentos do @GilDoVigor super necessario

PAULLA❤🖤 , LAROYÊ EXU.'s profile picture
PAULLA❤🖤 , LAROYÊ EXU.1 year ago

Lá vem... Culpa o Lula

Monique's profile picture
Monique1 year ago

Ok,vai ter que fazer "Plantão de tragédias" todo mundo que ponhe a vida em perigo sabe do fim e independente de ser profissional ou usar EPI.

andregalo117's profile picture
andregalo1171 year ago

turismo envolve riscos e no caso de la é falado pra todos da trilha q é de grande risco, vai quem quer e quem é doido, 8 vítima fatal, aqui na europa chamam la de trilha da morte...

andregalo117's profile picture
andregalo1171 year ago

A descrição do terreno escorregadio, com terra solta e rochas, corresponde às condições relatadas da trilha onde ela caiu em 21 de junho de 2025. A trilha é conhecida por ser perigosa(trilha da morte), com visibilidade ruim e terreno desafiador, especialmente antes do amanhecer.

comentando #DragRace's profile picture
comentando #DragRace1 year ago

Insuportável.

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Ela mora longe dos holofotes. Longe dos gabinetes. Longe das mesas onde se decide o destino do país sem ouvir ninguém. Mas enxerga mais longe do que muita gente engravatada. Aos 70 anos, Dona Rosa entende algo que muitos comentaristas profissionais fingem não entender ou escolhem ignorar. Poder não nasce em palco. Não nasce em microfone. Não nasce em palanque. Poder nasce da responsabilidade com quem está ao seu lado quando tudo aperta. Ela não fala difícil. Ela não faz teatro. Ela raciocina. Para ela, não existe esse romantismo de herança política terceirizada, entregue a quem grita mais alto ou promete multidão. O que existe é algo básico, quase esquecido neste país: família, dever, continuidade e proteção. Quando o pai está impossibilitado, não é o amigo que decide. Não é o aliado de ocasião. Não é o líder de plateia. Quem decide são os filhos. Quem carrega o peso são os filhos. Quem responde pela história são os filhos. E Dona Rosa vai além. Ela entende o jogo. Entende que barulho demais não protege ninguém. Que palanque não livra da perseguição. Que gritar contra o sistema sem ter poder real só serve para alimentar a fúria de quem já decidiu esmagar. Ela percebe o que muitos se recusam a admitir. Houve gente que ganhou palco, fama, influência e depois deixou apenas rastro de desgaste. O povo foi para a rua. O povo acreditou. O povo pagou o preço. E quem discursava seguiu a vida. Dona Rosa não romantiza isso. Ela lamenta. Sua visão é dura, mas é honesta. Melhor viver do que posar de herói morto. Melhor proteger do que provocar. Melhor agir com estratégia do que com vaidade. Ela entende que coragem não é gritar. Coragem é sustentar decisões impopulares quando ninguém mais quer segurar a bomba. Essa senhora não estudou ciência política. Mas entende de vida. Entende de perda. Entende de armadilha. E talvez seja exatamente por isso que sua fala incomoda tanto. Porque ela não vem de cima para baixo. Ela vem do chão. Dos rincões. Do Brasil esquecido que pensa, observa e conclui. Esse é o povo do nosso Brasil. Não o que faz barulho. O que enxerga. O Canal da Dona Rosa:

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,725 views • 9 months ago

O STF decidiu que medida protetiva não depende de o homem ser marido, ex, namorado ou parente. Mas isso está sendo mal contado por aí. O caso que chegou ao Supremo foi o de uma mulher de Formiga, em Minas, perseguida pelo vizinho. Segundo o processo, ele a seguia, dizia que queria se casar com ela e ameaçava matá-la se ela não aceitasse. Ela pediu proteção e a Justiça de Minas negou, porque entre os dois não havia relação familiar nem afetiva. Ou seja, ela estava sendo ameaçada de morte e a resposta foi que ela não se encaixava. Agora, mulher perseguida ou ameaçada por vizinho, colega, chefe, cliente ou desconhecido pode pedir medida protetiva. E aqui está a parte que estão distorcendo. Não é qualquer desavença entre um homem e uma mulher. É violência baseada no gênero, aquela que existe porque ela é mulher. Perseguição, ameaça, assédio, a lógica de que ela é obrigada a aceitar. Briga por causa de barulho não é isso, e ninguém disse que é. Vale lembrar também o que se pede numa protetiva. Que ele não chegue perto e não entre em contato. Não é prisão, não é condenação, não é ficha suja. Vale enquanto durar o risco. A proteção foi ampliada e ainda assim continua insuficiente diante do que acontece com a gente todos os dias. Toda proteção para mulher é pouco. Se você está sendo ameaçada ou perseguida, procure a Delegacia da Mulher, o Ministério Público ou a Defensoria. Medida protetiva não custa nada e não precisa de advogado. O 180 atende de graça, todos os dias, a qualquer hora.

Dra. Miriane Ferreira

16,699 views • 21 days ago

Furto de vírus na Unicamp: H1N1 estava entre amostras levadas de laboratório Material biológico foi levado sem permissão do Instituto de Biologia para a Faculdade de Engenharia de Alimentos na universidade. Uma pesquisadora foi presa. PF diz que não houve contaminação externa. Um laboratório de alta segurança não é feito para erro. Ele é feito justamente para impedir que o erro exista. E ainda assim, no Brasil, até isso virou detalhe. A Unicamp, um dos principais centros de pesquisa do país, viu amostras de vírus simplesmente desaparecerem. Entre elas, H1N1. Não é material comum. Não é algo que se perde numa gaveta. É o tipo de agente que exige controle absoluto, registro rigoroso, rastreabilidade total. E mesmo assim, saiu. Não por ataque externo. Não por invasão sofisticada. Por dentro. As amostras foram levadas e permaneceram fora do ambiente controlado por semanas. Circularam dentro da própria estrutura universitária, fora do protocolo, fora da lógica mínima de segurança que esse tipo de material exige. Depois vem a explicação. Sempre vem. Falta de espaço. Uso de outras áreas. Ajustes operacionais. A tentativa de transformar quebra de protocolo em rotina aceitável. O famoso improviso institucionalizado, que no Brasil deixa de ser exceção e vira método. O problema nunca é só o ato. É o ambiente que permite o ato. Um laboratório de nível elevado de biossegurança existe justamente porque trabalha com riscos que não podem ser relativizados. Não existe margem para adaptação criativa quando o assunto é vírus. Não existe espaço para “dar um jeito”. Ou há controle, ou não há segurança. E nesse caso, ficou claro que o controle falhou. As autoridades dizem que o material foi recuperado. Que não houve vazamento. Que não houve impacto externo. Pode até ser. Mas isso não apaga o ponto central. Se foi possível retirar esse tipo de material de dentro de um laboratório desse nível, então o problema não é pontual. É estrutural. Porque segurança de verdade não é medida quando tudo dá certo. É medida quando algo tenta dar errado. E aqui, deu. Só não virou algo maior por circunstância. Não por sistema. E quando um país começa a depender de sorte em áreas críticas, ele já ultrapassou um limite perigoso. O da confiança.

・ Ice ・  Ⅹ ・

34,061 views • 5 months ago