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Gostei da parte em que ela diz que quando o facista sair do poder e o ICE não tiver mais poderes todos ao de se ver a prestar contas a justiça.

40,787 просмотров • 7 месяцев назад •via X (Twitter)

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Dark Horse - O candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, se irritou na noite desta segunda-feira (24) ao ser questionado pela imprensa se vai apresentar o contrato firmado entre a produtora do filme ‘Dark Horse’ e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Em maio, quando foram revelados os áudios de Flávio pedindo R$ 61 milhões ao banqueiro para a produção do filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ele havia prometido prestar contas em 30 dias. Passados mais de três meses da promessa, o senador afirma que a produtora Go Up Entertainment, da empresária Karina da Gama, já prestou contas do filme e que os relatórios foram vazados pela imprensa. Ele negou que tenha recuado da promessa que fez em 19 de maio. 💬 “Não houve recuo nenhum. Eu vi a prestação de contas no g1. Dá um Google vocês no g1. A prestação de contas tá lá na matéria do g1 dizendo que a produtora gastou mais até que recebeu de investimento [de Daniel Vorcaro]. A prestação de contas foi feita dentro da investigação que está acontecendo em São Paulo e a própria imprensa vazou. Da minha parte eu digo, não sou eu que tenho que prestar conta, é o Lula, porque fez reuniãozinha escondida com Augusto Lima e o Vorcaro”, disse Flávio Bolsonaro. De acordo com reportagem publicada pelo g1 em junho, a empresária Karina da Gama anexou ao inquérito que investiga o filme em São Paulo uma perícia contratada por ela mesma, onde aponta gastos de R$ 75 milhões com a produção do filme. A perícia não apresentou nenhum recibo ou nota fiscal dos gastos feitos com a produção, tampouco da origem do dinheiro recebido para produzir o filme. Saiba mais no #g1. #fláviobolsonaro #darkhorse #sãopaulo #filme #notícias #g1sãopaulo

g1

78,433 просмотров • 5 дней назад

O Legado do Orelha: a Crueldade Rompeu a Bolha Essa tragédia nos esfregou na cara algo que ninguém esperava. E não, não falo da maldade humana — essa já é uma velha conhecida. A pergunta é incômoda, mas urgente: pode existir algo de positivo em uma crueldade desse tamanho? Para além da revolta e da sensação sufocante de injustiça, essa violência que beira a psicopatia expôs algo que não víamos há muito tempo: um limite comum. Um ponto de encontro na indignação O caso do cão Orelha rompeu bolhas. Ele unificou vozes que, em dias normais, discordam de absolutamente tudo. Direita, esquerda, opostos que não se suportam... todos convergiram em uma única certeza: isso não pode ser normalizado. Isso diz muito mais sobre nós do que sobre o crime isolado. O que realmente fere não é apenas o ato em si, mas a tentativa de blindagem. É ver adultos tentando proteger erros graves sob a velha lógica de que consequências são negociáveis para quem tem poder. Quando pais não impõem limites, ensinam que há um "jeitinho" pra tudo. Agora o principal: a Justiça não tem que ter ideologia Orelha acabou fazendo o que discursos, partidos e campanhas falharam em fazer: ele nos lembrou que a justiça não pode se apegar a ideologias. Cobrar punição não é uma questão de posicionamento político; é um exercício básico de cidadania. Se há abuso, corrupção, tem que haver denúncia. Se há impunidade, tem que haver exposição. Independentemente do espectro político, o certo não pode ter meio-termo. Que o legado do Orelha não seja apenas a memória da dor. Que seja o lembrete de que, diante da barbárie, não deveria existir "lado". Existe apenas a justiça. Justiça por Orelha. E por todos os animais que sofrem, cujos agressores ainda se escondem atrás do silêncio ou do privilégio.

Paula Zanelli

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