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Grassiane de Oliveira é apresentada como professora trans não binária, e qualquer discordância já vira ameaça de processo por transfobia. O debate morre ali. Enquanto isso, o contribuinte banca banheiro sem gênero em universidade pública.

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Filhos da puta!!! Pais e profissionais de saúde. ESTA CRIANÇA RECEBE 6 VACINAS EM UM MINUTO ISTO É COMPLETAMENTE INSANO O que estão fazendo com crianças é, no mínimo, irresponsável. Aplicar múltiplas vacinas em sequência, em questão de minutos, sem debate público sério, sem transparência plena e sem espaço para questionamento, não é ciência madura. É protocolo cego. Pais e profissionais de saúde deveriam ser a primeira barreira de prudência, não a correia de transmissão automática de decisões tomadas longe da realidade clínica individual. Criança não é linha de produção. Corpo humano não é campo de teste. Há algo que não pode ser ignorado: doenças infantis estão aumentando. Transtornos do neurodesenvolvimento, condições autoimunes, alergias severas. Isso é fato epidemiológico observado, ainda que as causas estejam em debate. E é justamente por isso que perguntar não é crime. Vender a ideia de que “quanto mais vacinas, maior a imunidade” como mantra absoluto é empobrecer a medicina. Imunologia é complexa. Resposta individual existe. Risco-benefício precisa ser discutido, não imposto. Pais têm o direito — e o dever — de perguntar por que calendários mudam, por que doses se acumulam, por que não há individualização, por que o debate é silenciado. Quando questionamento vira tabu, o problema já não é médico. É político. Isso não é negacionismo. É prudência. É responsabilidade com quem não pode consentir. Crianças merecem cuidado. Pais merecem respostas. E ciência de verdade não teme perguntas.

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