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Ana Sayfaya Dön

🚨 Há quem diga que classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas dificultaria o combate ao crime. O argumento chega a ser absurdo: dizem que o FBI sairia de cena, entraria a CIA e a cooperação ficaria mais difícil. A verdade é outra: estamos falando de facções que...

19,569 görüntüleme • 4 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

O crime organizado brasileiro deixou de ser um problema interno: passou a ser visto, em Washington, como um risco geopolítico direto à segurança continental. Para os EUA, Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) já não são meras facções criminosas - são estruturas de narcoterrorismo com ramificações na Venezuela, Colômbia, Paraguai e África Ocidental. E é por isso que a Casa Branca vem pressionando o governo Lula a reconhecer oficialmente essas organizações como grupos terroristas. Mas o Planalto resiste. Reconhecer o CV e o PCC como terroristas seria abrir a caixa-preta do próprio Estado, que há anos mantém linhas de financiamento, proteção e conivência política com o crime organizado. Seria admitir que o Brasil abriga um narcoestado institucionalizado, onde parte das instituições serve como escudo legal e financeiro para redes de tráfico, contrabando e lavagem. Nos bastidores da diplomacia americana, o recado é claro: se o Brasil não agir, os EUA agirão. O Departamento de Estado já discute sanções graduais, começando por autoridades envolvidas na leniência com o narcotráfico. A pressão de Marco Rubio e Pete Hegseth, ambos próximos do presidente Trump, é crescente. Eles enxergam o Brasil como o elo sul-americano da rede de narcocomunismo continental, que liga o Foro de São Paulo à estrutura de Maduro e Petro. Quem controla o tráfico controla o Estado - e é isso que Washington, finalmente, começa a entender.

Karina Michelin

75,385 görüntüleme • 8 ay önce