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1,167,911 Aufrufe • vor 11 Monaten •via X (Twitter)

36 Kommentare

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Jãun #Manuscritos 👑vor 11 Monaten

Parei de rir quando percebi que ele ficou inseguro 🫤

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Diário do Casal Gamervor 11 Monaten

O momento que ele perdeu o cliente, o cara só pensando onde ela vai começar a corta agora

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✿vor 11 Monaten

ele odiou tadinho

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Zingavor 11 Monaten

o cara fico triste

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Amante do dinheirovor 11 Monaten

Ah ele ficou mal vei

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binho ✨vor 11 Monaten

tenho uma quedinha tão grande por boys com carinha de ratinho

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Cadukey 🔑vor 11 Monaten

Tadinho, nitidamente ele não achou graça

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𝚃𝚊𝚎vor 11 Monaten

achei que ia aparecer essekkkkkk

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rodrigovor 11 Monaten

Ele chorou por dentro

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Madame Saddam Hussein 🚩 ☭vor 11 Monaten

Ai como eu queria ser um queijo….

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cristxsvor 11 Monaten

Aqui ele perdeu seu brilho e alto estima foi la no chao, nao tem coisa pior que alguem brinca com sua aparência, parece ser engraçado, mais no fundo a pessoa fica com aquilo na mente por dias LAMENTÁVEL

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Mayavor 11 Monaten

Nossa, ele ficou mais lindo ainda 🫦

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minevor 11 Monaten

Eu acho q gosto de feios

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aram 🏹vor 11 Monaten

Ele um gatinho e o barbeiro broxa não sabe nem mexer no celular

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Caramello Fã de Digital Circusvor 11 Monaten

Engraçado mano

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𝓦𝒆𝒏𝒅𝒚'ꕤvor 11 Monaten

que reação foi essa de; 'insegurança desbloqueada com sucesso'? ele é lindo

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Luz 🐊vor 11 Monaten

pior que ele é tão gracinha

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emervor 11 Monaten

Eu achei ele uma gracinha!

Profilbild von akkah | house of leaves
akkah | house of leavesvor 11 Monaten

fofinho kkkkk 🫦

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Fagnervor 11 Monaten

Ele ficou desconfortável.

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kelsonvor 11 Monaten

a tristeza no olhar que a gente so encontra em porno gay do leste europeu

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1eozimvor 11 Monaten

kkkkkkkk

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Ⓡenanvor 11 Monaten

Um bom corte valorizaria a beleza dele, mas acho que esse barbeiro seria incapaz de aplicar um bom visagismo nele, ao invés disso fica fazendo essas brincadeiras de mau gosto e deixando o moleque sem graça. Isso acaba com a autoconfiança da pessoa!

Profilbild von Dollzinha carrancuda 🐊
Dollzinha carrancuda 🐊vor 11 Monaten

Mlk mó lindinho

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viuvor 11 Monaten

Ele claramente não gostou, queria pegar ele no colo tadim

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Eduardo Garczareckvor 11 Monaten

Héteros e suas brincadeiras que NINGUEEEEEEM acha engraçado

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bvor 11 Monaten

Por isso eu sou a favor de brincadeiras armadas Algumas vezes pode deixar alguém constrangido e isso não se faz

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ؘvor 11 Monaten

humor de milhões

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crescenciovor 11 Monaten

Achei um gatinho 🥵

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Daniel Akiravor 11 Monaten

Kkkkkk, já pode usar ele pra fazer o live action.

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waynambivor 11 Monaten

ai me apaixonei

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JUNNOvor 11 Monaten

Aff tadinho

Profilbild von Ovos cabeludos do Wolverine
Ovos cabeludos do Wolverinevor 11 Monaten

Homens com orelhas assim ganha 40% de atração 😵‍💫🥴❤️

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colenvor 11 Monaten

tadinho cara ele ficou triste

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Lzvor 11 Monaten

Gente achei ele bonitinho real

Profilbild von RYCKZINN 🧸🥂🫯✰
RYCKZINN 🧸🥂🫯✰vor 11 Monaten

Juro vey kkkkkkk

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Vocês reclamam que eu só falo mal do Bolsonaro. Hoje vou falar bem, mas não é do Jair. É do melhor político da linhagem. FLÁVIO BOLSONARO: O MAIS HABILIDOSO ESTRATEGISTA MODERADO DO CLÃ BOLSONARO Sim, você leu certo: no clã Bolsonaro – composto pelo pai Jair e os filhos Flávio Bolsonaro (01), Carlos (02), Eduardo (03) e Jair Renan (04) – é Flávio Bolsonaro quem desponta como o político mais habilidoso, estratégico e moderado. Em meio a uma família que frequentemente optou pelo confronto aberto, declarações incendiárias e aventuras ideológicas desastrosas, Flávio assumiu o papel improvável de “adulto na sala”. Isso é inquestionável. Se você discorda, está na lua. Se você concorda, já pode parar por aqui. Está tudo ok. Este texto disseca, em tópicos, como Flávio se diferencia dos demais Bolsonaros em oratória, postura institucional e pragmatismo – e como, se tivessem ouvido mais suas abordagens moderadas, o destino do bolsonarismo poderia ter sido menos trágico. É meus caros. Preparem-se para a minha análise brutalmente honesta, embasada em fatos (2018–2025) sobre o herdeiro político mais astuto desta dinastia. ORATÓRIA SUPERIOR E POSTURA INSTITUCIONAL Flávio destaca-se pela oratória articulada e postura institucional incomuns em sua família. Enquanto Jair, Eduardo e Carlos notabilizaram-se por falas agressivas, gafes ou teorias conspiratórias, Flávio desenvolveu um discurso mais polido. “Visto como o filho com maior desenvoltura política da família Bolsonaro e o menos radical”, ele assumiu o papel de interlocutor do pai com outros políticos e até construiu pontes com, advinha quem? O Judiciário. Em outras palavras, Flávio aprendeu a falar a língua da política tradicional, aquela real, que movimenta o Brasil. Isso é algo que seus irmãos e o pai raramente tentaram ou conseguiram. Jair Bolsonaro, o patriarca, sempre preferiu a retórica do confronto direto – xingando instituições, governadores, imprensa, disseminando desinformação e ofendendo opositores em falas improvisadas. Sua comunicação “sincericida” rendeu manchetes que o prejudicaram muito, custou-lhe apoio entre moderados e o colocou na mira da Justiça Eleitoral. De fato, Jair acabou condenado à inelegibilidade até 2030 por ataques e mentiras contra o sistema eleitoral – consequência direta de sua verborragia irresponsável. Flávio, por sua vez, ainda que defendesse o pai, raramente cruzava certas linhas em público. Vocês já repararam nisso? Flávio sempre tentou estar abaixo dos radares. Eduardo Bolsonaro herdou do pai o gosto por declarações explosivas sem filtro. Em 2018, Eduardo declarou que “para fechar o STF basta um soldado e um cabo” – uma fala que chocou o país e evidenciou sua completa falta de noção institucional. kkkkk... ali começaria a briga que acabaria com toda a disnastia Bolsonaro. Uma fala, para ele nunca mais esquecer. Embora depois alegasse “tom jocoso”, o estrago estava feito: Eduardo mostrava-se disposto a flertar com o autoritarismo, algo impensável em voz alta para Flávio. Ao longo do mandato, Eduardo seguiu fazendo discursos ideológicos duros e citações controversas (chegou a sugerir ressuscitar um novo AI-5, medida de exceção da ditadura, isolando-o politicamente). Flávio, ao contrário, nunca foi ouvido insuflando fechamento de instituições – pelo contrário, buscava minimizar danos das falas dos demais. Carlos Bolsonaro, vereador recluso porém hiperativo nas redes, praticamente não tem oratória pública digna de nota – sua tribuna sempre foi aqui no Twitter (atual X). Conhecido como mentor do “gabinete do ódio”, Carlos preferia posts crípticos, ataques virtuais a adversários (e aliados desafetos) e teorias da conspiração, afastando-se do debate político construtivo. Sua postura digital beligerante rendeu-lhe investigações (como suspeita de funcionários fantasmas em seu gabinete e possível envolvimento nas milícias digitais antidemocráticas), mas não soluções para a família. Flávio, em contrapartida, atua às claras, nos microfones do Senado e em entrevistas, rodinha de reporteres, com tom mais calculado – ainda que, nos bastidores, não deixe de jogar duro quando necessário. Jair Renan (o “04”) mal entrou no jogo político durante o auge do bolsonarismo. Sem cargo eletivo até 2024, Renan virou notícia mais por escândalos fúteis – suspeita de lobby envolvendo presentes de luxo e fotos com celebridades – do que por qualquer discurso ou projeto. Seu amadorismo absurdo contrasta com a experiência de Flávio, que foi deputado estadual por quatro mandatos e soube se portar em plenários e comissões. Renan não tem oratória política; Flávio tem de sobra. Ele fez sua campanha inteira sem dar um pio, para não jogar no lixo a chance de ser vereador em Balneário Camboriú Essa diferença de postura ficou clara em outubro de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado nas urnas. Flávio foi o primeiro dos filhos a reconhecer publicamente a derrota e agradecer os eleitores, menos de 24 horas após a votação, conclamando: “Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil!”. Eu lembro disso, porra. Era o que o "mito" tinha que ter feito. Enquanto isso, Jair trancou-se em silêncio por quase dois dias, recusando-se a admitir o revés, e Eduardo e Carlos nada disseram nesse meio-tempo. A superioridade de Flávio na comunicação ficou evidente: ele soube o momento de parar de espernear e começar a conter os danos, algo inimaginável para os demais naquela hora. Foi um raro aceno de responsabilidade numa família acostumada a dobrar a aposta até o abismo. ARTICULAÇÃO POLÍTICA: O 01 E A ARTE DO PRAGMATISMO No quesito articulação política e pragmatismo, Flávio Bolsonaro é um ponto completamente fora da curva do clã – para melhor. Ele transita com facilidade entre políticos tradicionais, faz acordos e entende o valor de recuos táticos. Não por acaso, tornou-se o “nome central da articulação política do governo” Bolsonaro e principal arrecadador da campanha de 2022, segundo a Folha de S.Paulo. É irônico: o filho que começou o governo como “dor de cabeça” devido ao escândalo da rachadinha acabou virando o bombeiro político do pai, acumulando poder e confiança JUSTAMENTE por saber negociar e se portar. Um exemplo cristalino ocorreu em junho de 2020. Flávio reuniu-se em um jantar em Brasília com os então presidentes do Senado (Davi Alcolumbre) e da Câmara (Rodrigo Maia), além de líderes do Centrão. Ali, ele vangloriou-se de atuar nos bastidores para que Jair Bolsonaro mantivesse um “perfil moderado”. Aquele foi um período tenso em que Bolsonaro pai ensaiava arroubos autoritários contra o STF e atacava a imprensa diariamente. Pois Flávio surgiu como apaziguador, garantindo às principais lideranças do Congresso que estava “puxando o freio” do presidente nos bastidores. O encontro, na casa de um cacique do Republicanos, foi interpretado como um gesto de apoio do Centrão a Flávio em meio à crise Queiroz (seu ex-assessor havia sido preso dias antes). Ou seja, mesmo sob fogo cerrado, Flávio conseguia reunir figuras de peso para dialogar – coisa que Jair jamais conseguiu sem intermediação. Enquanto Flávio articulava com congressistas e distribuía afagos ao Centrão, Jair e Carlos preferiam bater de frente. No início do governo, Bolsonaro pai relutou em dividir poder com os partidos do “Centrão”, pregando uma nova política sem toma-lá-dá-cá. Quem pode dar-se ao luxo disso no Brasil? O resultado? Isolou-se e quase sofreu impeachment em 2020 (sim, houve tensões em torno disso), até ser forçado a entregar a articulação a profissionais. Flávio, desde sempre, entendeu que sem alianças não se governa – e trabalhou para costurá-las. Foi ele, por exemplo, que ajudou a pavimentar a ida do pai para o PL de Valdemar Costa Neto em 2021, selando a paz com a velha política em troca de palanques e tempo de TV. Flávio carrega a família toda nas costas. Eduardo e Carlos, estes sonhavam com “ideologia pura” e guerra cultural; Flávio entregava acordos concretos, ainda que à custa de engolir alguns sapos. Flávio também soube dialogar com a imprensa e moldar narrativas quando preciso. Ao contrário do pai (que hostilizava repórteres com palavrões) e de Carlos (que os xingava pelo Twitter), Flávio frequentemente concedia entrevistas à grande mídia para dar a versão da família com aparente calma. Em 2023, por exemplo, não fugiu de participar do programa Roda Viva na TV Cultura, submetendo-se a perguntas incômodas de jornalistas. Embora tenha distorcido fatos para defender Jair (chegou a negar falhas do governo e culpar terceiros, segundo checagens independentes), o simples fato de encarar um fogo cruzado midiático mostra sua disposição de diálogo. Os outros Bolsonaro raramente saem da bolha de apoiadores; Flávio arrisca-se no terreno hostil para minimizar danos à imagem do clã. No trato com o Judiciário, a diferença de abordagem é abissal. Jair Bolsonaro passou quatro anos em conflito aberto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atacando-os em comícios e lives – não por acaso, acabou colecionando inquéritos e hoje é réu por tentativa de golpe de Estado relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo alimentou essa fogueira, do “cabo e soldado” em 2018 às críticas contumazes a ministros nas redes; chegou a celebrar quando aliados sugeriram investigar ou punir magistrados. Flávio, ao contrário, construiu pontes discretas com o Judiciário. Relatos indicam que ele manteve diálogo com ministros e operadores do direito, buscando antecipar-se a problemas. Foi sua defesa jurídica – e influência política – que conseguiu decisões favoráveis como a suspensão das investigações da rachadinha em 2019 pelo STF. Em outras palavras, Flávio enfrentou seus problemas legais com advogados e visitas de cortesia, não com insultos públicos. Essa postura poupou-o de punições rápidas e manteve canais abertos com a Corte. Ele sabia que enfrentar de frente o STF era suicídio – e tentou convencer os seus disso, nem sempre com sucesso. Se você acha tudo isso um absurdo, tenho um recado para te dar: pare com infantilidade, é assim que as coisas se movimentam em Brasília. Em suma: Flávio demonstra pragmatismo onde os demais exibem radicalismo. PRAGMATISMO X CONFRONTO – O QUE PODERIA TER SIDO DIFERENTE? Flávio Bolsonaro não é nenhum santo ou gênio infalível – longe disso. Enredado no caso da rachadinha, ele próprio teve momentos de tensionar instituições (chegou a chamar um colega senador de “vagabundo” em 2021 durante a CPI da Covid, por exemplo). Mas, masss meus amigos, a diferença é que Flávio aprendeu com os sustos e recuou quando preciso, algo que Jair, Eduardo e Carlos raramente fizeram. Em política, você não coloca a cara na água para ver se está quente. Coloca o dedo, depois a mão, o braço... Essa diferença de temperamento e estratégia levanta a pergunta central: e se Flávio tivesse tido mais influência no comando do bolsonarismo? Os principais desastres poderiam ter sido evitados ou amenizados? A resposta, em boa medida, é SIM. No fim, o clã implodiu pela boca. Pela língua solta. Pela vaidade inflamada. Pela guerra inútil com quem detém a caneta e a Constituição. Jair se afundou porque confundiu coragem com confrontação. - Carlos virou piada digital. - Eduardo virou papagaio de gringo. - Renan nem chegou a virar alguma coisa. E Flávio? Flávio sobreviveu. Taí, tudo bem com ele. Porque soube calar quando os outros berravam. Negociar quando os outros batiam o pé. Comer pelas beiradas, igual fazemos em Minas, quando o clã queria invadir o centro da mesa no grito. Enquanto seus irmãos construíam inimigos, Flávio construía pontes. Ele não é santo. Mas é esperto. E política, acima de tudo, é jogo de sobrevivência. E a verdade incômoda — aquela que nenhum deles ousa dizer em voz alta — é que se Flávio tivesse liderado desde o início, Bolsonaro não estaria inelegível, não correria risco de cadeia e não teria perdido a reeleição Mas a ala do confronto venceu a do cálculo. E o preço foi pago e está aí — em derrotas, em processos, em irrelevância. E EM PIADAS. Flávio não venceu por todos. Mas venceu apesar de todos. E isso, por si só, já diz tudo.

Roberto Reis

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