Loading video...

Video Failed to Load

Go Home

Impressionante como as coisas se repetem com praticamente os mesmos atores. O ano era 2019, o tempo passou e chegamos em 2026, puta que pariu, o cara está com o mesmo método. Voz serena, ganhando espaço em entrevistas, um cara com ar de moderado, mas, na verdade, um verdadeiro...

20,147 views • 5 months ago •via X (Twitter)

0 Comments

No comments available

Comments from the original post will appear here

Related Videos

O Galvão passou o que a gente passa em algumas arenas e estádios. Nas arenas, que se dizem modernas, te colocam numa espécie de "poleiro". No Morumbi, é mais adequado mas sempre quem fica na bancada da frente, fica em pé batendo papo e dane-se quem está atrás. Depois os "jornalistas" ficam nas redes sociais falando em respeito ao próximo, etc. Mas no próprio espaço não respeitam os que estão em volta No Morumbi, sempre aparece um gaiato pra ficar conversando alto meio metro (às vezes, aparecendo inteiro na Live) de quem está numa transmissão ou fica em pé como se o mundo atrás que se dane. A paralaxe faz com que o sujeito em pé ou com um equipamento colocado na altura do vidro de apoio acabei "roubando" a visão de 40 a 50% do campo de quem está atrás ou de lado. Há uma dificuldade em colocar mochila abaixo da bancada, equipamento como câmera ou antena até o limite abaixo do vidro ou simplesmente entender que se você quer transmitir o jogo em pé (é um direito do cidadão) que tenha o mínimo de raciocínio pra ficar na última fileira. O contrário é atestado de burrice e egoísmo. O que o Galvão mostrou é o que a gente passa em todo jogo, praticamente. Inclusive o fato do sujeito dá frente ainda achar que está com a razão e sair fazendo gesto ou cara feia. Vivemos num momento em que fazer o certo custa muito caro. E acredite: os mesmos influencers e jornalistas que cobram ética e o politicamente correto, em seus constantes discursos, se fossem filmados nas bancadas, ficariam envergonhados.

RICARDO LEITE DA RÁDIO

186,915 views • 2 months ago