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Ana Sayfaya Dön

Isso aqui é um exemplo, bem didático diga-se de passagem, do que eu quero dizer quando afirmo que o brasileiro foi bestializado. Nem mesmo os bandidos mais velhos aguentam o nível animalesco que os mais novos chegaram. Outro exemplo, foi o caso onde um traficante matou um morador por...

99,636 görüntüleme • 1 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

A música “Everybody Wants to Rule the World”, do Tears for Fears, soa leve, quase inocente. Mas carrega uma verdade incômoda: o poder seduz, corrompe e, quase sempre, transforma homens em reféns de si mesmos. É um retrato atemporal, e, olhando para o Brasil de hoje, parece mais atual do que nunca. Vivemos um tempo em que muitos querem governar, poucos querem servir e raríssimos resistem à tentação de se apaixonar pelo próprio poder. A política virou palco, vaidade, cálculo frio. E nesse cenário, a frase “todo mundo quer governar o mundo” deixa de ser apenas uma constatação e passa a ser um aviso. O que vemos hoje é mais do que disputa política. É uma tentativa clara de reescrever a memória. Apagar, desconstruir e substituir. Não apenas ideias, mas símbolos. Porque ideias podem ser debatidas, mas símbolos mobilizam, despertam e permanecem. E é justamente por isso que a figura de Jair Bolsonaro incomoda tanto. Não porque foi perfeito, nenhum homem é, mas porque representou algo raro: alguém que, ao chegar ao topo, não se moldou completamente ao sistema que deveria dominar. Em um ambiente onde o poder costuma domesticar, ele tensionou. Onde muitos se adaptam, ele confrontou. Onde tantos se encantam com os privilégios, ele manteve, aos olhos de seus apoiadores, uma relação mais direta com o povo e com a ideia de país. E isso, em política, é imperdoável. A música fala que nada dura para sempre. E é verdade. Mas há algo que resiste ao tempo: a memória coletiva. Por isso, o esforço não é apenas derrotar politicamente, é fazer esquecer. É diluir, relativizar, reduzir a uma nota de rodapé aquilo que, para muitos, foi um ponto de ruptura. Como na canção, há um jogo silencioso acontecendo. Não é só sobre governar o mundo, é sobre controlar a narrativa, definir quem foi herói e quem deve ser esquecido. Mas a história não pertence aos que gritam mais alto no presente. Pertence aos que deixam marcas reais. E talvez a grande lição, tanto da música quanto do momento que vivemos, seja essa: o poder passa, a vaidade se dissolve, mas aquilo que é percebido como verdade pelo povo permanece, mesmo quando tentam apagar.

MarioFrias

11,856 görüntüleme • 5 ay önce

hoje a torcida do Botafogo colocou Marlon Freitas e Luiz Henrique (escolhidos por voto popular) na bandeiras de ídolos históricos do clube ao lado de gênios como Garrincha, Nilton Santos, Didi, entre tantos outros. Justíssimo (votei neles) Mas algo que eu realmente não consigo entender é uma resistência da torcida (e de rivais) a isso. Ninguém tá comparando o futebol do Marlon Freitas, que eu acho um excelente jogador, com o futebol do Gerson. Ninguém tá comparando o Luiz Henrique, que pra mim é CRAQUE, com o Jairzinho. Mas os dois são ÍDOLOS INDISCUTÍVEIS do Botafogo e seriam em qualquer time do Brasil se tivessem o papel importantíssimo na campanha de 2024 e tivessem vencido o que venceram ano passado. São outros tempos, antigamente os MELHORES JOGADORES DO MUNDO jogavam aqui. Garrincha foi Bola de Ouro jogando pelo Botafogo, Nilton Santos foi um dos maiores (se não o maior) laterais da história, revolucionando a posição no futebol mundial pra sempre. Isso não acontece mais com os jogadores atuando no Brasil. O Fred é ídolo histórico do Fluminense, o Luan é ídolo histórico do Grêmio, o Sheik é ídolo histórico do Corinthians, o Ganso é ídolo histórico do Santos. Alguém coloca eles como melhores jogadores da história? Não, mas a importância desses caras pra títulos e momentos históricos dos clubes são indiscutíveis. Luiz Henrique foi o melhor jogador do Brasileirão e da Libertadores. E campeão das duas. Usando a 7. Em todas as entrevistas dos jogadores de 2024 eles falam da importância e liderança do Marlon Freitas. Uma das maiores voltas por cima de um jogador na história futebol brasileiro. Cravejaram seus nomes no Botafogo e merecem MUITO figurar na lista de ídolos eternos. E, aí é particular, pra mim, ainda cabiam mais pessoas lá. Alex Telles com uma identificação imediata e papel fundamental na melhora do time, Barboza encorporando o que é ser Botafogo e ostentando atuações inesquecíveis, Júnior Santos que tem a história mais bonita fora do campo no futebol brasileiro e foi o artilheiro da maior conquista da história do Glorioso fazendo o gol do título, Artur Jorge, que teve uma saída polêmica, mas em quesito de conquistas, foi sim o treinador mais vencedor que já passou por aqui, entre outros. Mas isso vai do sentimento de cada torcedor e não precisa ser uma verdade universal. Tá tudo bem. Não sou fã desse movimento de tentar ser virtuoso apegado ao passado e, com um saudosismo burro, sem querer, desmerecer o que os novos grandes jogadores que passam por nossos clubes fazem. Vamos celebrar esses caras! Eles merecem. E a gente também.

Pedro Certezas

293,180 görüntüleme • 1 yıl önce