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- Isso é Alexandre de Moraes. É assim que se conduz, sob o disfarce da legalidade, a tentativa mais boçal e descarada de golpe institucional da história recente do Brasil. - Assista e fique estarrecido. Não há imparcialidade, não há contraditório, não há limites. O juiz virou vítima, investigador,...

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Não se trata de prioridade. Trata-se de necessidade. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro e centenas de inocentes seguem presos e sendo torturados diária e injustamente, sendo o estopim de toda a anormalidade que vivemos, os próximos perseguidos seguem vivendo suas vidas normalmente. Refiro-me também às pessoas que não se engajam em política, pois todos, absolutamente todos, serão alvos do regime. Somente com a liberdade dos presos políticos do 8 de janeiro reiniciaremos o resgate do mínimo de normalidade democrática no Brasil. Quando penas são aplicadas de forma desproporcional, quando direitos fundamentais são relativizados e quando o devido processo legal surge de forma secundária, o que está em jogo não é apenas o destino de alguns, mas o presente e o futuro de todos. Democracia não é seletiva. Justiça não pode ser instrumento de exceção. O Brasil trilha um caminho extremamente perigoso, onde o medo substitui a liberdade e o silêncio passa a ser imposto como regra. A história já mostrou, em diversos países - coincidentemente todos ligados a Luiz Inácio Lula da Silva e sua facção (Venezuela, Cuba, Nicarágua…) - que regimes não se consolidam da noite para o dia; eles avançam passo a passo, enquanto muitos ainda acreditam que “não é bem assim”. Enquanto isso, quem produz, quem trabalha e quem sustenta este país começa a sentir o peso de decisões que desestimulam, sufocam e desorganizam setores inteiros da economia. Não podemos normalizar o que é claramente anormal. Ainda há tempo de reagir. Ainda há tempo de exigir equilíbrio, justiça e respeito à Constituição. O Brasil é maior do que qualquer governo. E nós não vamos recuar. Estamos juntos.

Carlos Bolsonaro

99,039 Aufrufe • vor 5 Monaten

Neste sábado, 21 de março,Jair Bolsonaro não vive um aniversário comum. Não há celebração pelos seus 71 anos, não há encontro com apoiadores, não há sequer a liberdade de estar com a própria família. O que existe é um leito de hospital, um corpo fragilizado por mais de dez comorbidades e uma rotina marcada por dor, limitações e incertezas. Muitas dessas sequelas têm origem direta no atentado de 2018 - que na prática, nunca terminou. Aquela facada não ficou no passado; ela se prolongou no tempo. Está nas cirurgias sucessivas, nas complicações, nas noites difíceis, nas traições políticas - e tudo isso está marcado em um corpo que já não responde como antes. Mas o verdadeiro calvário não é apenas físico. É existir sob julgamento permanente, ser reduzido a versões falaciosas; é ver a própria história ser disputada, reinterpretada, fragmentada e distorcida - sem que seja permitido que a verdade prevaleça. Bolsonaro deixou de ser apenas um homem há muito tempo; tornou-se um símbolo. E símbolos não têm descanso - são exaltados ou destruídos, mas raramente compreendidos. O isolamento que hoje o cerca não é apenas de paredes. É o silêncio dos que se afastaram, é a superficialidade dos que o condenam - é o peso de existir em um país onde a verdade já não é consenso, mas território de guerra. Neste aniversário, Jair Bolsonaro, não apaga velas, ele enfrenta o tempo. Tempo para lembrar que todo poder é transitório. Que toda ascensão carrega, em si, a possibilidade da queda.E que, no fim, o que resta de um homem não é o cargo que ocupou - mas aquilo que foi capaz de suportar. Há algo profundamente humano em sua condição atual. Porque, despido do poder, da voz e da multidão, resta apenas o essencial: um homem à frente de seu tempo, que lutou pelo que acreditava ser verdade e justiça e que, diante de todas as cruzes que carregou, permaneceu de cabeça erguida ancorado na verdade em sua própria travessia. E talvez seja justamente esse o ato “revolucionário” que desconcerta uma República falida.

Karina Michelin

12,452 Aufrufe • vor 6 Monaten

A DEMOCRACIA BRASILEIRA SANGROU MAIS UMA VEZ ! A Polícia Federal invadiu a casa do Presidente Jair M. Bolsonaro em Brasília, em mais uma ação que escancara o uso político do sistema de Justiça no Brasil. Por ordem STF, foram impostas a ele medidas mais severas do que as aplicadas a um preso condenado em regime semiaberto com sentença transitada em julgado. Bolsonaro será obrigado a usar tornozeleira eletrônica, terá recolhimento noturno forçado, está proibido de acessar redes sociais e até de falar com diplomatas — inclusive com seu próprio filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro🇧🇷 . Isso não é justiça. Isso é perseguição política. A Constituição garante a todos a presunção de inocência, o devido processo legal e a liberdade de expressão. Nenhum desses direitos foi respeitado hoje. O que vimos não é o combate ao crime. É a tentativa clara de calar a principal liderança da oposição, num momento em que milhões de brasileiros estão cada vez mais conscientes dos abusos e retrocessos que se acumulam sob o pretexto de proteger a democracia. Mas não há democracia quando se censura. Não há democracia quando se impõe a um ex-presidente uma vigilância de estado mais rígida do que a imposta a criminosos condenados. Não há democracia quando a lei é moldada conforme o réu. Foi dado mais um passo rumo à morte da nossa democracia. Bolsonaro não está sozinho. E nós também não estamos cegos. O Brasil que ama a liberdade, que defende valores, que acredita em eleições limpas e instituições fortes, não vai se calar. Nossa luta é pela verdade. Pela justiça. Pela liberdade Senador Astronauta Marcos Pontes Integridade e Compromisso com o Brasil 🇧🇷👩‍🚀 Faça parte do meu canal do Whatsapp

Astronauta Marcos Pontes

23,164 Aufrufe • vor 1 Jahr