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Isso é algo real, fora de jogo e de “embates”. É um momento de muita dor pra uma família inteira, e eu não poderia deixar de, publicamente, desejar meus sentimentos à Ana Paula e a todos que ficam. Que Deus o receba de braços abertos e possa descansar em paz.

550,365 views • 3 months ago •via X (Twitter)

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Vou assistir reality como ele é e não como querem que eu assista. No fim, é pra isso que ele existe: pra gente julgar, analisar e tirar conclusões sobre os participantes. Esses foram os principais destaques de ontem no #BBB26 . E, de quebra, deixo um edit pra mostrar como eu li tudo isso. Milena é uma mulher negra, chamada por brancos de “leva e traz”, que não engole calada. Ela se defende com as próprias armas do jogo e não aceita ser enquadrada como se não tivesse direito de reação. Leandro é um homem preto que usa as ferramentas do reality pra puxar os adversários de volta pro óbvio: aqui é BBB, é conflito, é escolha. Ele força a casa a encarar que neutralidade também é movimento e que, sim, em algum momento você precisa tomar partido. Ana Paula é uma participante branca atacada de forma sistemática não pelo que faz dentro do jogo, mas pelo que representa fora dele. Ideias políticas e pautas externas viraram munição constante. E aqui é importante não romantizar nem inverter a lógica: ela é branca, então não é sobre ela “precisar suportar tudo” é sobre como o debate externo atravessa o jogo e vira perseguição, mesmo quando a régua pesa diferente pra pessoas diferentes. Sol é uma mulher preta ferida por uma sociedade racista e adoecida, e a dor dela vira instrumento na mão das pessoas erradas, inclusive pra atingir outra mulher. E isso é inflamado por um homem sem limite, que usa a ferida como estratégia, empurra o caos e se alimenta do estrago, como é o caso do Matheus.

Rafa 🎙️

101,447 views • 6 months ago