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“Isso não é justiça. É justiçamento.” Flávio Bolsonaro fez questão de separar as coisas. Não atacou o governador Tarcísio. Reconheceu a presença institucional. Mas expôs o que realmente incomoda: a encenação de normalidade num país que não está normal. Enquanto autoridades confraternizam, um ex-presidente de 71 anos, com comorbidades,...

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Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,154 Aufrufe • vor 8 Monaten

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 Aufrufe • vor 8 Monaten

É tudo tão previsível que chega a ser cômico. O partido de Tarcísio declarando apoio ao Jorge Messias é quase uma confissão pública: não existe mais direita, não existe mais oposição, existe apenas sobrevivência política. E sobrevivência, no Brasil de hoje, significa ajoelhar diante do sistema, pedir bênção ao regime e fingir independência enquanto passa pano para tudo que mantém Bolsonaro preso e calado. É impressionante como eles falam isso com naturalidade. O repórter descreve a cena como se fosse apenas um detalhe da vida democrática, quando na verdade é uma obra-prima da traição institucional. O Republicanos, partido de Tarcísio, suposto bastião conservador, evangélico, oposicionista, agora declara apoio ao nome mais conveniente para o Planalto, o queridinho da máquina, o operador perfeito para o jogo do Supremo. E fazem isso com a cara lavada, recitando justificativas quase espirituais. É religião, dizem. É perfil evangélico, dizem. É afinidade. É puro teatro. A verdade é outra: ninguém quer ficar marcado como defensor de Bolsonaro. Ninguém quer atrair para si a fúria do sistema que já mostrou do que é capaz. O apoio a Messias não é afinidade espiritual. É medo. É autopreservação. É cálculo frio. É o recado explícito de que Bolsonaro precisa continuar preso porque solto ele estraga o arranjo, rompe o pacto, desmonta o jogo que garante sobrevida a essa gente toda. Tudo encaixa com perfeição. O partido diz que é independente, mas mama no Ministério do Esporte. Diz que é oposição, mas se alinha com o Planalto. Diz que representa conservadores, mas entrega o voto para quem promete consolidar a estrutura que mantém o país como está. Diz que não tem como levar o apoio para a bancada, mas anuncia mesmo assim, porque o objetivo não é coerência. É submissão. E aí vem o detalhe que denuncia tudo: o mesmo partido de Tarcísio, que posa de alternativa nacional, que alimenta a ilusão de candidatura forte para 2026, agora empurra um nome alinhado ao sistema para o STF. Isso é estratégia de governo? É coerência ideológica? Não. É garantia de tapete vermelho. É o selo de aprovação do regime para entrar no jogo. E o melhor (ou pior) é ouvir que até André Mendonça, indicado por Bolsonaro, está fazendo campanha para Jorge Messias. É a prova final de que o sistema cooptou tudo. Até quem deveria ser voz de equilíbrio agora se comporta como peça do tabuleiro. Tudo isso serve para mostrar o óbvio que ninguém gosta de engolir: querem Bolsonaro preso porque solto ele desarruma o conluio. Ele estraga a festa. Ele desmascara o teatro. Ele impede a normalidade artificial em que todos esses personagens prosperam. Bolsonaro é o único elemento que não aceita o script, e por isso precisa ser silenciado. O apoio do partido de Tarcísio a Jorge Messias não é notícia isolada. É diagnóstico. É o retrato da nova direita domesticada, urbana, palatável, que sorri para as câmeras enquanto entrega a alma do país no bastidor. É o plano perfeito para fingir renovação enquanto garantem que nada, absolutamente nada, saia do controle. O Brasil está diante de uma disputa que não é política. É moral. É estrutural. É sistêmica. E a pergunta que fica é uma só: se até os supostos aliados estão entregando o país de bandeja, quem realmente está disposto a enfrentar o sistema que mantém Bolsonaro atrás das grades? Porque agora está escancarado. Não querem justiça. Querem silêncio. E vão usar qualquer pretexto, qualquer aliança, qualquer verniz religioso para fingir que isso é democracia.

・ Ice ・

81,708 Aufrufe • vor 8 Monaten

O Brasil atravessou uma linha perigosa. Aquela em que a falta de humanidade deixa de ser exceção e vira método. Quando um homem aparece ferido, sangrando, precisando de atendimento médico, e a reação de parte da mídia é o silêncio cínico ou a relativização burocrática, algo essencial já apodreceu. Não se trata de política. Não se trata de direita ou esquerda. Trata-se de um ser humano em sofrimento e de um sistema que escolheu fingir que não vê. A dor não virou pauta. Virou inconveniente. Se fosse um criminoso útil, desses que a engrenagem protege, o protocolo seria automático. Atendimento imediato. Cuidado. Direitos garantidos. Mas quando o alvo é Jair Bolsonaro, a regra muda. A exceção vira norma. A crueldade vira procedimento. E não é só ele. É a família inteira submetida a esse espetáculo de desgaste psicológico. Mulher, filhos, uma filha jovem assistindo à desumanização pública do pai. Isso não é justiça. Isso é punição simbólica, calculada para humilhar, para quebrar, para servir de exemplo. O mais grave é a naturalização disso. Um ministro que decide quem investiga, quem acusa, quem julga e agora, aparentemente, quem merece atendimento médico. A soberania da medicina substituída pela vontade de um homem. Isso não é rigor institucional. É requinte de crueldade. A imprensa, que deveria ser freio, virou correia de transmissão. Silencia quando convém. Noticia quando já não dá mais para esconder. E ainda tenta enquadrar o absurdo como algo normal, administrativo, rotineiro. Não é. Qualquer sistema minimamente civilizado entende que saúde não é favor. É direito. Não depende de simpatia política nem de alinhamento ideológico. Negar isso é cruzar o limite entre Estado de Direito e perseguição. O que se vê não é apenas abuso. É um recado. Calar, prender, condenar e destruir simbolicamente o maior líder político de um campo inteiro. Não basta derrotar politicamente. É preciso apagar, desmoralizar, desumanizar. Ditaduras não começam com tanques na rua. Começam quando a sociedade aceita que um inimigo político possa sangrar sem socorro. Quando a exceção vira regra. Quando a crueldade vira virtude. E o mais assustador é que já nem tentam esconder.

・ Ice ・  Ⅹ ・

14,387 Aufrufe • vor 7 Monaten

1 - O vídeo é o recorte do evento com as falas do Tarcísio usadas para cortes no seu Instagram E os momentos que foram omitidos. 2- O 1º print é a frase da esposa com a curtida de Tarcísio. 3 - O 2º print são as curtidas da Michelle e o compartilhamento do vídeo de Tarcísio no seu Stories. 1* - Aconteceu uma invocação explícita para “presidente”. A pergunta foi direta. Tarcísio não nega, não reafirma Bolsonaro ou o seu escolhido, sorri, disfarça e silencia. Seja neutralidade por causa do ambiente ou ambiguidade calculada, ambas as posturas destoam quando a pergunta confronta indiretamente um amigo. 2* - Gramaticalmente a frase da esposa se dirige ao marido, não o nomeia como CEO. Não é preciso “assassinar” a vírgula que chama o vocativo (Tarcísio) para inflar desconfianças sobre a não postura do governador. Quem lê a frase como se ela dissesse que o marido é o novo CEO do Brasil, mostra uma leitura equivocada, descontextualizada ou intencionalmente distorcida. Somos melhores do que isso. 3* - A Michelle n faz ressalvas, não reafirma a decisão de Bolsonaro, não reafirma Flávio, não neutraliza a leitura e não bloqueia (se é que é) a narrativa de Tarcísio como presidente. Ao não fazer nada disso, ela permite que o seu gesto seja lido como sinal político, ainda que não verbalizado. Está claro que existem dois lados. Um, puxa para o Tarcísio, outro, puxa para Flávio. Nada do que foi descrito acima é aleatório. Também não são ataques, mas significam algo. O problema não é jogar o jogo político. O problema é fingir que o jogo não está sendo jogado e quem está com quem. Saindo do jogo político, e aqui é onde a coisa complica. Se eu sou a esposa e o companheirismo existe, eu fecho como um escudo do meu companheiro. Se eu sou amiga, idem. Bolsonaro seria fácil meu amigo pessoal, mesmo não sendo, é alguém que valorizo e me importo muito, por isso as posturas de Michelle e Tarcísio ultrapassam o jogo político e confrontam totalmente a minha postura como pessoa. Fechar os olhos pra isso seria como eu bater a porta na minha própria cara.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

49,400 Aufrufe • vor 7 Monaten

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 Aufrufe • vor 8 Monaten

Silvio Navarro é direto, matemático e brutalmente honesto — e é exatamente isso que incomoda. Ele não está fazendo torcida, está fazendo leitura política elementar. O presidente Jair Bolsonaro já indicou um caminho. Já colocou um nome. Já deu uma missão. E quem aparece agora tentando empurrar outro nome “da direita”, fingindo que isso é união, não é bem-intencionado. Silvio crava o ponto que muitos fingem não entender. Se surge alguém, em janeiro de 2026, tentando vender Tarcísio presidente, ou qualquer outro nome fora do que foi explicitamente colocado pelo maior líder político do país, isso não é construção. É divisão. É fragmentação. É sabotagem aritmética. Não é ideologia. É conta simples. Ele lembra o óbvio histórico que a imprensa gosta de esquecer. Eleição se ganha com base consolidada, não com balão de ensaio fabricado por instituto, redação ou narrativa “moderada”. Quem planta outro nome agora não está ajudando a direita. Está enfraquecendo deliberadamente. E quando Silvio diz que quem faz isso não é de direita, ele não está ofendendo. Está descrevendo. Direita não é oportunismo eleitoral. Direita não é teste de mercado. Direita não é jogar nome no ar para medir reação. Direita, nesse momento, é respeitar o recado político já dado. É não fingir neutralidade enquanto trabalha para dividir. É não vender “peixe” em redação como se isso fosse espontâneo. O que ele desmonta ali é a velha tática brasileira: criar alternativas artificiais para diluir força real. E quem já viu isso acontecer antes sabe exatamente como termina. Silvio não pede aplauso. Ele pede coerência. E coerência, hoje, passa por uma linha clara: quem surge com outro nome fora do que foi posto não está somando. Está cumprindo outro papel.

・ Ice ・  Ⅹ ・

40,717 Aufrufe • vor 7 Monaten

Resgatando o passado. E aqui não é narrativa, é registro de um momento que muita gente prefere esquecer. Março de 2018 Em um vídeo gravado em meio a uma onda de assassinatos de policiais no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro fez uma defesa direta de quem estava sendo abatido enquanto o restante do sistema assistia em silêncio. Não era discurso de gabinete, era posicionamento diante de uma realidade brutal. Ele expôs o que estava acontecendo sem maquiagem. Policiais sendo mortos dentro e fora de serviço, famílias destruídas e uma sensação crescente de abandono. O problema não era pontual, era estrutural. Um sistema que não protege quem protege a sociedade. O ponto central foi claro. Segurança pública não funciona quando quem está na linha de frente está desamparado. Quando a lei é fraca, quando o criminoso encontra brechas e quando o policial vira alvo fácil, o resultado é inevitável. A balança deixa de ser justa. A defesa foi objetiva. Mais respaldo para a polícia, leis mais duras e uma mudança real na forma como o Estado encara a segurança pública. Não como estatística, mas como prioridade. No fim, o recado que ficou continua atual. Quando quem combate o crime perde espaço, o crime avança. E quando isso acontece, não é só o policial que perde. É a sociedade inteira. Porque quando alguém mantém a mesma linha por anos, não é estratégia. É convicção. E convicção, quando chega ao poder máximo, deixa de ser discurso. Vira direção. Flávio Bolsonaro - Presidente 2026

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,103 Aufrufe • vor 4 Monaten