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João Vitor Rodrigues Egydio tem 20 anos e é atendente de padaria em escala 6x1. Presente no ato pela redução de jornada de trabalho em São Paulo (SP), ele lamenta a ausência de tempo. “Eu não tenho tempo nenhum para lazer, para profissionalização. Olha o tamanho desse mundo. Estou...

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10 Comments

Ana Couto (Ana)'s profile picture
Ana Couto (Ana)1 year ago

Sim! Normalizamos a exploração, incorporamos a alienação e seguimos defendendo a continuidade de um sistema injusto, que nos suga a vida todos os dias!

Lohan Rodrigues's profile picture
Lohan Rodrigues1 year ago

Sim, é a verdade do Brasil. Fim da escala 6x1 já!

Jotta's profile picture
Jotta1 year ago

Nós NUNCA devemos normalizar a exploração NO NOSSO PAÍS. FIM DA ESCALA 6X1

Rodrigo's profile picture
Rodrigo1 year ago

Os preços das coisas vão subir tanto que eles vão ter que ter dois empregos. Aí vai trabalhar 4x3 em um e 4x3 em outro. Ou seja, não vai ter sequer folga!

your name's profile picture
your name1 year ago

Basicamente não vivemos mais Fim da escala 6x1

vivendo um dia de cada vez 🤍💛💙❤️'s profile picture
vivendo um dia de cada vez 🤍💛💙❤️1 year ago

FIM DA ESCALA 6X1

Natália B ✨'s profile picture
Natália B ✨1 year ago

@AlefeVieira4 esse vídeo doeu fisicamente

Tatiana's profile picture
Tatiana1 year ago

É foda.. E tem gente que romantiza isso,porque nossos pais e avós trabalharam assim e construíram muitas coisas. Só que infelizmente com os impostos e a desvalorização da nossa moeda,nós só adquirimos doenças e dividas.

Andre marques's profile picture
Andre marques1 year ago

Mal começou a trabalhar ja tá reclamando da escala 6x1 o cara 20 anos não deve ter nem 1 ano de trabalho tá dizendo que não tem vida kkkkkk

Patricia Menezes's profile picture
Patricia Menezes1 year ago

Por muitos anos trabalhei nessa escala 6x1

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INIMIGOS DO TRABALHADOR! A verdade está escancarada: enquanto o povo acorda de madrugada, pega ônibus lotado e trabalha seis dias por semana para sobreviver, a extrema-direita e o Centrão atuam abertamente para impedir qualquer mudança em prol da classe trabalhadora. Ontem à noite, em evento com empresários em SP, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, admitiu que é preciso “trabalhar para não deixar votar a 6x1” e até mobilizar os detentores do capital para pressionar deputados. Antonio Rueda, presidente do União Brasil, reforçou o mesmo argumento ao dizer que o fim dessa escala seria algo “avassalador” e que alguém teria que pagar a conta. Eles próprios assumem que estão organizados para manter um sistema desigual e injusto que retira o produto da riqueza produzida, tempo, saúde e dignidade de quem vive do próprio trabalho. Não podemos aceitar que, em pleno século XXI, o Brasil continue submetido a uma lógica de superexploração típica do século XIX. A escala 6x1 extrai o máximo da força de trabalho, reduz o descanso ao mínimo e transforma a vida em desgaste permanente, atingindo com ainda mais violência as mulheres trabalhadoras, que enfrentam a dupla jornada de trabalho. Esse modelo concentra riqueza no topo enquanto impõe cansaço crônico, adoecimento e privação de tempo, de convivência familiar e de qualidade de vida à maioria. O presidente Lula tem afirmado que melhorar as condições de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras é prioridade absoluta e defender o fim da jornada 6x1 faz parte desse compromisso histórico. É preciso escolher entre um país que valoriza quem produz a riqueza e outro que insiste em proteger privilégios de poucos. O fim da 6x1 e a redução de jornada sem redução de salários é um passo decisivo para reduzir desigualdades e colocar o Brasil no rumo de uma sociedade mais justa.

Lindbergh Farias

12,211 views • 5 months ago