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Ana Sayfaya Dön

Lula diz que "eleição a cada 4 ou 5 anos não é mais o suficiente", que é preciso "regulamentar os meios de comunicação" e criar uma "governança digital global". Traduzindo: censura, controle narrativo e perseguição coordenada a quem pensa diferente. Quando Lula diz que "eleição não basta", e defende...

481,662 görüntüleme • 1 yıl önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Em declaração na Cúpula do Chile, Lula afirmou que “eleição a cada quatro ou cinco anos não é mais o suficiente”, defendendo também a “regulamentação dos meios de comunicação” e a criação de uma “governança digital global”. Lula não está sugerindo aperfeiçoamentos democráticos, está indicando que o voto não basta e que o Estado precisa regular o que o povo pensa, diz e compartilha. O termo “governança digital global” pode parecer inofensivo à primeira vista. Mas na prática, significa submeter a comunicação e o pensamento livre a sistemas de controle supranacionais, fora do alcance da população, da imprensa livre e até do Congresso Nacional. É uma terceirização da censura, com selo de legitimidade técnica. Esse movimento não é contra a direita, é contra a liberdade, contra o indivíduo, contra qualquer voz que ouse questionar o sistema. E aqui entra o ponto que precisa ser dito com clareza: psicopatas não recuam - psicopatas dobram a aposta. É ingenuidade acreditar que sanções ou pressões diplomáticas farão Lula - ou qualquer aspirante a autocrata - recuar. A história mostra o contrário: Fidel desafiou décadas de embargo; Chávez e Maduro usaram sanções para oprimir; Putin as converteu em combustível nacionalista; e Kim Jong-un construiu bombas sob o nariz do mundo. Sanções não detêm tiranos, mas fortalecem sua narrativa, legitima sua perseguição e blindam sua repressão. Líderes autoritários não governam pelo povo - governam contra o povo, quando necessário. E, se preciso for, rifam a população em troca de fama, controle ou poder absoluto. Criam crises para justificar medidas de exceção. Usam o caos para silenciar opositores. Alimentam o medo para instaurar a obediência. Por isso, o alerta não é mais sobre Lula ou Bolsonaro, sobre esquerda ou direita. O que está em jogo agora é o modelo de país que o Brasil aceitará se tornar. Fingir que isso é apenas uma disputa partidária é mais do que ingenuidade - é cumplicidade com a tirania.

Karina Michelin

43,331 görüntüleme • 1 yıl önce

O ex-vice-presidente da Pfizer, Dr. Mike Yeadon, está dizendo o que ninguém quer ouvir. E não é teoria, é aviso. Ele implora para que você rejeite a Identificação Digital, as Moedas Digitais dos Bancos Centrais e a Agenda 2030 da ONU. Porque o plano está em andamento, e a data já está marcada: 2030. Até lá, você não vai sair do país sem permissão. Não vai ter transporte particular. Vai precisar de uma identidade digital pra fazer tudo — do supermercado ao hospital. E só vai poder usar dinheiro eletrônico, programável, rastreável e bloqueável. Ele diz com todas as letras: nesse ponto, você é um escravo. E a verdade é que ele está certo. O projeto é simples: controle total. Chamam de “avanço tecnológico”, “inclusão financeira” e “governança global”. Mas o que estão vendendo é uma prisão digital com aparência de modernidade. O dinheiro físico vai sumir, e com ele, a sua liberdade de escolher. Se você ultrapassar a cota de carbono, criticou o governo ou comprou o que não devia, seu acesso será cortado — como já acontece na China. E o pior é que tudo isso será aplaudido como “segurança” e “sustentabilidade”. Dr. Yeadon não está pedindo histeria. Está pedindo ação. Porque quando o controle estiver completo, não haverá mais protesto, voto ou fuga. Só obediência. Então a escolha é agora. Ou você diz não enquanto ainda pode, ou aprende a viver como um número dentro da jaula digital do futuro.

・ Ice ・  Ⅹ ・

29,269 görüntüleme • 11 ay önce