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Lula se compara com assassino para ameaçar Trump Lula declarou que, se Donald Trump soubesse de seu suposto parentesco com Lampião, não provocaria o Brasil, usando um assassino sanguinário para mostrar seu verdadeiro sentimento em relação aos EUA. Lampião não foi um herói folclórico. Foi responsável por assassinatos, saques...

21,003 views • 7 months ago •via X (Twitter)

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Essa fala de Lula da Silva, durante a abertura da feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, nesta quinta-feira, 23 de abril, é um retrato de seu cinismo político em estado puro. A frase “esse país não comporta mentiroso”, dita por alguém cuja trajetória foi atravessada por mentiras e por escândalos de corrupção, como o Mensalão e o Petrolão, é quase uma confissão involuntária. Quando Lula afirma que o Brasil “poderia ser a sexta economia do mundo”, tenta vender a ideia de que foi sabotado por terceiros. Mas omite que foi sob sua própria era política que o país mergulhou em distorções profundas - fiscais, institucionais e morais. Mas tudo isso não foi um acidente de percurso, foi método. Mas aqui vem o ápice da sua fala: “Tem gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que administrar.” Aqui, Lula fala como se tivesse chegado ontem ao poder - quando, na verdade, está no controle há 20 anos, além de ser um dos políticos mais longevos e influentes da história recente do Brasil. Ele critica o país como se não tivesse participado diretamente da construção do cenário caótico que agora condena. O problema não é só a incoerência; é o grau de descolamento total da realidade - como se ele contasse deliberadamente com a desinformação, com a memória curta da população, com a ignorância e com a capacidade de manipular a opinião pública para sustentar a própria narrativa falaciosa e se manter no poder - afinal, é nisso que aposta para a próxima eleição. Resta saber quem, após 20 anos de Lula no poder, ainda acredita nesse discurso obsoleto que o condena.

Karina Michelin

21,403 views • 4 months ago

A crise entre Brasil e Estados Unidos acaba de ultrapassar um limite raramente visto na diplomacia. Nesta terça-feira, 4 de agosto, o governo Donald Trump revogou o visto diplomático da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. A decisão foi apresentada como uma medida de reciprocidade após o governo Lula negar vistos a diplomatas americanos e se recusar a conceder o agrément ao indicado de Trump para comandar a Embaixada dos EUA em Brasília. Embora Viotti não tenha sido expulsa do território americano, ela passa a permanecer nos EUA sem um visto diplomático válido - um gesto de enorme peso político e um recado inequívoco de que Washington decidiu aumentar o custo do confronto com Lula. Mas este episódio não surgiu do nada; ele é apenas o capítulo mais recente de uma escalada que já inclui tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, a investigação da Seção 301 conduzida pelo USTR, acusações americanas de restrições à liberdade de expressão, críticas às decisões judiciais contra plataformas digitais dos EUA, disputas sobre propriedade intelectual, comércio, etanol e até o processo eleitoral brasileiro. Na visão da Casa Branca, todos esses temas passaram a integrar um único conflito estratégico. O governo Trump considera que o Brasil deixou de representar apenas um parceiro comercial problemático e passou a desafiar interesses políticos, econômicos e institucionais dos Estados Unidos. O resultado é preocupante. O Brasil entra em uma das maiores crises diplomáticas com os Estados Unidos em décadas, justamente às vésperas das eleições presidenciais. Se nenhuma das partes recuar, novas retaliações poderão atingir comércio, investimentos, cooperação em segurança, tecnologia e até futuras relações diplomáticas. A revogação do visto da embaixadora é um sinal de que a disputa entre Trump e Lula deixou de ser retórica e passou a produzir consequências concretas. A política externa do PT, historicamente ligada ao Foro de São Paulo e à aproximação com regimes ditatoriais na América Latina, contribuiu para o agravamento da crise com Washington. Se a escalada continuar, o Brasil poderá enfrentar um isolamento diplomático e econômico cada vez maior.

Karina Michelin

18,163 views • 1 month ago