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Mãe e filho grava vídeo praticando incesto parte 2🔥🔞 #incestoconmamá #incestomamàhijo #Taboo #incest #XOTAAWARDSㅤ #PINTOSAWARDSㅤㅤ #incestoconmamà

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O tema dos 2 aninhos do Biel foi fazendinha, e nós o levamos para conhecer uma fazenda linda de verdade. 🐴🐮🐷 A gente escolheu esse tema pq nós amamos os animais… e ele também. Mas, neste ano, resolvemos que a melhor forma de comemorar o dia seria vivendo uma nova experiência em família. Confesso que isso também tem muito da minha própria história. Quando eu era criança, nunca entrei em um avião. Minha mãe fazia o impossível por mim, mas viajar simplesmente não fazia parte da nossa realidade. A vida era muito mais limitada, e eu cresci sonhando com lugares que só conhecia pela televisão. Talvez seja por isso que hoje eu faça tanta questão de mostrar o mundo ao Biel e agora ao Miguelzinho . Não por luxo, mas por acreditar que experiências ampliam horizontes, despertam curiosidade e criam memórias que dinheiro nenhum compra. Hoje ele completa 2 anos. São apenas 24 meses de vida… e 25 voos. ✈️ Talvez ele não se lembre de cada destino quando crescer. Mas eu vou me lembrar para sempre do brilho nos olhinhos dele ao descobrir os animais, os lugares e tudo o que existe além da nossa rotina. E cara… eu percebo que, enquanto apresento o mundo para o meu filho, também realizo, de alguma forma, os sonhos daquele menino que um dia não pôde viajar. Feliz aniversário, meu filho. Que você nunca perca a curiosidade, a simplicidade, o encanto pela vida e principalmente a fé em Deus. Estaremos sempre ao seu lado, em qualquer destino. 💙🌎

Rafael Zattar

11,580 次观看 • 1 个月前

☢️ Reflexão da Cooperativa: o caso Lindsay Clancy é demasiado monstruoso para ser reduzido a uma discussão sobre saúde mental. 3 crianças morreram. Convém não perder este facto de vista. Mas há 2 perguntas incómodas que o caso me suscita. A primeira é sobre aquilo que fizemos à mulher do século XXI. Durante décadas, e muitas vezes com boas razões, dissemos-lhe que não devia depender de ninguém, que tinha de ser autónoma, construir carreira, realizar-se profissionalmente, preservar a sua identidade, cuidar do corpo, da relação, da vida social e claro, também da sua saúde mental. Mas também ser uma mãe extraordinária, se fosse caso disso, embora acessório, claro, porque a maternidade só arrasta, não ajuda. Mas se sim, extraordinária, nunca menos do que isso. Não substituímos expectativas. Acumulámo-las. A literatura sobre saúde mental materna conhece bem o resultado, o conflito de papéis, o perfecionismo, sobrecarga, culpa, ansiedade e até a privação de sono estão associados à saúde mental no pós-parto. Talvez valha a pena perguntar se uma sociedade que passa a vida a dizer à mulher tudo aquilo que ela consegue ser não acabou também a criar uma lista monumental de tudo aquilo que ela sente que tem de conseguir ser ao mesmo tempo. ⚠️A liberdade começou por dizer "podes". Algures pelo caminho começou a soar a "deves". O Sócrates teve um problema semelhante, embora não com as mesmas consequências. E depois há uma segunda questão, para mim ainda mais desconfortável. Durante a gravidez popularizámos uma fórmula poderosa, a do my body, my choice. No seu sentido próprio, é uma reivindicação de autonomia corporal. O corpo é da mulher e é sobre esse corpo que incide a gravidez, embora exista uma vida por lá. Mas o tema não é o aborto mas sim o que a filosofia do aborto pode ajudar a transpor para a vida de carne e osso. O nascimento estabelece uma fronteira essencial que às vezes parece desaparecer, pois a partir dali já não estamos perante o corpo da mãe. Estamos perante outro corpo, outra vida e outro sujeito de direitos. Não existe, evidentemente, uma linha racional entre defender o aborto e matar uma criança. Eu sei disso. O que existe é uma pergunta sobre a forma como pensamos a maternidade e sobre aquilo que acontece quando, numa mente gravemente doente, a fronteira entre mãe e filho se dissolve. A psiquiatria também conhece esse fenómeno. Há mães psicóticas que matam os filhos acreditando que os estão a proteger, que não podem sobreviver sem elas ou que a morte os poupará a um mundo que percecionam como ameaça. A criança deixa de ser psicologicamente percebida como um indivíduo separado e passa a funcionar como uma extensão da própria mãe. E é aí que uma frase que seria grotesca numa pessoa saudável ganha uma dimensão assustadora numa mente em colapso, my kid, my choice. A maternidade não confere soberania sobre outra vida. O amor não é propriedade. Ser mãe não significa saber sempre o que é melhor para um filho, sobretudo quando a própria capacidade de distinguir o real do delirante desapareceu. Esta é a parte que mais me incomoda no tratamento público do caso Lindsay Clancy. Tenho toda a disponibilidade para tentar perceber a doença, o contexto, os medicamentos, a psicose e o sofrimento daquela mulher, mãe. Explicar é uma obrigação de uma sociedade civilizada. Mas explicar não pode significar mudar o centro moral da história. No centro continuam a estar a Cora, o Dawson e o Callan. Cinco anos, três anos e oito meses. 3 seres humanos distintos da mãe, com vidas próprias que mal tinham começado. Mas quando forem discutir o tema da saúde mental, quando forem meter o dedo nas causas, feministas de algibeira, defensoras do aborto, do my body, my choice, podem também meter a mão na vossa consciência. Podem não, devem. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa

dono da c🅾️🅾️perativa ™

12,801 次观看 • 21 天前