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Mães Oferecem seus bebês para serem Martyrs. Compreendam: a mentalidade é diferente. Que mãe teria orgulho em oferecer seu filho para terroristas? Apenas uma mente doutrinada e radicalizada. Essa mentalidade já não se enquadra mais nos padrões sociais atuais ou pelo menos não deveria. O mundo já deveria ser...

140,475 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

10 Kommentare

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Veículo do Vernáculovor 1 Jahr

Veja o poder que tem a ampla doutrinação terrorista. A criança vai crescer sem nunca perceber que poderia ter liberdade de escolha, que não é preciso que todos se matem, que pode sim haver a paz. Ela vai achar que sempre foi assim: que o certo é que os judeus devem ser exterminados. No Japão imperial até 1945, o povo era pesadamente doutrinado a obedecer as ordens do imperador, repassadas por seus subordinados. E a ordem era resistir e jamais se render. E o povo e os militares obedeciam cegamente. E foi por isso mesmo que, após Hiroshima e Nagasaki, com o primeiro discurso do imperador transmitido via radio, que os japoneses se renderam aos americanos, em massa e incondicionalmente, pois assim o imperador ordenou. Podemos perceber claramente que os líderes do ramaSS, até o momento, decretaram que ninguem pode se render, mesmo diante da força militar de Israel, muito mais poderosa. Todos os doutrinados serão "mártires", selando o destino dos infelizes civis DESARMADOS que, mesmo se opondo à cega doutrinação, não tem como evitarem ser usados como ESCUDOS HUMANOS. A PIOR prisão é aquela em que o próprio preso ergue os muros e se tranca dentro deles.

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𝙈𝙖𝙧𝙘𝙚𝙡𝙤 𝘿𝙪𝙖𝙧𝙩𝙚 𝕏vor 1 Jahr

Absurdo e imoral. O radicalismo de oferecer os filhos para morrer não difere em nada das mulheres assassinarem os bebês nos próprios ventres.

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V@lvor 1 Jahr

De que adianta eliminar os líderes,se o povo tem a mente radicalizada nesse nível.

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MatriXXXvor 1 Jahr

O Islã é a religião da morte, do sofrimento e da violência. Não pode ser aceito como normal numa sociedade civilizada.

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Sra Vera Cunhavor 1 Jahr

@MariaCrivelaro Que coisa terrível isso! É consequência de décadas de lavagem cerebral e doutrinação para desumanização das pessoas!

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Elizangelavor 1 Jahr

Se eles não têm amor pelos próprios filhos, como vão amar os outros?

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Julio Motavor 1 Jahr

Não existe muçulmano moderado, são TODOS extremistas

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NÃO VÃO NOS CALAR 🇧🇷🇦🇷🇮🇱🇸🇻🇺🇸vor 1 Jahr

Exatamente, pessoas com idade média até 50 anos, tiveram suas mentes doutrinadas pelo terrorismo, estamos falando de décadas de doutrinação ideológica, então pense, onde estávamos desde 1980 até hoje, que não impedimos o avanço desta ideologia de morte, ZUMBIS?

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Eneas Utschvor 1 Jahr

O Islamismo não é uma religião, é uma ideologia política religiosa com idéias do século VII. O conceito do mártir e as recompensas por isso aliado ao significado do termo Islã, submissão, cria uma massa de pessoas dispostas a praticar o mal em nome de um deus raivoso e vingativo.

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Masocralvor 1 Jahr

Isso é resultado do MEDO imposto há décadas. Ninguém oferece os filhos por ideologia. Elas não têm direito de escolher nada. Só a submissão ou apedrejamento. Lá não tem "meu corpo, minhas regras" 🤨

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Esse final é excelente, justamente por ter criado dois grupos que se degladiam até hoje tentando monopolizar a interpretação 'correta' dele. ​De um lado, os que enxergam a chegada dos espanhóis como a ruína absoluta deles, ignorando que a tribo em questão já estava vivendo uma atrocidade tão grande com outros grupos locais, que, a não ser que você tenha assistido o filme de olhos fechados ou ache que desmembrar inocente é uma cultura que deve ser preservada, sabe que não tinha como ficar muito pior. Do outro, os que acreditam que como era 'tudo índio' que faziam rituais macabros de sacrifício, isso certamente era a salvação pra todos eles, o que na verdade pra essa tribo em específico, seria apenas trocar a submissão a uma civilização por outra. Aliás, existe um terceiro grupo, com a mais jumenta das interpretações, os que defendem a tese de que, "como Mel Gibson é cristão, conservador e reacionário e didireita, o final só pode ser um 'final feliz' onde todos eles são catequizados". É uma visão tão imbecil que revela mais limitação e cegueira ideológica de quem assiste do que qualquer suposta limitação do diretor. ​A questão é, mesmo que aquela cena das caravelas que já roda ai pela internet há anos fosse o take final, ela continuaria genial por ser ambígua o suficiente pra cada um projetar o que quiser do significado daquilo. O problema é que essa NÃO É A ÚLTIMA CENA DO FILME. ​Logo após esse trecho, o protagonista que sobreviveu a atrocidade dos Maias, volta para a floresta, encontra sua mulher grávida, olha para os navios, rejeita o contato com eles e vai embora em busca de um 'novo começo'. O filme é essencialmente sobre uma tribo que não é expansionista, não é violenta e que não quer viver sob o jugo de qualquer outro grupo, seja ele usando lanças ou espadas, não é sobre qual deles é pior ou melhor. ​Por mais que seja interessante essa disputa pela versão definitiva das caravelas chegando, eu acho que o final dele é muito categórico em não passar perto de nenhuma delas, se a "assustadora, pois é uma ameaça existencial para aquele grupo" ou a "esperançosa, porque estão chegando pra salvar os nativos deles próprios".

Otavio

20,544 Aufrufe • vor 2 Monaten

Liderança não se impõe. Um verdadeiro líder não quer tudo para si, tem a humildade como marca e eleva seus comandados a patamares maiores do que a própria imagem. Por isso, Jair Bolsonaro é único e insuperável. Ele não deseja o poder pelo poder, não ambiciona ser o maior nem se autoaplaude em busca de aceitação ou popularidade. Muito pelo contrário: se sacrifica, se arrisca e fala — como falou tantas vezes — o que muitos não queriam ouvir. Mas sempre falou movido por um compromisso profundo com seus princípios, que jamais lhe permitiram se calar diante daquilo em que acreditava, mesmo correndo o risco de perder apoio e popularidade para proteger o seu povo. Defendeu os mais pobres, lutou para que o brasileiro sangrasse menos com impostos e tivesse mais respeito e dignidade em sua vida. Defendeu que as pessoas andassem com as próprias pernas, em vez de depender de projetos que, a longo prazo, apenas ampliariam o poder de quem governa. Não se enganem: Bolsonaro levantou todos os que fizeram parte de seu governo. Criou uma base política em um tempo curtíssimo, cujos frutos durarão por muitos anos. Graças a ele, temos palanque, voz e oportunidade de continuar um projeto de Brasil que, por mais iluminados que nos sintamos, jamais seria possível sem ele. Ainda que alguns de nós tenhamos consciência de quem ele é, o Brasil — e o mundo — levarão décadas para compreender plenamente quem é Jair Bolsonaro e o que ele fez por seu povo e por sua pátria. Tive o privilégio de trabalhar ao seu lado. Tive a honra de fazer parte de seu círculo de confiança. E jamais abandonarei a trincheira em que ele me permitiu estar para defender meus valores e princípios. Ao contrário do que tentam usar contra ele, Bolsonaro nunca errou por vaidade, nunca buscou aplausos. Fez muito mais do que qualquer um de nós seria capaz de fazer. Lutou sozinho por décadas, venceu uma eleição sem apoio partidário e sem recursos públicos, recusou atalhos que poderiam tê-lo transformado em uma marionete, como tantas outras da política brasileira. Exercitar seus exemplos não é simples, mas é necessário. Comparar-se a ele é ingenuidade; é falta de estrada, muito para-brisa e pouco retrovisor. Que Deus nos abençoe e nos perdoe pelas coisas que fazemos uns aos outros. Que Deus honre esse homem que deu a própria vida ao seu povo, usando sua experiência e humildade para nos dar a chance de estarmos aqui hoje. Abandoná-lo não é apenas um erro: é demonstração de fraqueza moral e ausência de caráter. Bolsonaro nunca pediu aplausos, nem ajuda. Enfrentou tudo sozinho: levou uma facada sozinho, venceu sozinho. Mas, quando venceu, dividiu com todos os méritos de suas conquistas. Não pensem que Deus fala com nossas carcaças ínfimas e sem brilho. Deus usa os que sangram como exemplo, para que não nos percamos em vaidades e palavras bonitas moldadas sempre em benefício próprio. E não se enganem: esse Deus tudo vê. O Filho de Deus escolheu nascer em uma manjedoura, não em um palácio. Poderia ter evitado a dor e a maldade com um trovão, poderia ter se imposto e destruído seus algozes com um sopro. Mas escolheu o caminho mais difícil: morreu por nós, foi crucificado para nos salvar, sem se vangloriar, sem se autoaplaudir, para que nós, meros mortais, pudéssemos construir um futuro. Não há aqui qualquer comparação entre o Filho de Deus e Jair Bolsonaro. Há apenas um exemplo vivo do que devemos honrar. Preocupe-se e tenha muito cuidado quando começar a se achar importante demais, imprescindível, quase sagrado. A fama, o sucesso repentino e os aplausos costumam nos enganar. Deus não sussurra vaidades ao ouvido nem concede missões gloriosas em benefício próprio. Essa voz que exalta o ego costuma ser outra: rasa, traiçoeira, que diz que você é belo, eloquente e muito, muito importante. Esse caminho é perigoso e geralmente leva a um buraco profundo.

MarioFrias

23,299 Aufrufe • vor 5 Monaten

Nos últimos dias, parte da direita começou um trabalho pesado de condicionamento para tentar nos convencer de que “não tem outro jeito”, de que precisamos aprovar a dosimetria e aceitar que a anistia virou um sonho distante. O discurso é sempre embalado pela mesma frase: “é o melhor para as vítimas”. Só que essa narrativa não resiste a um único fato básico. As próprias vítimas rejeitam o projeto. A associação que representa essas famílias já soltou várias notas públicas contra a dosimetria. Mesmo assim, uma parte da direita insiste em empurrar essa ideia com ajuda de influenciadores, repetindo um mantra vazio para ver se cola. Todos sabem o que acontece na prática. Se a dosimetria for aprovada, não haverá mais espaço político nenhum para aprovar anistia. Acabou. Quem vende o contrário está apenas tentando justificar a própria covardia com uma promessa impossível. O que torna tudo ainda pior é a indiferença. Muita gente que defende essa tese não faz a menor ideia das condições subumanas em que vivem os exilados. São mais de duzentas pessoas espalhadas pelo mundo. Algumas vivendo em situação tão extrema que precisam se prostituir para comer. Outras dividindo um cubículo minúsculo com dezenas de pessoas, sem banheiro, sem dignidade, sem nada. É um sofrimento invisível porque não gera like, não aparece no feed, não rende engajamento. A associação dessas vítimas conhece esse drama de perto. Eles sabem que não existe essa divisão artificial entre “vítimas daqui” e “vítimas de fora”. Sabem que negociar vidas é condenar famílias inteiras a um exílio eterno. Por isso defendem a anistia e rejeitam a dosimetria como a armadilha cruel que é. Não se enganem: quem defende a dosimetria está abandonando os exilados. Está rifando justamente aqueles que não têm voz, não têm rosto, não têm defesa. E sabe perfeitamente que, depois que a dosimetria passar, a anistia morre ali mesmo. O ponto é simples e direto: se a dosimetria entrar em pauta e for aprovada, nunca mais haverá anistia. É isso que está em jogo.

Mafinha

124,743 Aufrufe • vor 7 Monaten

Neste sábado, 21 de março,Jair Bolsonaro não vive um aniversário comum. Não há celebração pelos seus 71 anos, não há encontro com apoiadores, não há sequer a liberdade de estar com a própria família. O que existe é um leito de hospital, um corpo fragilizado por mais de dez comorbidades e uma rotina marcada por dor, limitações e incertezas. Muitas dessas sequelas têm origem direta no atentado de 2018 - que na prática, nunca terminou. Aquela facada não ficou no passado; ela se prolongou no tempo. Está nas cirurgias sucessivas, nas complicações, nas noites difíceis, nas traições políticas - e tudo isso está marcado em um corpo que já não responde como antes. Mas o verdadeiro calvário não é apenas físico. É existir sob julgamento permanente, ser reduzido a versões falaciosas; é ver a própria história ser disputada, reinterpretada, fragmentada e distorcida - sem que seja permitido que a verdade prevaleça. Bolsonaro deixou de ser apenas um homem há muito tempo; tornou-se um símbolo. E símbolos não têm descanso - são exaltados ou destruídos, mas raramente compreendidos. O isolamento que hoje o cerca não é apenas de paredes. É o silêncio dos que se afastaram, é a superficialidade dos que o condenam - é o peso de existir em um país onde a verdade já não é consenso, mas território de guerra. Neste aniversário, Jair Bolsonaro, não apaga velas, ele enfrenta o tempo. Tempo para lembrar que todo poder é transitório. Que toda ascensão carrega, em si, a possibilidade da queda.E que, no fim, o que resta de um homem não é o cargo que ocupou - mas aquilo que foi capaz de suportar. Há algo profundamente humano em sua condição atual. Porque, despido do poder, da voz e da multidão, resta apenas o essencial: um homem à frente de seu tempo, que lutou pelo que acreditava ser verdade e justiça e que, diante de todas as cruzes que carregou, permaneceu de cabeça erguida ancorado na verdade em sua própria travessia. E talvez seja justamente esse o ato “revolucionário” que desconcerta uma República falida.

Karina Michelin

12,444 Aufrufe • vor 3 Monaten